Nós fomos convidados pra uma noitada com um casal que conhecíamos, mas que não era do meio liberal. No meio da festa eles acabaram brigando feio e ela ficou sozinha com a gente. Quando decidimos ir embora, ela pediu pra dormir no nosso apartamento porque estava triste e não queria ficar sozinha. Chegamos em casa, continuamos bebendo e sentamos na sala pra conversar. O papo foi esquentando devagar, até que as duas começaram a brincar de dançar e fazer strip-tease uma pra outra.
Em pouco tempo elas se aproximaram, se encostaram e acabaram se beijando bem na minha frente. Meu pau ficou duro na hora. Eu me aproximei por trás dela, beijei o pescoço da Beatriz e ela se virou rápido, me devorando na boca. Foi quando minha esposa olhou pra gente e falou, baixo e safado:
— Eu quero ver você fodendo ela, amor.
As duas se ajoelharam juntas. Mariana abriu meu cinto, puxou minha calça e a calcinha junto. Minha rola saltou dura, latejando. As duas caíram de boca nela sem enrolação. Uma chupava a cabeça enquanto a outra lambia o saco, depois trocavam, molhando tudo de baba. Eu sentia as línguas se encontrando na minha pau, as bocas quentes subindo e descendo sem parar.
Mariana se deitou no sofá de quatro, abriu as pernas e a Beatriz se jogou na buceta dela, lambendo devagar, depois rápido, chupando o clitóris como se fosse uma gata faminta. Eu não aguentei. Me posicionei atrás da Beatriz, segurei a cintura dela e enfiei minha rola até o fundo da buceta molhada. Ela gemeu alto contra a xota da minha mulher e começou a empinar o rabo enquanto eu socava forte, sentindo ela apertar em volta do meu pau.
A gente trocou de posição várias vezes naquela noite. Eu fodi a Beatriz enquanto ela chupava Mariana, depois Mariana sentou na minha rola e a Beatriz sentou na cara dela. Gozei duas vezes: uma na boca da Beatriz, outra dentro da buceta da Mariana enquanto a outra lambia meus ovos. Ficamos suados, gemendo, sem parar até o sol nascer. Depois disso marcamos mais noites. O tesão entre os três só aumentou.