Há algum tempo conheci Lara, uma mulher linda de 25 anos, deficiente visual. Nos conhecemos na rua, quando ela ia atravessar e eu a ajudei. Dias depois, esbarrei com ela de novo e ela me reconheceu pela voz. Ficamos conversando e ela pediu para passar a mão no meu rosto, sentindo minhas feições com as pontas dos dedos. “Humm, você até que é bonitão”, disse com um sorriso malicioso. Perguntei como eu era e ela descreveu tudo com detalhes tão precisos que parecia estar pintando um quadro. Fiquei imaginando como seria a vida dela com essa deficiência, mas notei que ela se virava muito bem.
Tomei coragem e pedi o número do celular. A partir daí começamos a nos falar de vez em quando. Um dia convidei ela para sair e Lara aceitou logo, dizendo que saía pouco por causa da visão. Levei ela ao shopping para tomar sorvete e passeamos de braços dados. Suas mãos deslizaram pelos meus braços, peito e costas, explorando meu corpo. Depois comentou: “Você é bem forte, ombros largos… parece ser gostoso fisicamente.” Agradeci e respondi que ela também era linda. “É verdade que você me acha bonita?”, perguntou. “Bonita é só o começo”, falei. Ela parou, ficou de frente para mim e quis saber o que mais eu achava. “Posso ser sincero?” “Pode.” “Eu acho você um pedaço de mau caminho.”
Ela esperava algo, então a beijei. Lara correspondeu com vontade, gemendo baixinho contra minha boca. Depois fomos à praça de alimentação comer um hambúrguer. O tempo todo ela segurava minha cabeça e me beijava, ávida por contato. Parecia carente de companhia, talvez por ter dificuldade em se relacionar.
Na saída do shopping, perguntou para onde eu a levava. Disse que aonde ela quisesse. Depois de pensar um pouco, respondeu: “Quero ir para um lugar onde a gente possa se conhecer melhor.” Sugeri que me indicasse algum. “Qualquer lugar onde possamos ficar sozinhos”, disse. Então levei ela para um motel sem avisar. Minutos depois ela murmurou: “Estamos num motel, não é?” Me abracei forte e voltamos a nos beijar.
“Por que me trouxe aqui?” “Você queria um lugar tranquilo para conversar… foi o melhor que encontrei.” “E o que pretende fazer comigo?” “Nada que você não queira.” Mais um beijo. “Eu não sou criança. Já estive num lugar assim.” Percebi que estava diante de uma mulher de verdade. A beijei, acariciando seu corpo inteiro. Abri o vestido nas costas, puxei as mangas devagar e ela deixou a peça cair. Por baixo, usava uma calcinha bege e sutiã branco. Seu corpo era perfeito. Levei ela para a cama, tirei minha roupa rápido e comecei a descer sua calcinha devagar. Assim que tirei, mergulhei a boca na sua buceta quente e molhada. Lara gemeu sem parar, pedindo para me chupar também. Coloquei minha rola dura na boca dela e fizemos um 69 delicioso, ela chupando com fome enquanto eu lambia sua boceta inchada.
Depois peguei uma camisinha, coloquei e encostei a cabeça do pau na entrada dela. Com um gemidinho, Lara gozou só de sentir a rola pressionando. Empurrei devagar, sentindo sua buceta apertada apertar ao redor. Quando comecei o vai e vem, ela gozou de novo, cruzando as pernas na minha cintura, gemendo “que gostoso” enquanto eu chupava seus seios e socava fundo. Gozei enchendo a camisinha.
Saí, ela me abraçou forte. Depois pedimos banho. Na volta para a cama, Lara segurou meu pau e chupou até ficar duro de novo. “Deixa eu fazer uma coisa que sempre tive vontade”, pediu. Coloquei outra camisinha. Ela subiu em mim, encaixou a rola na buceta e desceu devagar, sentando até o fundo. Começou a cavalgar, rebolando gostoso, gozando várias vezes enquanto gemia alto. Depois saiu, arrancou a camisinha e chupou meu pau com vontade, pedindo que eu gozasse na boca dela. Não demorou: enchi sua boca de porra quente e ela engoliu tudo, sem deixar escapar uma gota.
Depois de outro banho, saímos e a levei para casa, combinando o próximo encontro.