Conto erótico: Encontro gay no happy hour: do banheiro ao motel

Certa vez eu e uns amigos da faculdade resolvemos sair numa sexta para um happy hour. Entre os novatos, tinha um cara que de repente começou a me olhar de um jeito diferente, daqueles olhares intensos que a gente nota de relance. Não dava pra entender direito o motivo. Até que fui ao banheiro e, quando saí do box, ele apareceu do nada, me encarando de cima a baixo como se estivesse me devorando com os olhos. Achei estranho, fiquei meio sem graça.

Ele puxou papo, se apresentou como Rafael e pediu pra conversar comigo. Eu estava cheio de curiosidade e um pouco de dúvida, mas resolvi dar o papo pra ver no que dava. Ele contou que tinha me visto mexendo no celular um pouco antes, trocando mensagens com outro amigo. Eu precisava explicar que aquele amigo tinha me ligado pelo Hangouts e começou a mandar fotos nuas, pau duro, dizendo que estava com saudade. Eu adoro ver homem assim, excitado, e saí da mesa pra um canto mais quieto justamente pra não chamar atenção. Mas Rafael passou por ali e me pegou no flagra olhando aquelas fotos.

Fiquei vermelho na hora. Saímos do banheiro e continuamos conversando lá fora. Ele quis um lugar mais reservado, então achamos uma mesa no fundo da varanda e ficamos ali um bom tempo. Logo ele perguntou o que tinha rolando naquela conversa e se eu curtia ver homem pelado de pau duro. Não tive como negar: contei que adoro pra caralho ver homem excitado. Ele explicou que tinha curiosidade de fazer alguma coisa com outro homem, mas só queria ser ativo. Eu logo falei que adorava ser passivinha. Notei ele se ajeitando na cadeira, levando a mão disfarçada pra ajustar a rola. Fiquei louco pra ver, mas a mesa atrapalhou e eu ainda estava sem jeito.

A conversa foi esquentando. Eu tomei coragem e perguntei se ele queria ver umas fotos minhas. O cara surtou de tesão na hora. Levantei, sentei do lado dele e abri o arquivo no celular. Quando ele viu a primeira, ficou pasmo e perguntou se era eu mesmo. À medida que eu passava as fotos, a calça dele começou a marcar um volume enorme. Ele pegou o celular da minha mão e foi passando sozinho, soltando uns “nossa!” entre dentes e chupando o ar. Eu também fiquei excitado pra porra, morrendo de vontade de tocar naquela rola, sentir ela deslizando em mim.

Ele ainda duvidou que as fotos fossem minhas e disse que, se fossem, eu era muito gostoso. Eu respondi que só tinha um jeito de ele confirmar: me ver pessoalmente vestido daquele jeito. Ele quase engasgou e perguntou se dava pra fazer aquela mesma noite. Eu topei, desde que a gente combinasse um lugar depois da pizzaria e eu pudesse passar em casa primeiro. Marcamos tudo e voltamos pra mesa.

Depois de um tempo pedi licença, falei que não estava me sentindo bem e fui embora. Antes de sair, avisei Rafael que em quarenta minutos estaria no library café esperando por ele. Em casa tomei banho, passei creme, vesti uma lingerie fio-dental preta, meia-calça arrastão, cinta-liga de renda, minissaia jeans curta, salto alto e uma camiseta decotada. Joguei umas coisinhas na mochila e fui pro encontro.

Estacionei na porta e esperei dentro do carro. Rafael chegou logo depois, parou ao lado e perguntou se a gente ficava ali. Eu sugeri ir pra um lugar mais tranquilo e que parássemos num estacionamento pra deixar um dos carros. Ele pediu pra eu ir na frente. Deixei meu carro e, quando desci pra entrar no dele, ele ficou boquiaberto. Olhou pra minhas pernas, pra minissaia, pro salto, e soltou um “nossa, é você mesmo?”. Disse que nunca tinha imaginado aquilo e que eu estava absurdamente sensual. O pau dele já estava marcando forte na calça.

Coloquei a mão na coxa dele enquanto dirigia. Ele gostou, abriu um pouco mais as pernas. Fui subindo a mão devagar, por dentro da coxa, até roçar no saco. Senti o volume pulsar contra meu braço. Ele soltou um grunhido baixo e eu fechei a mão em cima da rola por cima da calça. O cara ofegava, mexia o quadril pra frente. Num momento ele desafivelou o cinto e pediu pra eu tirar pra fora. Abri a calça, baixei o zíper e o pau dele saltou pra fora, enorme, grosso, latejando na minha mão. Eu mal conseguia fechar os dedos em volta. Comecei a masturbar devagar, sentindo ele pulsar forte. Ele passou a mão nas minhas coxas, levantou a saia e apertou minha bunda.

Chegamos no motel. Entramos no quarto e ele quis que eu me exibisse igual nas fotos. Fiquei posando, virando, mostrando a calcinha fina, a bunda empinada. Ele sentou na poltrona, abriu as pernas e bateu punheta olhando pra mim, rola enorme latejando. Quanto mais ele via, mais eu me esmerava nas poses.

Aí ele não aguentou mais. Eu me ajoelhei entre as pernas dele, tirei o resto da roupa e engoli aquele cacete gostoso até o fundo da garganta. Rafael gemia alto, segurava minha cabeça, mas ainda era novato nisso tudo. Eu dei um banho de preliminares nele, chupei os ovos, passei a língua devagar, deixei ele louco de tesão. Depois ele pediu pra me comer. Eu virei de quatro, ele posicionou aquela rola enorme na entrada do meu cuzinho e foi entrando devagar, abrindo tudo. Foi delicioso sentir ele me preenchendo por completo, empurrando fundo.

Ele me fodeu gostoso, segurando minha cintura, dando estocadas cada vez mais fortes. Eu gozei sem tocar no pau, só com o vai e vem dele batendo na próstata. Rafael gozou pouco depois, gozando dentro de mim com gemidos roucos. Depois ele me virou, me fez chupar até o fim e gozou na minha boca pela primeira vez na vida, surpreso com o próprio prazer.

Foi uma noite surreal pra caralho.

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