Foram mais de 600 quilômetros de estrada sinuosa, cortando vales e serras, até que o ronco do motor se fundiu com os primeiros ritmos do festival de cerveja e música em Pirenópolis. A cidade estava viva e pulsante, cheia de energia, e eu percebi rapidinho que não era só a música que me deixava hipnotizado — as ruas estavam lotadas de mulheres incríveis, com corpos cheios de curvas provocantes e um ar de pura tentação. Abri o Tinder na hora, sem perder tempo, e lá estava ela. Com a cabeça quase raspada e fios platinados brilhando sob o sol quente do cerrado, sobrancelhas marcadas e um olhar que parecia devorar a gente vivo. Era tipo uma mistura de arte e perigo, pronta para explodir. Dei like e, boom, match imediato. A conversa pegou fogo rápido: ela era puro desejo, uma chama que eu sentia queimar do outro lado da tela. Depois de umas mensagens quentes, marcamos de nos encontrar no dia seguinte.
Cheguei à casa dela com as pernas ainda doloridas da viagem, e pelo retrovisor vi sua silhueta se aproximando, cheia de confiança. Baixei o vidro do carro e ela me jogou um sorriso malicioso, daquele tipo que cheira a desafio. Saí, segurei firme a nuca dela e a beijei ali mesmo, na rua, como se nossos corpos já soubessem exatamente o que vinha pela frente. Fomos jantar, mas a fome verdadeira não era de comida — era de pele, de suor e de gemidos. Durante a refeição, ela cruzava as pernas devagar, esfregando-as uma na outra, e me lançava olhares que picavam como pimenta na pele. Quando me inclinei e sussurrei que queria enfiar minha rola bem fundo nela e foder com tudo, ela mordeu o lábio inferior, os olhos acesos de desejo. Aquilo foi o sinal: ela aceitou com o corpo inteiro, pronta para o que viria.
De volta à minha hospedagem, não perdi tempo com joguinhos. Arranquei a roupa dela com a pressa de quem está faminto por um corpo assim, macio e quente, e a joguei na cama. Seu corpo era uma obra de arte viva, liso e convidativo, cada curva gritando para ser explorada. Passei as mãos por todo lado, como se estivesse mapeando os pontos exatos do prazer, e comecei a chupar sua língua, depois os seios duros e inchados, sugando os mamilos até ela soltar gemidos selvagens que me deixavam louco. Ajoelhei ela de quatro no colchão, que eu tinha jogado no chão para ter mais espaço, e ela olhou por cima do ombro com olhos ferozes, tentando tomar o controle e me dominar. Mas eu não ia deixar. Segurei sua cintura com força, dei um tapa na bunda redonda e carnuda dela, e enfiei minha rola grossa bem fundo naquela buceta molhada e apertada.
Cada estocada era mais intensa, e ela gemia mais alto, o corpo tremendo de desejo, pedindo por mais. Seu cuzinho se contraía a cada movimento, e eu sentia o calor úmido envolvendo meu pau como um aperto perfeito. Quando ela tentou virar o jogo e me derrubar, eu a empurrei com o rosto no travesseiro, mantendo o comando daquele caos delicioso. Seu quadril rebolava desesperado, implorando por fodidas mais fortes e profundas, e eu virei ela em todas as posições que cabiam — de pernas para o ar, montada em mim, tudo para dominar cada centímetro daquela putinha safada. Suas unhas cravaram nas minhas costas, deixando marcas vermelhas, enquanto ela gritava: “Enfia essa porra na minha boceta como se fosse a última vez!” E eu obedeci, metendo com uma força bruta, sentindo o prazer subir até explodir.
Gozamos quase juntos, em uma rajada de porra e tesão que pareceu limpar tudo de reprimido dentro da gente. Depois, o ar ficou pesado com o cheiro de suor e sexo, mas havia algo mais — uma vibe de conexão, o jeito que nossos corpos se encaixavam no silêncio. Pedi para ela ficar e dormir comigo, e ela topou, como se estivesse cansada de ir embora depois da foda. Deitamos de conchinha, o calor do pós-gozo grudando nossas peles, e eu percebi que ela não era só tesão; era como um espelho mostrando as partes solitárias que eu escondo com farras e noites loucas. Algumas pessoas aparecem na vida para acender o que tá apagado, e ela tinha chegado para isso.