Rafael me enfiava devagar no início, os olhos fixos nos meus, como se quisesse ver cada instante em que eu me rendia. Eu cedi rapidinho, abrindo mais as pernas e puxando seu corpo contra o meu, gemendo alto sem me importar com nada. O prazer vinha em ondas quentes e intensas, cada empurrão mais fundo me tirando do mundo real.
Ele me virou de bruços de repente, agarrando meus quadris com força e me penetrando por trás. O peso dele sobre mim era dominante, a pegada firme e o ritmo acelerado me deixavam louca. Eu chorava de tanto prazer, cada estocada me quebrando e remontando, com gemidos altos ecoando pelo quarto.
— Olha pra mim, Sofia — ele ordenou, puxando meus cabelos para trás. Eu obedeci, ofegante, encarando aquele homem enorme e suado, que controlava cada pedaço do meu corpo. Aquilo foi o suficiente para me fazer tremer em um orgasmo violento, as pernas fraquejando sem parar.
Ele me girou de novo, me levantou no colo como se eu não pesasse nada, e eu montei em cima dele, guiada pelas mãos dele na minha cintura. Senti cada centímetro daquela rola grossa entrando fundo, e minha boca se abriu em um grito rouco. O ritmo era meu, mas o controle era todo dele; ele me fazia subir e descer com força, até que eu perdi a cabeça, jogando-a para trás com os seios balançando e os gemidos enchendo o ar.
Gozei outra vez, gritando o nome dele e me dissolvendo em puro êxtase. Mas Rafael não parava. Ele me deitou de volta, espalhando beijos molhados por cada curva do meu corpo, chupando meus seios com voracidade antes de descer e lamber minha boceta, que já pulsava de sensibilidade. Aquilo era como jogar gasolina no fogo; eu explodi em outro orgasmo, longo e convulsivo, lágrimas rolando pelo meu rosto.
Ele voltou a me foder, agora mais rápido e fundo, cada batida enviando choques elétricos pelo meu corpo. Eu gemia, soluçava e implorava sem palavras, o corpo gritando por mais apesar da exaustão. Quando ele finalmente gozou, foi na minha boca: segurou minha cabeça, olhou fundo nos meus olhos e jorrou aquele caldo quente e grosso, sem misericórdia. Eu engoli tudo, ofegante e viciada, querendo ainda mais.
Caímos exaustos, mas o braço dele não soltou minha cintura, me prendendo contra seu peito como se eu fosse dele. Meu corpo tremia, cada músculo dolorido, mas o desejo não sumia. Naquela escuridão, senti as mãos dele explorando minha pele de novo. Meu coração acelerou, e mesmo cansada, eu respondi na hora. A madrugada continuou sem trégua, só nós dois e aquele apetite selvagem que me transformava em uma putinha insaciável.
Conto adulto em áudio: