Conto erótico: Esposa safada fode e descreve tudo pro marido

O ambiente do clube estava carregado de batida eletrônica pesada e luzes piscando no escuro. Carla ajustou o vestido apertado no corpo, sentindo o olhar de Pedro fixo nela. Não era ciúme, era expectativa pura. Eles tinham esse combinado há anos: ela ia atrás de outro e ele ficava louco ouvindo tudo depois.

— Aquele do balcão não tira os olhos de você desde que chegamos — sussurrou Pedro no ouvido dela, voz calma mas já excitado. — Vai lá. Você sabe o que fazer.

Carla sorriu, o coração batendo forte. A aprovação dele era o que deixava ela molhada antes mesmo de tocar em qualquer um. Ela fez um aceno discreto e caminhou até o balcão. O cara era bem mais alto, largo de ombro, olhar safado. Não demorou nem cinco minutos pra conversa esquentar. Enquanto ele pedia as bebidas, o celular de Carla vibrou. Mensagem de Pedro: “Ele já está no seu dedo. Quero ver até onde você vai hoje. Manda tudo.”

Ela aceitou o convite pra ir pro hotel sem enrolação. No táxi, o cara já passava a mão na coxa dela por baixo do vestido. Carla fingia normalidade, mas digitava escondido: “Ele tá apertando minha coxa agora, subindo devagar. Tá duro só de me olhar.” Pedro respondia rápido: “Toca a rola dele por cima da calça. Me conta como tá.”

No quarto, o cara foi direto. Mal fechou a porta e já estava tirando o vestido dela, chupando os mamilos com força. Carla deixou o celular na mesinha de cabeceira, tela virada pra baixo, mas o áudio aberto. Quando ele desceu, abriu as pernas dela e lambeu a buceta sem dó, ela gemeu alto de propósito. A língua dele entrava e saía, chupava o clitóris inchado, e ela apertava as coxas na cabeça dele enquanto falava baixo pro celular:

— Ele tá me chupando gostoso, Pedro… a boca quente, lambe tudo… porra, tô escorrendo.

O cara se levantou, tirou a calça e mostrou o pau grosso, latejando. Carla ajoelhou na hora, segurou a rola com as duas mãos e engoliu fundo. Chupou com barulho molhado, cuspindo, engasgando de propósito, sabendo que Pedro ouvia cada som. Quando o cara virou ela de quatro na cama e enfiou tudo de uma vez na buceta, Carla soltou um gemido longo:

— Tá me fudendo forte… o pau dele é grosso pra caralho… tá batendo no fundo, Pedro… me escuta gemendo?

Ele metia sem parar, puxava o cabelo dela, dava tapa na bunda. Carla gozou primeiro, apertando a rola dele, depois ele gozou dentro, enchendo ela de porra quente. Ela ficou deitada uns minutos, ofegante, descrevendo tudo em voz baixa pro celular: como a porra escorria pela coxa, como o pau dele ainda pulsava.

Quando o cara foi pro banheiro, ela mandou um áudio rápido pra Pedro: “Gozei duas vezes. Ele gozou dentro. Tô cheia.”

De madrugada, Carla voltou pra casa. Pedro estava na sala, notebook aberto. Ela tirou os sapatos, sentou no colo dele e começou a contar tudo, palavra por palavra, descrevendo o pau, o cheiro, o jeito que gozou, enquanto Pedro abria a calça e masturbava ouvindo. A noite terminou com ela recontando cada detalhe, os dois excitados de novo com o pacto que só eles entendiam.

Deixe um comentário