Quando comecei a namorar a Sofia, uma delícia de mulher com pernas perfeitas e corpo todo gostoso, eu logo comecei a incentivar ela a usar roupas mais ousadas, tipo mini-saias e blusas decotadas. Rapidinho, vi que ela chamava a atenção de todo mundo na cidade, e isso me deixava louco de tesão, só de imaginar os olhares famintos rolando sobre ela. Cada vez que saíamos, eu pedia pra ela caprichar no sexy, e percebi que ela também estava curtindo a vibe, se sentindo desejada e poderosa.
Um dia, fomos pra uma prainha ali perto, e ela vestiu um biquíni minúsculo que mal cobria nada – as tetas firmes e a boceta delineada estavam praticamente de exposição. Eu curti pra caralho os olhares explícitos dos caras em volta, e quando chegou a hora de ir embora, eu desafiei ela a colocar só uma camiseta comprida branca e deixar o biquíni de lado. Ela relutou um pouco, mas topou, e lá fomos nós, caminhando uns 2 km de volta a pé, com o sol quente batendo forte.
No caminho, cruzamos com um monte de conhecidos dela, e eu via o bico dos seios dela furando a camiseta, endurecido e óbvio, enquanto ela ficava cada vez mais excitada. Meu pau estava prestes a explodir dentro da bermuda, de tanto tesão em ver o tecido fino grudado na pele dela. Aí, começou a chover forte, e a camiseta virou uma segunda pele, marcando os seios redondos e a bunda perfeita, com a água destacando cada curva. Eu sentia o cheiro do desejo dela no ar, e meu pau latejava, inchado e dolorido de vontade.
De repente, um amigo nosso cruzou o caminho e resolveu fazer companhia até a cidade. Enquanto caminhávamos e conversávamos, ele não tirava os olhos da Sofia, babando no corpo molhado e seminu dela. Eu ficava imaginando ele olhando enquanto eu arrancava aquela camiseta, e ele soltava elogios: “Você tá linda pra caralho, hein!” No fim, ele nos convidou pra uma pizza à noite na cidade, e nós aceitamos na hora. Depois que ele seguiu pro destino dele, eu e a Sofia desviamos pro meio de uma pequena floresta ali perto.
Assim que entramos, eu comecei a acariciar o corpo dela, sentindo a buceta já molhadinha e quente de tesão. “Você viu como ele não parava de encarar seu corpo, sua putinha gostosa?”, eu sussurrei no ouvido dela. Ela ficou louca, tirou minha bermuda rapidinho e me agarrou, me fodendo ali mesmo de pé contra uma árvore. Eu enfiei a rola grossa na boceta apertada dela, sentindo cada centímetro escorregadio e quente, enquanto imaginava o amigo assistindo a gente. Ela gemeria alto, “Ah, porra, assim, mais fundo!”, e eu bombeava com força, o som das nossas peles batendo ecoando. Quando gozei, minha porra quente escorreu pelas pernas dela, e saímos dali rindo, com ela toda suja e excitada.
Eu disse pra ela: “Quero você bem safada e sexy pra essa pizza à noite.” Ela sorriu, como se soubesse exatamente o que eu tava tramando – ver ela com outro cara me deixava ainda mais louco de desejo. Eita, que noite ia ser boa…