Eu tava casado há anos, mas era um gringo recém-chegado ao Brasil, na Bahia. Não entendia porra nenhuma de português, então minha ex e eu só nos misturávamos com casais que falavam inglês. Acabamos ficando super íntimos de outro casal – gente legal, sabe? Passávamos o tempo todo juntos, fazendo programas, viajando, mas era só amizade mesmo. Pelo menos, no começo.
O problema é que eu tinha esse fetiche louco por pernas, e as da esposa do outro cara eram de lascar. Perfeitas, lisas, com curvas que me deixavam maluco. Um dia, ela apareceu na nossa casa de surpresa. Minha ex e ela estavam sentadas no jardim, batendo papo, enquanto eu ficava dentro de casa, espiando tudo sem ser notado. Estava usando um mini vestido azul e branco que subia até a coxa, mostrando aquelas pernas deliciosas que pareciam pedir para serem tocadas. Eu não tirava os olhos dali, imaginando como seria passar a mão pela pele macia, sentir o calor subindo.
Ela percebeu que eu estava olhando e, em vez de se afastar, começou a exibir mais. Cruzava e descruzava as pernas devagar, como se estivesse me provocando de propósito, enquanto conversava com minha ex sobre merdas aleatórias. Meu pau já estava duro como pedra dentro da calça. Sem pensar direito, eu fiz um gesto com as mãos, pedindo que ela se mexesse um pouco para o lado, só para eu ver melhor aquele show. E ela obedeceu, cara! Abriu mais as pernas, deixando o vestido subir ainda mais, revelando a calcinha branca por baixo. Meu coração acelerou, e eu não aguentei.
Enfiei a mão na calça e comecei a me masturbar ali mesmo, devagar, sentindo o pau latejar na minha mão. Ela viu tudo, os olhos dela fixos em mim, e eu juro que vi um sorriso safado no canto da boca dela. Apertei mais forte, imaginando minha boca chupando aquelas coxas, minha língua subindo até a buceta dela. Não demorou nada, eu gozei forte, o porra quente enchendo a minha mão. Tirei a mão de dentro da calça e mostrei para ela, todo aquele gozo escorrendo pelos dedos.
Ela não perdeu tempo. Pediu licença para minha ex, dizendo que precisava ir ao banheiro, e veio passando por mim lá dentro de casa. Quando chegou perto, estendeu a mão como se fosse bater um high-five, mas eu entendi o recado. Bati a minha mão cheia de porra na dela, passando tudo aquilo para os dedos dela. Ela sorriu, lambeu um pouco e seguiu para o banheiro como se nada tivesse acontecido.
Isso foi há quatro anos, e eu ainda me masturbo pensando nessa merda. Aquelas pernas, o jeito que ela me provocou, o gozo na mão dela… Me excita pra caralho toda vez que lembro.