Trabalhei com essa morena gostosa chamada Sofia nos meus eventos, uma gata com um corpo que faz qualquer um babar: seios firmes e redondos, uma bunda enorme que balança a cada passo e uma boca carnuda que parece feita pra pecados. Estávamos na chácara de um cliente antigo, arrumando tudo pra receber os convidados – cadeiras, decoração, piscina pronta. Mas o cara e o resto da galera atrasaram feio, e lá estávamos só eu e ela, debaixo daquele sol quente, olhando pra água cristalina e matando tempo com conversa fiada.
A conversa fluiu solta, e logo entramos em assuntos safados. Ela começou a despejar sobre o namorado, reclamando que ele não dava a mínima pro corpão dela. Eu, é claro, aproveitei pra jogar lenha na fogueira, dizendo que o cara era um idiota por ignorar uma boceta tão tentadora e uma boca que pedia pra ser comida. Foi aí que o clima esquentou de vez – nos olhamos, e bum, nossos lábios se encontraram num beijo molhado e urgente. A mão dela desceu direto pro meu pau, que já estava duro como pedra, prestes a explodir dentro da calça.
Com o medo do dono da chácara aparecer a qualquer momento, tudo aconteceu num flash de tesão. Ela baixou minha calça num segundo e engoliu meu pau inteiro, mamando com força, a língua rodando em volta da cabeça inchada enquanto eu gemia baixinho, sentindo o calor úmido da boca dela me enlouquecendo. Não aguentei ver aquilo sem retribuir – ela tava de vestido longo, fácil de levantar, e eu ergui o tecido, revelando aquela buceta lisinha e molhada. Me joguei entre as pernas dela, chupando tudo, lambendo os lábios inchados, sentindo o gosto salgado e o cheiro de excitação que pingava dela. Sofia tremia inteira, as pernas fraquejando, gemendo que eu era bom demais nisso.
Ela virou de quatro ali mesmo, na beira da piscina, e eu não perdi tempo: enfiei meu pau na buceta dela com uma estocada profunda, sentindo aquelas paredes quentes apertando em volta de mim. Ela delirava, gritando baixinho pra não chamar atenção, pedindo mais, mais fundo. O som das nossas peles batendo ecoava, e eu fodi ela com força, as mãos apertando aquela bunda gigante. Mas aí ela soltou: “Coloca no meu rabo, vai”. Meu sonho se tornando realidade. Eu lambi o cuzinho dela primeiro, passando a língua em volta do anelzinho apertado, lubrificando com a saliva, e depois enfiei devagar, sentindo a resistência inicial ceder. Sofia gemeu alto, quase perdendo o controle, enquanto eu movimentava o quadril, fodendo aquele buraco estreito com cuidado, mas firme, até ela implorar por mais.
Foi uma rapidinha selvagem, cheia de suor e prazer, e terminamos rapidinho, nos limpando com as roupas e voltando à realidade. Nem dez minutos depois, os convidados começaram a chegar, e eu pensei comigo: puta merda, foi por pouco. Transar ali ao ar livre, com o risco de sermos pegos, só deixou tudo ainda mais quente.