Eu e minha esposa, vamos chamá-la de Alice, estávamos precisando de uma agitada na rotina. Moramos só nós dois, sem filhos, e um dia resolvemos nos inscrever num programa de intercâmbio pra hospedar estudantes estrangeiros. Alice é uma morena gostosa, pele clarinha, cabelo preto comprido até a bunda – e que bunda, redondinha e empinada, perfeita pra agarrar. Ela tem 1,70m, uns 59kg distribuídos em curvas malucas, com peitos siliconados e lábios inchadinhos que fazem um boquete de deixar qualquer um louco. Eu tinha esquecido totalmente dessa história de intercâmbio, faziam mais de um ano, até que recebo uma ligação: íamos receber um acadêmico argentino chamado Juan.
Fui buscar o cara no aeroporto. Ele era um rapaz de vinte e poucos anos, alto, atlético e bem caladão. Chegando em casa, arrumei o quarto dele e descemos pra jantar. Alice se arrumou toda, vestidinho curto e salto alto que destacava ainda mais aquele rabo incrível. Ela estava animadíssima, e depois da refeição, Juan disse que estava cansado, subiu pra tomar banho e dormir. Nós dois fomos pro quarto logo em seguida. Cara, ela estava tão fogosa que não resisti. Tirei o vestido dela e boom, a safada tava sem calcinha, buceta já molhada e pronta. Fodi ela gostoso, de várias posições, até gozarmos forte e cairmos no sono.
No dia seguinte, Alice fez o café da manhã, e nós saímos pro trabalho, deixando Juan na faculdade. Quando voltei à noite, os dois já estavam na sala, batendo papo. Estava um verão quente pra caralho, e ela usava um micro-calção que mal cobria a bunda, com a metade de fora e o tecido enfiado na buceta. Achei estranho, mas não comentei. Juan olhava pra ela como se quisesse devorar, babando igual cachorro. Subi rapidinho pro banho, e quando voltei, Alice estava sentada coladinha no sofá com ele, mostrando fotos do lugar onde ele morava na Argentina. Ela me chamou pra ver, mas aí, na tela do celular dele, aparece uma foto de um cacete enorme, grosso e cheio de veias. O cara desconversou, todo envergonhado, e eu fingi que não vi, mas meu pau já tava se mexendo só de imaginar.
Os dias passaram na rotina normal, mas o clima esquentou no final de semana. Sábado de manhã, Juan tinha aula, e eu aproveitei pra dar uma fodida boa em Alice. Estávamos tentando engravidar, e ela tava no auge do tesão. Acordei com a boca dela no meu pau, sugando forte, e a buceta quente encostada na minha cara. Fiz um oral completo nela, lambendo tudo, até o cuzinho apertado. Fodi ela por horas, em todas as posições, até gozarmos exaustos. Depois, ela foi fazer o almoço, e por volta do meio-dia, Juan chegou e subiu pro banho. Eu estava no quintal regando as plantas quando vi Alice subir as escadas atrás dele. Aquela vadia queria conferir se o cacete da foto era mesmo dele. Passaram uns cinco minutos, ela desceu sem dizer nada, pôs a mesa, e almoçamos. O calor estava brutal, então fomos pra piscina: eu de sunga, Juan de calção, e Alice num micro-biquíni que mal tapava a bunda e deixava a boceta praticamente de fora. Meu pau endureceu na hora ao ver aquelas curvas, com o tecido enfiado no meio. Ela deitou de barriga pra cima, rabo empinado, tomando sol, e passamos a tarde assim, eu tentando disfarçar a ereção.
À noite, não aguentei mais e fodi Alice de novo, obcecado com aquelas marcas de sol na bunda. Estava metendo nela de quatro, sentindo a buceta apertar meu pau, quando ela gemeu: “Vai, Juan!” Eu congelei, mas ela corrigiu rapidinho: “Vai, amor!” Continuei arremetendo até explodir, mas fiquei pensando no que ela tinha dito.
Domingo, eu fui jogar futebol e chamei Juan, mas o cara estava dormindo, com o pau duro e gigante, daqueles de uns 20cm fácil, esticado debaixo do lençol. Como ele não acordou, fui sozinho. Quando voltei, acendi a churrasqueira e preparei o almoço. Alice estava na cozinha fazendo maionese, com aquele biquíni ainda enfiado, e Juan ajudando, os olhos fixos no rabo dela. Não tinha como esconder: o calção dele estava esticado com a rola dura. Almoçamos, e eu deitei no sofá pra cochilar. Ouvi eles na cozinha, Juan dando encoxadas disfarçadas na minha esposa. Depois, ela põe um calção e diz que vão comprar sorvete. Entram no carro e saem às 14h. Eu cochilei e só acordei com o barulho do carro voltando, quase 16h. Eles chegam sem nenhum sorvete. Juan sobe pro quarto dizendo que vai estudar, e Alice, ainda de biquíni, me dá um selinho rápido. O hálito dela cheirava a porra fresca, e eu soube na hora: a putinha tinha fodido com ele. Meu cu apertou de ciúme e excitação, imaginando aquele cacete enorme estourando a boceta da minha esposa. Desde então, as coisas mudaram, e eu não paro de fantasiar com o que rolou.