Nada como voltar para casa depois de semanas de trabalho pesado. Essa história aconteceu recentemente, durante um voo de volta para o Brasil. Eu viajo bastante a serviço e estava voltando para Recife após algumas semanas fora. Era um voo noturno com escala e uma espera longa no meio da madrugada. Finalmente chegou a hora de embarcar. Eu torcia para que os assentos ao meu lado ficassem vazios, para viajar mais à vontade. Tenho o costume de tirar o sapato, soltar o cinto e abrir o botão da calça em voos noturnos, especialmente quando não tem ninguém por perto. O embarque estava quase terminando e os lugares ao meu lado continuavam livres. Eu estava na poltrona da janela. Achei que ia ficar sozinho, então segui meu ritual: tirei o sapato, abri o cinto e desabotoei a calça. Me acomodei abrindo um pouco as pernas. Quem viaja de avião sabe como o espaço é apertado, e como eu tenho um metro e oitenta, meu joelho bate fácil na poltrona da frente. Já estava satisfeito, pensando em enfrentar mais de oito horas de voo internacional sem desconforto.
De repente apareceu um casal olhando para a fileira. Confirmaram que aqueles eram os assentos deles. Respirei fundo, foi como um balde de água fria. Eram jovens, uns 25, 30 anos. Ela era uma morena bonita, cintura fina, quadril largo. Não olhei muito, por respeito e porque estava realmente chateado. Fiquei olhando pela janela enquanto eles se ajeitavam. A mulher sentou no meio, ao meu lado, e o marido no corredor. Ambos estrangeiros, provavelmente vindo conhecer o Brasil. Não tive tempo de me recompor. O embarque terminou, decolamos sem problema. Ao atingir a altitude de cruzeiro, apagaram as luzes. Eu me cobri da cintura para baixo com a manta da companhia, já que agora tinha gente ao lado.
Tudo calmo. Eu tentava achar uma posição melhor para dormir, mas sempre tive dificuldade em voos. O cansaço venceu e acabei cochilando. Quando acordei, percebi que tinha aberto as pernas e estava invadindo um pouco o espaço dela. Escuro total. Me recompus rápido, fechei as pernas e tentei dormir de novo. No mesmo instante, ela abriu as pernas também e encostou nas minhas. Eu achei que estava dormindo, com aquela máscara nos olhos. Fiquei quieto por uns minutos, até notar que ela movimentava a perna devagar, com uma frequência suave. O sono sumiu na hora. Ainda de olhos fechados, comecei a mexer minha perna no mesmo ritmo. O marido já respirava pesado, dormindo profundamente.
Abri os olhos um pouco e vi um movimento leve de sobe e desce na manta que cobria ela da cintura para baixo. “Não é possível que ela está se tocando”, pensei. Pisei de leve no pé dela, descalço só de meia. Ela fez o mesmo, esfregando o pé no meu. Percebi que ela entendeu que eu havia notado a malícia. Levantou o braço da poltrona que separava a gente e, quando a mão desceu, apoiou levemente na minha coxa. Eu acariciei a mão dela, levantei a manta e coloquei a mão dela por baixo, direto na minha coxa. Ela tremeu. Fiquei parado. Ela deslizou a mão macia até o meio das minhas pernas. Meu pau já latejava de tesão. Ela sentiu a rigidez por cima da calça, apertou e pareceu surpresa com o tamanho e a grossura. Eu aproveitei para acariciar a perna dela, coberta por meia-calça preta e um vestido acima do joelho.
Ela ficou mais ousada. Passou a mão na minha barriga, desceu e abriu o zíper da calça. Notou que já estava aberto. Enfiou a mão por dentro da cueca e não conseguiu fechar os dedos em volta do meu pau inteiro. Sentiu ele pulsar e intensificou a siririca que já fazia nela mesma. Começou a me punhetar devagar. Eu baixei a calça e a cueca até o joelho, ficando só coberto pela manta. Ela passou a mão da base até a cabeça, apertando com força de vez em quando, mordendo o lábio como se quisesse engolir tudo ali mesmo, ao lado do marido dormindo.
De repente ela tirou a mão, lambeu os dedos, cuspiu na palma e voltou lubrificada, escorregando pela minha rola latejante. Parecia tatear cada veia. Eu desci a mão até a buceta dela. Ela pegou minha mão e guiou até a entrada, molhada pra caralho. Os lábios eram bem salientes, do jeito que eu gosto. Brinquei com o grelinho e ela apertou mais a punheta. O marido se mexeu um pouco. Eu tirei a mão, mas ela continuou me masturbando sem parar. Arrisquei, mas ela tirou a máscara, olhou para mim com cara de safada, passou o dedo na saída do pau e espalhou o pré-gozo pela cabeça. Mordendo o lábio, lambeu o dedo, me olhando nos olhos. Depois repetiu o movimento, pegou mais pré-gozo com dois dedos e passou no nariz e na boca do marido. Ele chupou os dedos dela. Ela deu um beijo na boca dele e eu quase gozei só de ver.
Voltei à posição original. Ela levantou a manta do meu colo e desceu a boca no meu pau. Que boca quente e macia. Deixou tudo babado enquanto eu apertava os seios duros dela por cima do vestido. Ela levantou, tirou os seios para fora, exibindo aréolas rosadas e inchadas, mamilos duros. Comecei a chupar e enfiei dois dedos na buceta melada. Ela punhetava mais rápido. Eu aumentava o ritmo, fodendo ela com os dedos e sugando os peitos. Notamos movimento das aeromoças e imaginamos que logo serviriam algo. Ela se inclinou para o lado do marido, levantou o vestido e empinou a bunda redonda e branca. Sem calcinha. Segurou meu pau, passou a cabeça na buceta para melar e depois começou a pincelar no cuzinho apertado. Beijava o marido, se masturbava com uma mão e usava meu pau como brinquedo no cuzinho com a outra.
Eu apertava e abria aquela bunda gostosa, vigiando o corredor. Senti o corpo dela tremer inteiro quando gozou. Ela parou de brincar com o cuzinho, melou meu pau de novo com a buceta encharcada e punhetou rápido, direcionando para a bunda. Gozei como um cavalo, jorrando porra quente que escorreu pela bunda dela. Ela passou os dedos no gozo e lambeu tudo. Nos ajeitamos rapidinho. Segundos depois, as luzes acenderam para o serviço de bordo. Depois de comer, consegui dormir o resto do voo. Não trocamos uma palavra. Chegamos a Recife, eles desceram, eu também, e cada um seguiu seu caminho.