Conto erótico: Marido corno me deixa comer sua esposa

Eu sou o Rafael, moro em Sorocaba, interior de São Paulo. Tenho 35 anos, sou branco, cabelo castanho, 1,73 m e um corpo definido de academia. Certa noite, enquanto treinava, um cara mais ou menos da minha idade chegou perto e começou a pedir dicas de treino. Acabamos treinando juntos e, no final, ele me pediu meu Instagram. Passei o perfil e fui embora.

Chegando em casa, já tinha solicitação dele. Aceitei e, minutos depois, ele me mandou mensagem. Conversamos bastante até que ele me contou que era casado há 18 anos, que tinha conhecido a mulher virgem, aos 17, e que eles sempre tiveram um casamento bem tradicional. Mas, nos últimos tempos, ele vinha fantasiando com a ideia de ver ela sendo comida por outro homem. O desejo só crescia e ele não parava de pensar nisso. O problema era como contar para ela, já que ele era o único homem com quem ela já havia dormido.

Foi aí que ele me apresentou o plano. Contou que tinha percebido a mulher dele me olhando durante um treino e queria que eu tentasse alguma coisa com ela. Se ela demonstrasse interesse, eu deveria revelar que o próprio marido tinha me pedido para dar em cima dela e expor o fetiche. Topei na hora.

Ele ficou responsável por deixá-la treinar sozinha e me avisar o horário. Por volta das 19h, recebi a mensagem de que ela estava na academia. Cheguei lá e a vi fazendo treino de perna na extensora: pele bem branca, baixa, cabelo preto liso, pernas grossas e uma bunda grande, redonda e extremamente gostosa. Comecei a treinar na máquina ao lado, puxei assunto e ela foi super simpática. Conversamos bastante e, no final, pedi o Instagram dela. Seguimos um ao outro na hora.

Quando contei para o marido que ela tinha me passado o contato, ele quase surtou de tesão. Seguindo o combinado, comecei a mandar mensagens para ela à noite. Depois de uma hora conversando, falei que queria ficar com ela. Ela respondeu que era casada. Eu disse que tinha uma coisa para contar e expliquei tudo: que o marido dela queria ver ela com outro homem e tinha me pedido para flertar. Ela não acreditou. Então propus mandar o marido até ela para confirmar. Se fosse verdade, ela pensaria no assunto.

Passei a informação para ele, que ficou em êxtase. Ele foi até a cozinha pegar um copo d’água, como combinamos. Quando ela o viu, perguntou se era verdade. Ele confirmou e eles conversaram. Por volta das 22h, ele me mandou mensagem perguntando se eu podia estar no Motel Gregos por volta das 23h30.

Cheguei um pouco depois das 23h. Eles já estavam no quarto. Entramos no assunto devagar até que ele me disse para sentar mais perto dela. Sentei ao lado, passei a mão no cabelo dela e a beijei na boca. Olhei para ele e perguntei como estava. Ele respondeu que não conseguia descrever a sensação, que o coração estava disparado e dava para ver os batimentos pela camisa.

Levantei ela, tirei a saia e a blusinha. Ficou só de calcinha e sutiã pretos. Comecei a beijar ela e apertar aquela bunda deliciosa. O marido já tinha tirado o pau para fora e, em três punhetadas, soltou um gemido grosso e gozou tanto que não parava mais. Quando terminou, disse que nunca tinha sentido aquilo, que as pernas tinham ficado moles.

Deitei ela na cama e comecei a chupar. Ela me contou que nunca tinha recebido oral na vida. Lambi o cuzinho rosado dela e depois chupei a bucetinha como se estivesse beijando uma boca. Ela começou a se contorcer, apertando minha cabeça entre as pernas, gemendo alto e gritando. Quando gozou, senti algo quente no queixo: ela estava mijando de tanto tesão. Continuei chupando enquanto ela gozava, encharcando o lençol. O marido gozou de novo só de ver.

Coloquei ela de quatro na ponta da cama e mandei o marido tirar a calcinha que estava atolada naquela bunda maravilhosa. A visão era perfeita: bucetinha rosada, bundão redondo e firme. Olhei para ele e perguntei como ele tinha coragem de deixar outro macho comer uma princesa daquelas. Ele estava paralisado, olhando a esposa pelada e empinada para mim, com meu pau latejando atrás dela.

Passei a cabeça do pau na bucetinha dela e comecei a enfiar. Ele levou as mãos ao rosto, percebendo que não tinha mais volta: a mulher dele já era minha putinha. Segurei as mãos dela para trás, com a cabeça virada na direção dele. Comecei a socar forte, apoiando os pés na cabeça dela. Ela olhou nos olhos do marido e falou: “Olha o que ele está fazendo com a sua esposa”. No mesmo instante, ele gemeu e gozou de pau mole, sem tocar em si mesmo.

A bucetinha dela espumava e contraía no meu pau. Ela gozou de novo, forte. Depois a coloquei de joelhos no chão, dei umas batidas com o pau na cara dela e gozei no rosto enquanto o marido assistia à total submissão da mulher.

Tomamos banho e fomos embora. No dia seguinte, eles me adicionaram em um grupo de WhatsApp. Conversávamos todo dia. Um tempo depois perguntei se eles pensavam em sair com outra pessoa. O marido respondeu que tinham decidido que eu seria o único. Fizeram exames, eu já tinha feito vasectomia, e combinamos que na próxima vez eu ia comer ela no pelo e gozar dentro.

Na semana seguinte, fiz um Pix para ela arrumar as unhas, o cabelo e comprar lingerie. Não parava de imaginar fodendo ela de novo. Na sexta, por volta das 20h, ele mandou uma foto no grupo: ela loira, lingerie branca, marquinha de bronzeamento aparecendo, de quatro no sofá. Na bunda esquerda tinha escrito meu nome com batom vermelho; na direita, “me come”. A mensagem dele foi direta: “Como você vai comer ela sempre, não faz sentido irmos para motel. Quer vir agora?”.

Não perdi tempo. Corri para a casa deles. Dessa vez foi sem camisinha, bem no fundo, até eu gozar dentro daquela bucetinha quente enquanto o marido assistia tudo.

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