Conto erótico: Minha primeira festa swinger

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Eu e minha esposa tínhamos marcado um encontro com outro casal que ainda não conhecíamos. Ela se arrumou toda, com uma maquiagem caprichada e uma roupa sexy que destacava suas curvas – acho que era um vestido justo, mas o que importava era a calcinha fio dental que ela vestiu por baixo e o perfume Lily, que deixava todo mundo louco de desejo. Eles moravam em uma cidade vizinha, mas combinamos de nos encontrar em João Pessoa, na capital da Paraíba, num supermercado. Ficamos esperando um pouco e aí eles chegaram: ela era uma gata com olhos claros e uma bunda enorme que me deixou logo com a pica dura de tanto tesão. Ele era um cara simpático, bem vestido e educado, e eu via como ele devorava minha esposa com os olhos, como se quisesse comer ela ali na hora.

Eu sou alto, uns 1,83m, forte e em forma, com 48 anos, e minha esposa é do tipo médio de altura, pele branquinha, seios firmes e um rosto que parece de uma garota mais nova, mesmo com 44 anos. Nós dois nos cuidamos na academia e caminhamos todo dia, então estávamos animados para a aventura. Compramos algumas bebidas no supermercado e seguimos para o local da festa, eles no carro deles e nós no nosso. No caminho, conversei com minha esposa sobre como as coisas poderiam rolar, o que fazer, e o nervosismo era palpável – o coração acelerado, a boca seca, mas a excitação de experimentar algo novo era mais forte.

Depois de uns minutos de viagem, chegamos a uma casa grande de dois andares. Havia uma escada na entrada com alguém nos recebendo, e subimos para abrir outra porta. Lá dentro, o lugar era limpo, com música eletrônica tocando baixinho, meia luz que deixava tudo misterioso, e o cheiro de sexo no ar. Alguns casais já estavam por ali, mulheres dançando de forma provocante, criando um clima perfeito para soltar a rédea. Fomos nos apresentando, fazendo amizade para aliviar a tensão, e começamos a dançar e beber. Eu via os caras olhando para minha esposa como se quisessem devorar aquela buceta ali mesmo, e foi incrível ver ela beijando outras garotas – nesse momento, soube que não tinha volta. Minha pica estava pulsando, dura como pedra, de tanto tesão.

O tempo passou, e fomos nos soltando mais, ficando à vontade. Algumas vezes, fomos ao banheiro e sentimos os olhares dos outros casais nos seguindo. Decidimos descer para o térreo, onde tinha quartos com camas, uma sinuca e uma piscina. Aí, o grupo que estava conosco começou a descer também, e uns três casais foram para um dos quartos. Eles nos chamaram, e depois de pensar um pouco, entramos também. A porta ficou semiaberta, o que deixava as pessoas do corredor verem tudo, e o quarto já estava cheio de gente pelada.

As coisas esquentaram rápido: mulheres se pegando com homens, gemidos enchendo o ar. De repente, vi minha esposa completamente nua, sua buceta exposta e molhada, pronta para a ação. Eu estava com a esposa deles, que chamaremos de Carla – uma delícia de mulher. Eu a fodi com força, enfiando minha rola fundo na sua rabetona, mas não conseguia parar de olhar para minha esposa sendo comida por outro cara, que vamos chamar de Bruno. Ele a comia com tudo, mudando de posição sem parar: primeiro de quatro, com ele socando forte na buceta dela, depois ela por cima, rebolando e gemendo como uma puta selvagem. Vi nos olhos dela o puro prazer, como ela adorava ser fodida por aquele macho, beijando ele desesperadamente enquanto ele enfiava a pica grossa nela.

Eu continuava arrombando Carla, sentindo sua boceta apertada me sugando, mas o som dos gemidos da minha esposa ecoava na minha cabeça, me deixando ainda mais louco. Ela se contorcia, pedindo mais, e eu pensei: “Que porra de visão, ver minha mulher se transformando em uma vadia insaciável bem na minha frente.” O quarto cheirava a suor e porra, e o barulho de peles batendo era música para os meus ouvidos. Foi a nossa primeira vez assim, e até hoje lembro daquelas sensações – o calor, a umidade, o desejo cru.

A festa foi acabando, e precisávamos voltar para nossa cidade. Nos despedimos deles e voltamos à rotina normal. Mas isso não foi o fim; fomos uma segunda vez para a mesma festa, e essa é outra história.

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