Tudo começou em 2012. Eu estava num chat procurando mulheres quando recebi uma mensagem de um cara chamado Marcos, algo como Hcoroa50. Ele mandou um recado educado, eu respondi que não era o que buscava e agradeci. Mas ele insistiu, disse que entendia e que só queria conversar. Não vi motivo para recusar e acabamos virando amigos. Conversávamos bastante, ele sempre gentil e paciente.
Um dia ele me contou que estava de pau duro e que já tinha gozado várias vezes pensando em mim. Pediu uma chance de me mostrar algo que eu nunca havia sentido. Foi a primeira vez que aquilo me deixou excitado. Eu neguei várias vezes, sem coragem, mas ele nunca desistia, sempre repetindo que respeitava meu tempo. Aos poucos, o desejo foi crescendo. Eu começava a me imaginar fazendo o que ele descrevia e sentia a rola endurecendo só de pensar.
Depois de semanas assim, eu não aguentava mais de curiosidade e tesão. Conviduei ele para ir à minha casa. Quando o dia chegou, meu coração batia forte, eu estava perdido de nervoso. A campainha tocou, abri a porta e ele entrou. Eu não sabia o que fazer, completamente tímido. Então ele falou:
— Se você permitir, eu conduzo tudo.
Eu respondi que sim. Ele perguntou onde era o quarto, pegou minha mão e me levou até lá. Parado no meio do quarto, pediu para eu ficar de joelhos. Obedeci na hora. Ele abriu a calça e tirou a rola grossa, já latejando, grande e perfeita. Mandou que eu colocasse a mão nela. Fiz isso, sentindo o calor e a rigidez. Depois pediu para por na boca.
Eu comecei a mamar devagar, primeiro só a cabeça, lambendo o pau todo, chupando com vontade. Foi uma delícia sentir aquela rola quente na boca pela primeira vez. Engasguei quando tentei enfiar mais fundo, mas continuei chupando, babando, indo e voltando com a língua. Ele gemia baixo, me elogiando.
Depois me mandou levantar e deitar na cama de bruços. Ele se deitou atrás de mim. Suas mãos deslizaram pelas minhas nádegas até os dedos alcançarem meu cuzinho. Massageou devagar, me deixando molhadinho de tesão. Então encostou a cabeça da rola ali e avisou:
— Vai doer um pouco, mas passa. Eu te prometo.
Ele pressionou com calma, empurrando centímetro por centímetro. Senti uma queimação forte no começo, mas ele parava, me acalmava, esperava meu corpo aceitar. Depois de alguns minutos, com uma paciência absurda, enfiou tudo. Ficou parado, sentindo meu cuzinho apertar ao redor da rola dele. Pediu para eu piscar. Apertei forte, sentindo cada veia pulsando dentro de mim. A dor foi sumindo e dando lugar a um prazer intenso.
— Posso meter? — ele perguntou.
Eu gemi e disse que sim. Ele começou a ir e vir devagar, com carinho, metendo fundo e saindo quase todo. O prazer foi aumentando a cada estocada. Ficamos assim uns trinta minutos, ele fodendo meu cuzinho com movimentos ritmados, me fazendo gemer sem parar.
De repente ele tirou a rola e mandou eu mamar de novo. Eu desci, engoli o pau sujo do meu cuzinho e chupei com gosto. Ele segurou minha cabeça e disse:
— Pede leitinho.
Eu pedi, suplicando. Continuei chupando até ele avisar que ia gozar. A rola pulsou forte e jatos quentes de porra jorraram na minha boca. Engoli tudo, lambendo até a última gota, sentindo o gosto salgado e grosso descendo pela garganta. Me senti realizado, nunca imaginei fazer um homem gozar assim.
Depois disso ele me disse que ia me transformar em uma menina entre quatro paredes, no sigilo total, e que sabia o que era bom para mim. Eu aceitei e obedeci. Hoje sou a Luna, e ele é meu dono. Contarei mais em outro capítulo.