Conto erótico: Noite de paixão sob o luar

Imagine nós dois, Mike e eu, no décimo quinto andar de um hotel chique, curtindo uma noite perfeita com a lua cheia brilhando lá fora. As luzes do quarto estão meio apagadas, só o suficiente para criar uma vibe íntima, e uma música suave toca baixinho no fundo. Estamos sentados na varanda, olhando o mar que reluz sob o luar, o vento frio da meia-noite roçando a nossa pele. Eu, Lisa, estou no colo dele, vestindo só um baby doll transparente e uma calcinha com sutiã azul escuro, sentindo o calor do corpo dele contra o meu. Ele está de cueca preta, e eu posso sentir cada centímetro do seu corpo forte debaixo de mim.

Os olhos dela cravados nos meus, cheios de um desejo que não dá para esconder, e nós nos beijamos devagar, os lábios se encontrando em toques suaves e quentes. Ela sorri no canto da boca enquanto alisa meu rosto, as mãos dela deslizando pela minha barba, sem pressa, como se o mundo inteiro tivesse parado. O vento frio contrasta com o calor que cresce entre a gente, e cada beijo vai ficando mais safado, mais úmido, fazendo minha mente explodir de ideias sujas. As mãos dela descem para o meu peito, os dedos arranhando a pele, deixando marcas leves que me deixam louco de excitação.

De repente, ela se levanta um pouco, passa a perna por cima e se senta de frente para mim, o corpo grudado no meu. Sinto a calcinha dela roçando na minha cueca, e minha rola já está endurecendo rápido, pulsando com o fogo que toma conta dela. Lisa me aperta forte, as unhas cravando na minha cintura, louca para arrancar as roupas e ser fodida ali mesmo. Sua buceta está tão molhada que eu sinto o cheiro no ar, e ela geme baixinho no meu ouvido, me provocando enquanto eu seguro sua cintura e a forço a se esfregar mais na minha ereção. “Ah, porra, isso é bom”, ela sussurra, a voz tremendo de desejo.

O tesão fica insuportável, e eu pego o sutiã dela, arrancando-o rápido para chupar aqueles seios perfeitos. Ela arqueia as costas, gemendo alto enquanto minha boca devora os mamilos duros, a língua lambendo e sugando como se eu fosse enlouquecer. “Quero sua rola dentro de mim”, ela implora, a respiração ofegante, e eu sinto a umidade da sua boceta escorrendo pela minha perna. Não aguento mais: ela enfia a mão por dentro da minha cueca, puxa meu pau grosso, que está com a cabeça inchada e as veias saltadas, pronto para ação.

Ela respira fundo, lambe a mão para lubrificar e arrasta a calcinha para o lado, expondo aquela boceta gotejando de tesão. Segurando firme na minha rola, ela me olha nos olhos, me beija fundo e começa a esfregar a ponta na sua entrada molhada. “Ah, ai, ai”, geme no meu ouvido quando enfia tudo de uma vez, sentindo cada centímetro do meu pau preenchendo sua cona apertada. Ela rebola devagar a princípio, o corpo suado balançando no meu colo, a boceta devorando minha vara como se fosse faminta.

Eu fico sentado, admirando aquelas curvas perfeitas se movendo, e agarro a nuca dela, forçando o ritmo. “Vai, safada, cachorra, vai mais rápido, delícia”, eu ordeno, a voz rouca de prazer. Ela obedece, suando e gemendo mais alto, o som das nossas peles batendo ecoando com o rangido da cadeira. “Vou gozar, porra, vou gozar”, ela grita baixinho, as pernas tremendo enquanto eu a seguro firme, obrigando-a a continuar. Sua boceta aperta em volta do meu pau, pulsando rápido, até que ela explode, o gozo escorrendo quente pela minha rola, me deixando à beira do abismo.

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