Eu e minha namorada, Isabela, estávamos transbordando de desejo quando decidimos ir a uma casa de swing. Sempre loucos por uma boa foda, essa noite parecia perfeita para compartilhar nosso fogo com outros. Ela estava especialmente safada, vestindo uma coleira no pescoço e dizendo que seria minha cadelinha obediente – e de qualquer um que quisesse dominá-la.
Começamos devagar, aquecendo no sofá da casa. Eu a deitei ali mesmo, abri suas pernas e enfiei meu pau nela com força, sentindo aquela buceta quente e molhada apertando tudo. Foi uma trepada gostosa, cheia de gemidos e suspiros, até nos deixar exaustos e rindo entre beijos.
Depois de um descanso, descemos para a sala coletiva, onde outros casais estavam se entregando ao mesmo frenesi. O ar cheirava a suor e sexo, com rostos satisfeitos e corpos prontos para mais. Foi aí que um cara alto, com músculos definidos e um ar confiante, se aproximou de mim sem cerimônia. Ele perguntou direto: “Posso entrar nessa brincadeira?”
Fiquei um pouco surpreso, olhando para Isabela para ver o que ela pensava. Mas ela sorriu daquele jeito safado que eu conheço bem e se jogou nos braços dele, beijando-o com uma fome animal, como se estivesse esperando por isso o tempo todo. O cara, que se chamava Rafael, assumiu o controle na hora. Pegou a coleira dela e puxou com firmeza, guiando-a como uma cadelinha submissa. Outro homem, amigo de Rafael e se apresentando como Thiago, se juntou a nós, e todos fomos para uma sala mais reservada.
Rafael se sentou na beira da cama, e Thiago não perdeu tempo. Ele agarrou Isabela pela nuca e a beijou com violência, explorando sua boca com a língua enquanto ela retribuía, gemendo de desejo. Ela estava completamente entregue, vivendo uma fantasia suja que eu nunca tinha visto ao vivo. Eu me sentei num canto, invisível mas atento, com o pau duro assistindo tudo.
Isabela tirou o vestido e ficou nua, ajoelhando-se entre os dois como a putinha obediente que queria ser. Sem que ninguém mandasse, ela começou a chupar os dois alternadamente, primeiro Rafael, lambendo a cabeça grossa do pau dele devagar, depois engolindo tudo até a base, sentindo o gosto salgado e o cheiro de homem. Thiago segurava a coleira junto com Rafael, controlando os movimentos da sua boca, enquanto ele mesmo apertava os peitos dela, beliscando os mamilos duros e mordiscando o pescoço, fazendo-a tremer de prazer.
Eles a colocaram de quatro na cama, com Rafael na frente e Thiago por trás. Ela gemeu alto, sem nenhuma vergonha, enquanto eles a penetravam fundo. As mãos deles exploravam cada curva: apertando as coxas macias, o rabo redondo e as costas arqueadas. Eles a viravam, dobravam e posicionavam como queriam – de bruços, de lado, em cima –, sempre com uma intensidade que não parava. Isabela se entregava totalmente, sua buceta e o cuzinho sendo esticados, pingando de tanto lubrificante natural.
Em certo momento, Thiago a puxou para cavalgar em cima dele, segurando firme na bunda enquanto ela quicava com força, a boceta engolindo cada centímetro da sua rola grossa. Ele a fodia de baixo, batendo os quadris contra os dela, e o som dos corpos se chocando ecoava. Rafael, ao lado, beijava sua boca, mordia os peitos e chupava os ombros, até se posicionar atrás e enfiar o pau no cuzinho dela. Dois paus enormes a enchendo ao mesmo tempo, esticando seus buracos até o limite, enquanto ela gritava de êxtase, o corpo sacudindo com ondas de prazer.
Seus olhos encontravam os meus de vez em quando, e ela mordia os lábios, como se dissesse: “Vê só como eu sou sua putinha agora.” Os dois alternavam o ritmo, ora metendo com violência, ora devagar para prolongar a tortura deliciosa. Quando o clímax explodiu, foi selvagem: Rafael puxou o pau e gozou nos peitos dela, jatos quentes e pegajosos escorrendo pela pele macia. Thiago veio logo depois, esporrando fundo na buceta dela e apertando a cintura com tanta força que deixou marcas vermelhas.
Isabela gozou como uma louca, o corpo todo tremendo, suado e contorcido em orgasmos múltiplos que pareciam intermináveis. Eu fiquei ali, o pau latejando de tanto tesão, sem ciúme, só orgulhoso e excitado por ver ela tão livre. No final, eles a deitaram no meio, exausta mas com um sorriso malicioso. Ela acariciou o peito suado de Rafael e o braço de Thiago, chupando os dois mais um pouco como agradecimento, antes de vir até mim e sussurrar: “Sua fantasia agora é realidade pura.”
A coleira ainda pendurada no pescoço dela não era sobre posse, mas sobre desejo total e completo.