Era um final de agosto em João Pessoa, e eu e meu amigo, vamos chamar ele de Pedro, decidimos ir pra praia de Tambaba como sempre fazemos. O tempo estava uma merda, chovendo fraco, mas fomos assim mesmo, sem nos importar. Quando chegamos, a praia estava vazia por causa do dia nublado, o que era perfeito pra relaxar sem ninguém por perto.
Eu queria curtir um pouco de paz, então fomos até o final da praia. Pedro disse que ia dar uma volta pelas trilhas, talvez comer algo nos quiosques do lado não naturista, e eu respondi que ia ficar ali, fumando e dando um cochilo. Fiz exatamente isso: acendi meu baseado, deitei na areia e apaguei rapidinho. Quando abri os olhos, vi um casal sentado ali na frente, se agarrando como se estivessem num motel.
Fiquei só observando, curtindo a vibe, quando o cara se levanta e vem na minha direção. O pau dele estava duro pra caralho, grossão como uma anaconda, e ele me olhava fixo. Sem rodeios, perguntou se eu podia dividir o baseado com eles. Como bom maconheiro, eu topei na hora. Acenei com a cabeça, e ele chamou a mulher.
Cara, que visão! Vamos chamar ela de Sofia e ele de Rafael, pra manter as coisas discretas. Ambos pareciam ter menos de 25 anos, novinhos e cheios de tesão. Rafael era uns 1,70m, um pouco barrigudinho, mas com um papo legal, educado e fumante de primeira. O pau dele era grosso, uns 16 ou 17 cm, e já estava ficando duro de novo. Sofia era baixinha, uns 1,65m, pele bronzeada e pelos dourados por todo o corpo. Cabelos longos, lisos e pretos, seios médios que caíam perfeitamente com os bicos endurecidos e apontados pra cima, uma delícia. A bunda dela era larga, empinada e macia, pronta pra ser agarrada. Outra maconheira nata.
Começamos a conversar enquanto passávamos o baseado. Eles contaram que era a primeira vez na Tambaba, e Rafael disse que sempre sonhara em vir com ela pra experimentar. Enquanto falava, o pau dele endureceu mais, e eu vi tudo – ele percebeu e perguntou se tinha problema. Eu ri e respondi que não, desde que ninguém da associação naturista aparecesse, e mostrei meu próprio pau, que já estava duro igual ao dele, pulsando de excitação.
Rafael se sentou do meu lado, abriu as pernas e puxou Sofia pra perto. Sem vergonha nenhuma, ela veio e agarrou meu pau com força, me deixando louco de tesão. A maconha já estava fazendo efeito, deixando tudo mais intenso. De repente, Sofia se levantou um pouco e se sentou em mim, e eu senti cada centímetro do meu pau entrando devagar na buceta dela, quente e molhada. Estávamos no meio da praia, e aí passa um casal, depois um monte de punheteiros curiosos. Olhei pro relógio e vi que já passava das três da tarde; Pedro devia estar puto comigo por sumir.
Pedi o número deles, dei o meu e, antes de ir, pedi permissão pro beijo. Rafael acenou que sim, e eu enfiei a língua na boca de Sofia, beijando como se ela fosse minha, sentindo o gosto dela misturado com a fumaça.
Quando cheguei no bar onde Pedro estava, ele conversava com uns locais e perguntou onde eu tinha enfiado o rabo. Contei rapidinho, mas disse que não voltaria. A maconha estava boa pra caralho, e eu passei o caminho todo pensando neles. De volta em casa, recebo uma foto deles em João Pessoa, e por coincidência, moravam pertinho do meu bairro. Na cara de pau, mandei uma foto do meu pau duro no banheiro, e eles responderam que queriam ver pessoalmente. Pedi a localização, e eles pediram pra levar outro baseado. Comprei o que pediram, peguei uma caixinha de cerveja e voei de moto até lá.
Cheguei no apartamento deles, um lugar discreto onde não dava pra fazer barulho. Rafael perguntou se eu tinha trazido o baseado, eu disse que sim e entreguei. Ele acendeu e me mandou ficar à vontade. Eu já fui tirando a roupa, e meu pau saltou pra fora, duro e enorme. Ele riu e perguntou se eu tava assim desde a praia; eu confirmei, e ele apontou pro quarto, onde Sofia estava no chuveiro.
Perguntei se podia entrar, e Rafael me pegou pelo pau, me puxando até a porta do box. Empurrou meu rabo pra dentro e disse que era pra isso ter rolado na praia. Lá dentro, ele começou a beijar Sofia, passando a mão no rabo enorme dela, abrindo a bunda e mostrando o cuzinho depilado, que piscava convidativo. Eu me masturbei frenético, até que Sofia virou de costas, me beijou e Rafael a abraçou por trás, enfiando o pau nela.
Quando eu tentei entrar, meu pau roçou na buceta dela e no saco do Rafael, que já estava todo dentro. Depois de uns minutos, ela me empurrou pra baixo, e eu me joguei como um cão no cio, chupando a buceta dela com o pau dele ainda lá dentro. Lambi o clitóris, os lábios inchados, e toda vez que o pau escapulia, eu enfiei a língua mais fundo, sentindo o gosto salgado e quente.
Levantei e, quando Rafael se mexeu, foi minha vez: enfiei meu pau na buceta dela com força, sentindo-a apertar e gemer. Rafael veio por trás e lambeu meu saco, o que me deixou ainda mais louco. Puxei Sofia pro quarto, deitei na cama todo molhado e ela veio por cima, me fudendo enquanto eu via os peitos balançando. Chupava os bicos, beijava sua boca, e era uma loucura total. Rafael se juntou, pegou meu pau, puxou e enfiou o dele. Tentamos uma DPV, mas a buceta dela era muito apertada, então mudamos.
Ela chupou meu pau enquanto Rafael metia nela, e depois invertimos: eu fodi e ela chupou ele. Estávamos eufóricos, suados e gemendo. De repente, Sofia implorou pra gozarmos na cara dela, dizendo que não aguentava mais e que a buceta estava ardida. Rafael concordou, se posicionou do meu lado, colocou a mão na minha cintura e começamos a nos masturbar juntos. Ela, uma putinha safada, chupava um, depois o outro, juntava nossas rolas e tentava enfiar as duas cabeças na boca.
Rafael olhou pra mim e disse que ia gozar, apertando minha bunda, o que fez eu explodir junto. Jatos quentes de porra acertaram a boca dela, que tentava apanhar tudo, lambendo e engolindo. Depois, ela beijou Rafael e me olhou, toda gozada e excitada. Eu não resisti e beijei ela também, e aí os três nos enroscamos num beijo molhado e selvagem. Caímos na cama, exaustos, e Rafael acendeu o baseado. Ficamos rindo do que tinha acabado de rolar, sem dizer uma palavra. Foi insano, e quem sabe o que vem depois?