Meu nome é Mateus, moro em Sorocaba, no interior de São Paulo. Tenho 35 anos, sou branco, cabelos castanhos, 1,73 m e um físico forte de quem treina bastante. Certa noite na academia, um cara da minha idade começou a puxar assunto e pedir dicas de treino. Treinamos juntos por um tempo e, no final, ele pediu meu Instagram. Passei o perfil e fui embora.
Chegando em casa, já tinha uma solicitação dele. Aceitei e minutos depois veio a mensagem. Conversamos bastante até que ele me contou que era casado há 18 anos, tinha conhecido a esposa virgem aos 17 e, de uns tempos para cá, só conseguia pensar em ver outro homem fodendo ela. O problema era como contar, porque ela só tinha dormido com ele e o casamento era bem tradicional. Então ele me contou o plano: tinha percebido que a esposa me olhava durante os treinos e queria que eu desse em cima dela. Se ela desse mole, eu revelaria que o marido tinha pedido. Topei.
Ele ficou de deixá-la treinar sozinha e me avisar. Por volta das 19h recebi a mensagem de que ela estava lá. Cheguei e a vi na extensora de pernas: branca, baixinha, cabelo preto liso, pernas grossas e uma bunda grande, redonda e absurdamente gostosa. Comecei a treinar ao lado, puxei papo e ela foi simpática pra caralho. Conversamos bastante e pedi o Instagram. Seguimos um ao outro na hora.
Quando contei ao marido que ela tinha me passado o contato, ele quase gozou de tanto tesão. Comecei a mandar mensagem à noite, por volta das 21h. Depois de uma hora de conversa, falei que queria ficar com ela. Ela respondeu que era casada. Eu mandei: “Olha, tenho uma coisa pra te contar”. Contei o fetiche do marido e ela não acreditou. Propus mandar ele falar com ela. Ela disse: “Ele está no quarto, manda ele vir aqui na cozinha pegar água. Se for verdade, eu penso”.
Passei a informação. O cara saiu do quarto na hora. Quando ele apareceu, ela perguntou se era verdade. Ele confirmou. Conversaram um pouco e, por volta das 22h, ele me mandou mensagem perguntando se eu podia estar no Motel Gregos por volta das 23h30.
Cheguei um pouco depois e eles já estavam no quarto. Entramos no clima devagar. Ele me mandou sentar mais perto dela. Passei a mão no cabelo e dei um beijo demorado na boca dela. Olhei pra ele e perguntei como estava. O cara só conseguia dizer que o coração estava batendo tão forte que dava pra ver pela camisa. Levantei ela, tirei a saia e a blusinha. Ficou só de calcinha e sutiã pretos. Apertei aquela bunda gostosa enquanto beijava ela. O marido já tinha tirado a rola pra fora, deu três puxões e gozou tudo, gemendo grosso, sem conseguir parar. As pernas dele tremeram.
Deitei ela na cama e comecei a chupar. Ela me contou que nunca tinha recebido um oral na vida. Lambi devagar o cuzinho rosa dela, depois desci e chupei a bucetinha como se estivesse beijando uma boca. Ela se contorceu toda, apertou minha cabeça com as coxas e gozou gritando. No meio do gozo, senti um jato quente no queixo: ela estava mijando enquanto gozava. Continuei chupando e ela molhou toda a cama. O marido gozou de novo só de ver.
Coloquei ela de quatro na beirada da cama. Mandei o marido tirar a calcinha que estava enfiada naquela bundona. A visão era perfeita: bucetinha inchada, rabo grande e firme. Olhei pra ele e falei: “Como você tem coragem de deixar outro macho comer uma princesa dessas?”. Ele só conseguia olhar, sentado na beirada da cama. Dei umas pisadinhas na buceta dela com a cabeça do pau e comecei a enfiar. Ele levou as mãos ao rosto, entendendo que não tinha mais volta.
Segurei os pulsos dela pra trás, apoiei um pé na cabeça dela e comecei a socar forte. Ela rebolava no meu pau, delirando de tesão, e olhou pro marido dizendo: “Olha o que ele está fazendo com a sua esposa”. No mesmo instante o cara gemeu e gozou de pau mole, sem tocar. A buceta dela espumou e apertou meu pau enquanto ela gozava de novo.
Por fim, coloquei ela de joelhos no chão, bati o pau na cara dela e gozei tudo no rosto. O marido assistiu até o fim. Tomamos banho e fomos embora.
No dia seguinte criaram um grupo no WhatsApp com os três. Conversávamos todo dia. Perguntei se pretendiam chamar outro cara e ele respondeu que não: queriam só eu, pra não banalizar o tesão. Combinei de ser o comedor fixo. Fiz vasectomia, fizemos exames e, na semana seguinte, mandei um Pix de mil e quinhentos pra ela fazer unha, cabelo, bronzeamento e comprar lingerie.
Na sexta, por volta das 20h, ele mandou uma foto no grupo: ela loira, lingerie branca, marquinha de sol aparecendo, de quatro no sofá. Na bunda esquerda estava escrito meu nome com batom vermelho; na direita, “me come”. A mensagem veio logo depois: “Como você vai comer ela sempre, não faz sentido ir pro motel toda vez. Quer vir agora?”.
Não pensei duas vezes. Fui pra casa deles e comi ela no pelo, sem pressa, gozando bem fundo. Desde então temos nos encontrado regularmente, sempre com ele assistindo e gozando enquanto vê a esposa virar minha putinha.