Era noite de Réveillon e estávamos na casa de parentes do meu marido. Eu vestia um vestidinho curtinho que mal cobria a bunda, exatamente do jeito que ele adora, me deixando toda exposta e pronta para provocar. À medida que a noite avançava e as taças de vinho iam descendo, o clima esquentou de verdade. Percebi que o primo do meu marido não parava de me devorar com os olhos, e eu retribuí na mesma moeda, jogando olhares safados e convidativos que falavam por si.
Enquanto o meu marido batia papo com a família, ele captou a troca de olhares, mas não abriu a boca. De repente, o primo me deu uma piscadinha malandra e sumiu em direção a um cômodo nos fundos da casa. Eu não pensei duas vezes e fui atrás, o coração acelerando com o desejo puro e simples. Quando cheguei à porta, senti o marido me puxando pelo braço, sussurrando: “Você não está pensando em entrar lá, né?” Eu ri baixinho e respondi: “Preciso ir, o tesão já tomou conta de mim.” Ele soltou o braço, incrédulo, e eu entrei.
Lá dentro, o primo estava me esperando, como se soubesse que eu viria. Ele veio direto para mim, me agarrou pela cintura e colou os lábios nos meus, nos beijando com uma fome descontrolada, como se o mundo fosse acabar ali mesmo. O gosto do vinho misturado com o suor dele me deixou louca de vontade. Meu corpo inteiro formigava, e eu senti meu cuzinho e minha bucetinha latejando de excitação. Rapidinho, eu me ajoelhei, abri o zíper da calça dele e puxei aquela pica grossa e inchada, cheia de veias protuberantes, libertando-a para o ar. Eu a enfiei na boca, lambendo e chupando com força, sentindo o salgado do precum escorrendo pela minha garganta enquanto eu sugava como uma vadia faminta.
Ele gemeu baixinho, segurando minha cabeça, e em segundos me levantou, virando meu corpo de costas contra a parede. Levantou meu vestidinho, empurrou a calcinha para o lado e roçou a cabecinha daquilo na entrada da minha bucetinha molhada, depois deslizou para o buraquinho do meu cuzinho, me provocando com uma pressão deliciosa. “Você não sabe quanto eu esperei por isso”, ele sussurrou no meu ouvido, e aí enfiou tudo de uma vez, estocando fundo e forte na minha xoxota. Cada empurrão me fazia gemer baixinho para não alertar ninguém lá fora, mas era impossível conter o prazer – eu sentia cada centímetro dele me enchendo, esticando minhas paredes e batendo no ponto certo, me deixando toda tremula e suada.
Quando ele sentiu que ia explodir, puxou rápido e ordenou: “De joelhos, agora.” Eu obedeci, abrindo a boca ansiosa enquanto ele descarregava uma porra quente e grossa bem na minha língua, enchendo minha boca com aquele líquido pegajoso e saboroso. “Não era isso que você queria, sua putinha?” ele grunhiu, e eu engoli tudo, sentindo o gosto salgado escorrer pela garganta. Ele deu um tapinha leve no meu rosto e disse: “Pode voltar pro seu marido agora.”
Me levantei, ajeitei o cabelo desgrenhado, puxei o vestidinho de volta no lugar e saí com um sorriso safado no rosto, limpando o cantinho da boca com o dedo. O marido estava do lado de fora, paralisado, e eu disse direto: “Seu primo é incrível, vou querer repetir isso em breve.” Logo depois, o primo apareceu, dando um tapa nas costas do meu marido e rindo: “Primo, que mulher você tem! Essa boca é uma delícia, e esse corpo… Na próxima, vou querer experimentar o cuzinho também.” Eu pisquei para ele e respondi: “Com certeza!” Então virei para o marido e disse: “Vamos, preciso de outra taça de vinho.” Ele balbuciou: “Sim, minha deusa… Que Réveillon incrível!” E lá fomos nós, como se nada tivesse acontecido.