Eu sou um cara chamado Pedro, 28 anos, casado e morando numa cidadezinha pacata no interior de Minas Gerais. Trabalho como pintor e sou cliente fiel de uma padaria que pertence a uma família de amigos. Já pintei várias casas deles, então sempre passo lá de manhã, e às vezes à tarde também. Por ali, já vi várias atendentes: algumas gostosas, outras nem tanto. Mas essa garota, vamos chamá-la de Sofia, me chamou a atenção desde o primeiro dia. Ela era jovem, uma beleza estonteante, mas sempre quieta, com uma cara séria que não dava espaço para brincadeiras.
Um dia, ela trocou o turno para cobrir férias de uma colega e começou a trabalhar o dia todo. Aí, eu topava com ela todas as manhãs quando ia buscar meu pão. Curioso, perguntei pro dono da padaria, que é meu amigo, se ela estava namorando. Ele confirmou, e nós cortamos o papo rápido porque ela se aproximou. Mas, alguns dias depois, recebo uma mensagem no WhatsApp de um número desconhecido, sem foto, perguntando se eu era casado. Achei esquisito no começo, mas respondi a verdade: sim, eu era. A pessoa pareceu recuar, então eu pressionei pra saber a real intenção. Foi aí que ela se revelou – era a Sofia. Ela tinha me visto no açougue do outro lado da rua com minha esposa no sábado e quis confirmar.
A partir daí, as coisas esquentaram. Começamos a conversar de verdade, e nossas mensagens ficavam cada vez mais safadas a cada dia. Uma noite, com minha esposa na casa de uma amiga, chamei Sofia pra dar uma volta de carro. Ficamos batendo papo, e o clima foi pegando fogo rapidinho. Estávamos quase nos agarrando quando minha esposa ligou, perguntando onde eu estava porque ela tinha voltado mais cedo. Tive que correr de volta pra casa, mas marcamos outro encontro para a semana seguinte, de manhã, num motel. Ela ia voltar pro turno da tarde, e eu arrumaria um jeito de escapar.
Enquanto isso, nossas conversas no WhatsApp viraram uma loucura de putaria. Falávamos de tudo: o que queríamos fazer, como nos sentíamos, e isso só aumentava a ansiedade. Finalmente, chegou o dia. Encontrei Sofia no local combinado e a levei pro motel. Ela estava um pouco envergonhada no início, então eu disse pra relaxar, que ia tratar ela direitinho. Tirei a roupa na frente dela e entrei no banho, sentindo seus olhos me devorando da cama.
Quando saí, dei um beijo quente e profundo, e comecei a despi-la devagar. Tirei o sutiã com facilidade, e ela sussurrou no meu ouvido: “Nossa, você deve ter muita experiência, não teve nem dificuldade.” Aquilo me excitou ainda mais – pensei que o namorado dela provavelmente não sabia foder direito, especialmente com a idade dela, todo mundo inexperiente. Resolvi mostrar como se faz uma mulher gozar de verdade.
Tirei o short dela com cuidado, querendo que o primeiro encontro fosse bom e não selvagem. Comecei a beijar seu corpo inteiro, passando os dedos pela buceta dela, que já estava encharcada e quente. Desci beijando até chegar lá, e quando minha boca tocou aquela carne molhada, ela se contorceu toda. Minha língua explorou cada dobra, chupando e lambendo com força, e ela gozou na minha boca de um jeito que eu soube que era o melhor da vida dela. Seus gemidos ecoavam no quarto, e ela agarrava o lençol como se fosse se afogar.
Coloquei um travesseiro debaixo do bumbum dela e comecei a penetrar, sem camisinha porque aquela buceta estava tão escorregadia e convidativa que eu precisava sentir tudo. Ela disse: “Se você começou assim, vai ter que terminar sem.” Fodemos por um tempo, mas aí decidi colocar uma para variar. Passei lubrificante e continuei, sentindo seu corpo tremer. Ela implorava pra eu parar, dizendo que não aguentava mais tanto orgasmo, que eu tinha drenado toda a força das suas pernas. Mas eu sabia que ela queria mais.
De repente, tirei a camisinha de novo e a comi com tudo, nossos corpos suados colados, olhos nos olhos, enquanto eu estocava fundo e ritmado. Ela derretia debaixo de mim, gemendo alto, e quando eu gozei, espalhei minha porra quente na barriga dela. Ficamos ali por uns segundos, ofegantes, até eu pegar uma toalha para limpar. No banho depois, ela me olhou com uma expressão safada e disse: “Você me deixou com as pernas bambas, não tenho força pra nada. Nunca fiquei assim.”
Aquilo me confirmou que eu tinha feito um trabalho impecável – o namorado dela claramente não sabia manejar uma mulher direito. E pra quem acha que tamanho é tudo, não é. Meu pau é normal, uns 15 cm, nem grosso, mas com boas preliminares e ritmo certo, qualquer um arrasa. A chave é saber foder com vontade.