Um domingo à tarde, decidimos curtir o Recife Antigo, imersos naquela explosão de cultura e agito. Minha esposa, Ana, vestia um vestido vermelho justo que destacava todas as suas curvas generosas, deixando qualquer um babando. Enquanto tomávamos uma cerveja fresca lá pela tardezinha, comecei a provocar. Passei a língua nos dedos dela, fingindo que estava lambendo sua boceta, e o gosto salgado da sua pele a deixou louca de tesão. Suas coxas grossas se abriram devagar, a calcinha marcando o volume inchado da coninha, e eu via o desejo ardendo nos olhos dela.
Pegamos um Uber de volta ao flat, e o motorista, um cara moreno e alto chamado Rafael, acabou se juntando à diversão sem nem pedir. No banco de trás, continuei a sacanagem: enfiei a mão entre as pernas de Ana, alisando aquelas coxas macias e subindo até a boceta encharcada, esfregando por cima da calcinha úmida. Ela abriu mais as pernas, gemendo baixinho com a cara toda contorcida de prazer. Rafael não perdia detalhe pelo espelho retrovisor, seu pau enorme marcando na calça, pronto para explodir. De repente, ela soltou um gemido alto, e ele sorriu com malícia, perguntando se não queríamos dar uma esticada no motel. Ana, completamente enlouquecida de desejo, topou na hora, mas só se ele fosse junto. Ele aceitou rapidinho, e eu troquei de lugar, assumindo a direção enquanto Rafael se espremia no banco de trás com ela.
Assim que o carro arrancou, Rafael não perdeu tempo: meteu a mão na boceta dela, apertando a carne inchada e escorregadia. Ana puxou o pauzão dele, grosso e pulsante, e começou a chupar com fome, a boca se esticando para engolir a glande, baba escorrendo pelos lábios. Eu espiava pelo espelho, o meu próprio pau duro como pedra, curtindo o espetáculo daqueles dois se engalfinhando. Chegamos ao motel num flash, e eu me joguei numa poltrona para assistir. Rafael abriu as pernas de Ana, caiu de boca na coninha dela, que estava toda molhada e cheirando a sexo, e chupou o clitóris com força, a língua cavando fundo e sugando a meleca quente. Ela gozou violentamente, o corpo tremendo, e ele lambeu tudo, sem deixar uma gota.
Em seguida, Ana agarrou o pau dele de novo, mamando com voracidade, engolindo até onde cabia, enquanto me chamava para lamber os pezinhos suados dela. Eu obedeci, chupando aqueles dedinhos salgados enquanto ela se deliciava. Rafael a pôs de quatro, enfiou a rola grossa na boceta dela com uma estocada brutal, as bolas batendo na bunda redonda. Ana me puxou para perto, chupando meu pau com a boca quente e úmida, gemendo abafado a cada porrada. Depois, ela se deitou, e eu segurei os pezinhos dela para abrir bem as pernas. Gritei para Rafael: “Arromba essa putinha safada com tudo!” Ele obedeceu, metendo com força selvagem, a boceta dela se abrindo mais a cada empurrão, até gozar forte, a porra jorrando lá dentro e escorrendo pelas coxas. Ana gozou junto, o corpo convulsionando, toda lambuzada e exausta.
Vestimos qualquer coisa, e Rafael nos levou de volta ao flat. Chegando lá, abri as pernas de Ana e vi a boceta dela arrombada, inchada e ainda molhada da porra dele. Caí de boca, chupando aquele gosto misturado de sêmen e meleca, até ela gozar de novo, tremendo e gritando. Depois, eu meti com tudo, enchendo a coninha dela com meu gozo, deixando-a ainda mais inchada e aberta.
Mais tarde, exausto, apaguei na cama, mas Rafael voltou de madrugada, o pauzão dele já duro só de lembrar da boceta dela. Ana, ainda excitada, abriu as pernas para ele, a calcinha úmida grudada na carne. Ele arrancou o tecido num segundo, enterrou a boca na coninha inchada, chupando o clitóris com força e cavando a língua no buraco escorregadio, sugando a meleca misturada com o gozo seco da tarde. Ela gemeu baixo para não me acordar, mas o tesão era tanto que agarrou a cabeça dele, esfregando a boceta no rosto dele até ficar melado. Rafael levantou, cuspiu na rola grossa de 20 centímetros, pulsante e pronta, e enfiou tudo de uma vez na dela, socando fundo com as bolas batendo na bunda. O som molhado ecoava no quarto enquanto ele a virava de lado, metendo um dedo no cuzinho apertado para abrir o buraco, e continuando a foder a boceta.
Depois, pôs Ana de quatro e arrombou o cuzinho com estocadas brutais, a rola sumindo na carne quente, ela mordendo o travesseiro para abafar os gritos. Ele agarrou os peitos dela, apertando os mamilos duros, e gozou forte, enchendo o rabo de porra quente que escorria pelas coxas sujas. Ana gozou junto, a boceta jorrando meleca, e os dois desabaram exaustos, o cheiro de sexo rançoso preenchendo o ar.
Quando eu acordei, Ana me contou todos os detalhes sujos: o que rolou no Uber, Rafael voltando e fodendo ela enquanto eu dormia. Eu caí de boca na boceta dela de novo, sentindo aquele gosto forte de porra, meleca e suor, um banquete sujo que me deixou louco. Lambi cada dobra inchada, sugando o clitóris enquanto ela gemea baixo, o cheiro rançoso me enlouquecendo de desejo.