Sou o Pedro, técnico de refrigeração. Um amigo meu, o Marcos, me ligou pedindo pra eu dar uma olhada no ar-condicionado do quarto dele, que não estava funcionando direito. Já o conheço há algum tempo. Dias antes, no bar, ele se gabou de ter comido uma mulher casada, mas não deu detalhes. Eu fiquei matutando aquilo, feliz por não ser casado e não ter esse tipo de dor de cabeça.
Ele me avisou que no dia combinado estaria viajando a trabalho e que a esposa dele, a Ana, estaria em casa. O ar tinha pifado de vez, então eu fui pra lá. Não conhecia a Ana e dei sorte: ela era linda, corpo gostoso, com curvas que chamavam atenção logo de cara. Ela me levou direto pro quarto. Notei a cama toda bagunçada e não consegui evitar de imaginar o que já tinha rolado ali.
Testei o aparelho, resolvi tirar pra dar uma geral na varanda. Desmontei, consertei o problema e voltei pro quarto pra instalar de novo. A Ana ficou o tempo todo do meu lado, me observando. Liguei o ar pra testar e ela fechou a porta. O cômodo começou a esfriar rapidinho. Ela se jogou na cama e soltou um “que delícia”. Estava de saia curta, e quando se deitou a saia subiu, deixando a buceta quase à mostra. Percebi na hora que ela não estava usando calcinha nenhuma.
Meu pau endureceu na mesma hora. Fazia uns dias que eu não gozava e aquilo mexeu comigo. Ela percebeu que eu tinha visto e se levantou, vermelha. “Você viu o que não devia, né?”, perguntou. Confirmei com a cabeça. Ela riu, meio sem graça, e disse que não gostava de usar calcinha mesmo. Depois, o olhar dela desceu direto pro volume na minha calça. Eu fiquei com vergonha, mas não tinha como esconder a ereção.
Ela começou a falar do casamento, que o Marcos não a procurava muito e que suspeitava de traição. Eu não respondi nada. Só fiquei ouvindo enquanto ela não parava de olhar pro meu pau. Quando terminei o serviço e falei que ia embora, ela suspirou fundo e disse: “Que pena. Eu estava decidindo uma coisa”. Perguntei o que era. Ela respirou mais uma vez e soltou: “Tenho certeza que meu marido está me traindo e quero dar o troco”. Caminhou até mim, jogou os braços no meu pescoço e me beijou.
Meu pau latejava de tesão. Eu a puxei pela cintura e retribuí o beijo, sentindo ela toda arrepiada e trêmula. Passei as mãos nos peitos dela, apertando enquanto a língua dela enroscava na minha. Sem frescura, ela baixou a mão e começou a apertar meu pau por cima da roupa. Eu sabia que o Marcos estava longe, então sem pressa comecei a tirar a roupa dela. Ela me ajudou, ansiosa.
Quando deixou ela pelada, mandei ela se deitar na cama e abri as pernas. Chupei aquela buceta gostosa, lambendo devagar no começo, depois sugando o clitóris enquanto ela gemia alto, repetindo que estava precisando daquilo há semanas. Depois tirei minha roupa e deitamos de 69. Ela chupava meu pau com vontade, engolindo fundo, e eu tive que pedir calma pra não gozar na boca dela logo.
Quando decidi meter, lembrei que não tinha camisinha. Falei pra ela e a resposta veio rápido: “Não tem problema, quero você do jeito que for. Mete essa rola logo, eu não aguento mais”. Empurrei devagar e, assim que a cabeça entrou, ela soltou um gemido longo: “Haaa, você está me enchendo toda… nunca senti uma rola tão grossa”. O corpo dela tremeu e ela gozou na hora, confirmando que nunca tinha gozado tão rápido.
Quando senti que ia gozar, tirei pra fora. Ela agarrou meu pau, enfiou na boca e pediu: “Goza na boquinha, eu tô louca pra engolir porra”. Assim que o primeiro jato saiu, ela engoliu tudo, gemendo que estava doida pra tomar leitinho de pau. Não deixou meu pau amolecer. Continuou chupando até ficar duro de novo e perguntou se eu estava pronto pra mais.
Voltei a meter nela, estocando forte. Depois de um tempo ela olhou pra trás e disse: “Se você prometer ir devagar, eu te dou meu cuzinho também. Mas tem que ter cuidado, nunca tomei nada tão grosso e meu marido quase não usa”. Tirei o pau, ela se virou de quatro. Lambi o cuzinho dela bastante, deixando bem molhado, e encostei a cabeça. Quando começou a entrar, ela reclamou: “Ai, você tá judiando do meu cuzinho”, mas não pediu pra parar. Fui enfiando devagar até ficar todo dentro e comecei o vai e vem, arrombando aquele buraquinho apertado. Ela gozou de novo, apertando meu pau com o cu enquanto gozava.
Gozei dentro dela, enchendo o cu de porra. Quando tirei, ela gemeu que estava ardendo, mas que valia cada centímetro. Disse que ia ficar uma semana sem sentar direito, mas estava satisfeita. Tomamos banho juntos e combinamos de eu voltar à noite. E assim fizemos. Desde então, sempre que aparece uma oportunidade, a gente se encontra pra foder gostoso.