Conto erótico: Sônia pediu meu pau no cu enquanto marido dormia

Já conheço o Sr. Roberto e a Sônia há bastante tempo. Ele tem uns problemas de saúde e parece bem mais velho que a esposa. Não sou de me aproveitar de situações difíceis, mas também não deixo escapar uma boa oportunidade. Quando o Sr. Roberto passou mal, eu o socorri e levei até o hospital. A Sônia me contou que a situação estava difícil e que ela acabara virando apenas uma cuidadora dele, sem nada de intimidade. No mesmo dia, ele recebeu alta e voltei para casa com eles. Ajudei o Sr. Roberto a chegar no quarto e a Sônia pediu que eu esperasse um pouco, pois ia preparar um café.

Fiquei esperando na porta dos fundos. Ela voltou com uma xícara e, quando perguntei por ele, disse que Roberto havia dormido. Comecei a me despedir, mas ela pediu que eu esperasse mais um pouco. Fui até a varanda dos fundos. Quando ela apareceu, repetiu que o marido estava dormindo, me segurou e me beijou na boca. Eu nem tive tempo de reagir. Logo depois ela sussurrou que não aguentava mais, que estava subindo pelas paredes, e me beijou de novo, apertando meu corpo contra o dela. Meu pau endureceu na hora.

Ela me abraçava com força, como se não quisesse que eu fosse embora. Em seguida senti sua mão apertando meu pau por cima da calça. “Me empresta ele”, pediu. Eu mal acreditava no que estava acontecendo. Pelo jeito que ela tomava a iniciativa, estava há muito tempo sem transar. A Sônia abriu meu zíper, puxou meu pau para fora e soltou um gemidinho satisfeito. “Hummm, já está bem duro”, murmurou, antes de se ajoelhar e enfiar tudo na boca. Chupava com fome, lambendo e sugando como se quisesse me engolir inteiro. Eu estava com tanto tesão que quase gozei ali mesmo.

Ela se levantou, me beijou de novo e, levantando a saia, tirou a calcinha. “Quero você agora”, disse. Virou de costas, apoiou as mãos no murete da varanda e empinou a bunda para mim. Quando me aproximei, ela arqueou ainda mais o corpo. Encostei a cabeça do pau na boceta molhada e empurrei devagar. Ela gemeu alto e empurrou o quadril para trás, engolindo meu pau até o fundo. No mesmo instante senti que ela estava gozando, apertando forte em volta de mim. Comecei a meter com força, no vai e vem, e ela não parava de gemer. “Que pau gostoso, tão grosso…”, murmurava. Gozou outra vez logo em seguida.

Eu já estava quase explodindo quando ela pediu: “Quero você atrás. Quero gozar com você no meu cu”. Tirei o pau da buceta e encostei na entrada apertada. Empurrei devagar. Quando a cabeça entrou, ela arrepiou toda e soltou um gemido alto. Fui enfiando até o saco bater na pele dela e comecei a foder aquele cuzinho bem fundo. Depois de alguns minutos, ela avisou ofegante: “Está vindo, vou gozar, não tira”. Continuei metendo forte até sentir o cu dela contrair e pulsar ao redor do meu pau. Ela gemeu que estava gozando.

Assim que o orgasmo passou, ela pediu: “Agora pode gozar. Enche meu cu de porra”. Eu não aguentei mais e gozei fundo dentro dela, jorrando tudo até o último gole. Quando tirei o pau, ela se virou, me beijou e sussurrou: “Da próxima vez quero na cama”.

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