Sou Rafael, um cara branquinho com olhos verdes, e minha vida com Isabela era bem comum até eu cair de cabeça no mundo cuckold. Comecei a fuçar conteúdos sobre cornos mansos e fiquei cada vez mais ligado, especialmente porque tava namorando uma deusa negra como ela: seios enormes que enchem as mãos, coxas grossas que balançam a cada passo e uma bunda tão grande que me deixava duro só de olhar. Com outras mulheres, eu broxava fácil, mas com Isabela, nunca falhava – ela era viciante, e eu sabia que uma beleza assim não podia ser só minha. Tipo, melancia grande ninguém come sozinho, né?
Quando contei pra ela sobre o cuckold, no início ela achou tudo esquisito, mas com o tempo, a ideia pegou. Pra provar, mostrei um vídeo de uma hotwife sem calcinha num lugar público, e falei como me enlouquecia imaginar ela assim. Pra minha surpresa, Isabela disse que topava, desde que não fosse na nossa cidadezinha pequena, onde todo mundo é cheio de preconceito. Aí decidimos nos mudar pra uma cidade grande. Foi duro pra ela deixar o emprego estável, mas eu cuidei de tudo: a mudança, os papéis, e até abrimos uma conta no SexLog. Entramos em grupos de cuckold e exibicionismo no WhatsApp e Telegram, renovamos o armário dela com roupas que a deixavam parecendo a puta mais gostosa do pedaço – shortinhos que subiam no rabo, tops que mal cobriam os peitos, tudo o que eu amo ver nela.
A liberdade é o maior afrodisíaco pra uma mulher como Isabela. Agora, ela se veste do jeito que quer, sentindo os olhares famintos dos machos ao redor, e isso deixa a boceta dela sempre molhada, louca pra abrir as pernas pro primeiro cara que aparecer. Ela não perde chance de dar e me transformar num corno feliz. Tipo, vai na padaria sem calcinha, sabendo que pode voltar com a boca cheia de porra ou a xota gosmenta de leite alheio. Quando ela me beija insistente, eu já sei: algum macho esvaziou as bolas na garganta dela e quer que eu prove o gosto salgado da gozada. Ou, quando chega em casa, tira a calcinha e me obriga a chupar sua boceta inchada, é sinal que alguém encheu ela de porra e quer que eu lamba até a última gota, me sentindo um cachorro limpo-lambendo.
Ela adora dar mole pros caras na minha frente, e isso me deixa putamente excitado, especialmente quando eles retribuem. Os mais ousados chegam nela mesmo eu estando por perto, apertando os peitos fartos ou dando uma mãozada na bunda enorme. Outro dia, num evento, um cara se aproximou, e os dois sumiram rapidinho. Quando ela voltou, me deu um beijo demorado, e eu senti o gosto espesso de sêmen na sua língua. Ficamos uns segundos ali, eu chupando aquele resíduo salgado, louco de tesão. Em casa, ela contou tudo: eles foram pra um canto escondido, mas ainda passava gente por ali, e o tesão era tanto que ela se ajoelhou na hora, mamando o pau dele até ele explodir na boca dela. Eu imaginei a cena – ela com os lábios esticados em volta daquela rola grossa, engolindo cada jorro de porra enquanto eu ficava ali, o corno babando de inveja.
Minha fama de corno tá se espalhando por aí, e nada é mais quente do que ouvir Isabela me xingar de corno enquanto ela goza no pau de outro macho. É assim que vivo agora, excitado pra caralho, sempre pronto pra limpar a bagunça e voltar pro próximo round.