Conto erótico: Corninho e esposa safada

· 4 min de leitura·Explícito·Narrado por ele

Eu e a Dani estávamos no mesmo barco que todo casal de longa data: o sexo tinha virado uma rotina chata, sem graça. Mas ela, essa safada, decidiu dar uma apimentada na nossa vida. Uma noite, no meio de uma conversa banal, ela soltou: “Precisamos aquecer as coisas entre a gente.” Eu perguntei o que ela tinha em mente, e puta merda, não estava preparado. A Dani sempre sabia como me convencer com sua boca mágica. Ela me deu um boquete daqueles, língua rodando na cabeça do meu pau, e eu acabei cedendo. “Não, amor, não quero te ver com outro cara”, eu disse, mas ela continuou sugando até eu murmurar: “Vou pensar no assunto.”

Passaram-se semanas com essa ideia rodando na minha cabeça, uma mistura de ciúmes e curiosidade que doía, mas também excitava pra caralho. Quando transávamos, a Dani me fazia imaginar outro homem fodendo ela, e isso só aumentava meu tesão. Comecei a fuçar sites e vídeos sobre cornos e suas esposas putinhas sendo arrombadas. Nossa vida sexual melhorou rapidinho – estávamos transando várias vezes por semana. Até que, um dia, eu cedi: “Tá bom, amor, mas com uma condição: nada de negão com pau enorme arrebentando você.”

Ela sugeriu um médico que trabalhava com ela, um cara de confiança chamado Carlos. Mostrou fotos dele no Instagram: branco, 1,80m, uns 80kg, todo malhado. Tive medo de surtar de ciúmes, então estabelecemos regras, como não beijar na boca. A Dani disse que ele sempre babava por ela, mas nunca tinha rolado nada – ou pelo menos era o que ela afirmava. Na sexta à noite, levei os filhos para a casa da avó, alugamos um quarto de hotel na cidade e esperamos ele chegar.

Chegamos uma hora antes, e eu estava nervoso pra caralho, suando e olhando o relógio a cada segundo, enquanto a Dani parecia tranquila, como se fosse só mais uma saída. “Tá tremendo, amor?”, ela perguntou, abrindo meu zíper e alisando meu pau. Aquela boca carnuda dela era minha fraqueza. Ela se ajoelhou e começou a chupar, sugando devagar, a mão macia apertando meus ovos, me deixando relaxado num instante. “Caralho, essa boquinha é viciante”, eu gemi, segurando sua cabeça loira enquanto ela lambia a cabeça do meu pau.

Aí o telefone tocou – ele tinha chegado. Abri a porta e lá estava o Carlos, o filho da puta que ia foder minha esposa. Meu coração disparou, mas apertei a mão dele com força, encarando-o. Ele não ligou e foi direto abraçar a Dani, as mãos dele já descendo para a bunda dela. Eu quis socar a cara dele, mas o tesão começou a vencer. A Dani piscou pra mim por cima do ombro, e eu me acalmei um pouco.

Carlos não perdeu tempo: suas mãos exploravam o corpo dela, apertando os seios e tirando a blusa e o sutiã, deixando os mamilos duros de desejo. A Dani se despiu, ficando nua na cama, enquanto ele massageava o volume na calça. Eu não tirava os olhos do pau dele, que parecia enorme só de ver o contorno. Ele abriu o zíper, e sua rola saltou pra fora – 21 centímetros de pau grosso, e eu me arrependi de não ter insistido mais nas minhas condições. “Hummm”, a Dani gemeu, engolindo aquela vara na boca, lambendo a cabeça rosada como se fosse uma chupeta deliciosa.

A cena me deixou louco: minha esposa, com sua boca perfeita, chupando outro pau enquanto eu me despia e começava a me masturbar. O Carlos tirou o resto das roupas, mostrando um corpo sarado, sem um pelo, e eu senti inveja. “Agora chupa do jeito que só você sabe”, ele disse, e aí caiu a ficha – eles já tinham transado antes. Uma raiva misturada com tesão me invadiu. Eu era um corno manso, e ver a Dani babando naquele mastro só aumentava minha excitação.

“Vem cá, amor”, ela chamou, me beijando com gosto de porra na boca. Eu retribuí, abraçando-a, enquanto o Carlos chupava a boceta dela por trás, fazendo ela gemer contra meus lábios. Era uma loucura indescritível – meu pau latejava, prestes a explodir. “Tá gostando de ser corno?”, ela perguntou, e eu não respondi, só gemi quando ela voltou a mamar no meu pau. O Carlos posicionou sua rola na entrada da buceta dela, que estava molhada e ansiosa, e empurrou devagar. “Continua apertadinha, sua putinha”, ele grunhiu, metendo fundo.

A Dani gemia alto, mamando meu pau enquanto ele bombava atrás, o som das estocadas ecoando no quarto, o saco dele batendo na bunda redonda dela. “Me fode mais forte!”, ela gritou, e eu incentivei: “Isso, fode ela direito!” O quarto cheirava a sexo, e eu estava perdido no prazer. Ela revirava os olhos, gemendo que ia gozar, e eu não aguentei mais – gozei na boca dela com um urro, ao mesmo tempo que o Carlos enterrava a rola até o talo e enchia a buceta dela de porra.

Ele se retirou, e eu vi a boceta dela aberta, o sêmen escorrendo pelas pernas. “Vem ver como deixei sua mulher, corno”, ele disse, rindo. A Dani veio até mim, me beijando: “Amei isso, meu corninho.” E eu, porra, amei também.

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