Faz uma fria manhã de sexta-feira no Rio de Janeiro, quando desperto com o soar irritante do interfone, olho pro ladoe o relógio marca exatamente nove horas, estou só na cama, minha mulher viajou a trabalho já faz sete dias. Venta muito e a cortina da janela entreaberta se agita. Levanto meio cambaleante e naquele estado de rigidez peniana inerente ao pós-sono, fecho a janela, atendo o interfone, e uma doce e melosa voz feminina me diz:
— É o seu Paulo do 203?
— Sim (respondo)
— Aqui é Solange do 303, lembra-se de mim?
Moro num pequeno prédio de três andares, com dois apartamentos por andar e que não tem porteiro nem elevador e tenho um tremendo tesão nessa minha vizinha. Ela aparenta uns 45/50 anos, mais ou menos 1, 64 m de altura, não é nenhum padrão de beleza feminina atual, ela tem até um pouco
de sobre peso, mas até já foi um dia, me lembra muito aqueles nus rococós femininos de grandes mestres da pintura do século XVIII. A cútis alva como a neve, longos cabelos negros, grandes olhos castanhos, sorriso largo, seios fartos,
a barriguinha saliente, grandes glúteos, coxas grossas, roliças… Ela é casada e tem uma filha adolescente. O casal, pelo
menos aparentemente, se dá muito bem, porém, desde quando nos conhecemos, já faz um ano e meio quando me mudei e estava instalando minha antena da televisão no telhado do prédio e ela estava na varanda. Sempre que nos cruzamos.tenho a sensação de que ela me dá mole, sempre muito
amável, sorridente… um ar malicioso e sensual que me causa confusão e uma tentação quase irresistível.
— Claro que me lembro (disse eu)
— É que o com vento minha antena soltou e caiu aqui na varanda. O senhor pode me ajudar? Meu marido já foi trabalhar e minha filha está no colégio… (disse ela aflita)
— Sim, claro, só que acabei de acordar, daqui a uns 30
minutos estarei aí, tá bom?
— Ok. (Respondeu ela)
Senti a adrenalina subir, o ritmo cardíaco disparou,
a mente vacilou, meu pau que já estava duro, chegou a latejar. Fui para o banheiro, liguei o aquecedor, entrei na água
quente e me masturbei lentamente, na espuma, imaginando loucuras.
Mais calmo, uns 20 minutos depois já estava tocando no 302, ela atendeu com um vestidinho de alças branco e decotado e sem sutiã, aqueles belos peitos seminus… Bati logo
com os olhos nos seus mamilos, que estavam rígidos como duas flechas e pareciam querer furar o fino tecido que os
encarceravam. Não disfarcei. Ela também não demonstrou nenhum constrangimento.
— Bom dia dona Solange. (cumprimentei)
— Bom dia. Pode me chamar de Sol. (respondeu ela sorrindo)
Convidou-me a entrar, entrei e coloquei minha bolsa de ferramentas na mesa redonda no centro da sala, e ela foi logo me mostrando o estrago na varanda, não fora nada de
mais, era só recolocar a antena no lugar. Foi quando eupercebi que havia esquecido uma ferramenta em casa e disse a ela:
— esqueci minha chave de fenda… Vou rapidinho em casa.
— Não precisa, eu tenho algumas aqui. Disse ela, e foi buscar uma escada, a qual encostou na parede do corredor que liga a sala aos dois quartos do apartamento, onde ao
alto, do lado oposto às portas há um armário embutido.
Eu, no centro da sala, há uns cinco, ou seis metros de distância, mexia nas minhas ferramentas quando ela começou a subiu na escada e procurar a tal chave, quando de repente num movimento
brusco, a escada escorregou na parede inexplicavelmente
e caiu para o lado esquerdo causando um estrondo que, junto com o grito que ela deu, me deu um puta susto. Imediatamente corri para acudí-la, ela ficara gemendo com o tronco pra dentro do armário e com as pernas, que tremiam
freneticamente penduradas junto à parede, instintivamente agarrei seus tornozelos para evitar que ela escorregasse, quando percebi que ela estava, apesar da situação, segura, ela só cairia se elevasse seu tronco. Então falei:
— Calma! Não se mexe. — Aaai, aaai, aaai, socorro ( murmurava ela baixinho
e tremendo muito )
Soltei-a um instante para recolocar a escada entre suas pernas e a parede, peguei já acariciando seus pesinhos alvos e macios que vibravam de medo, coloquei-os em segurança
num dos degraus da escada e continuei a acaricia-los, a essa altura já mais maliciosamente do que qualquer coisa,
porém ela ficou imóvel. A pouco mais de meio metro acima da minha cabeça aquelas coxas gostosas… Tremendo, o vestido agora cobria só aquela bunda farta, a qual eu ansiava ver por dentro do vestido…
— Pode descer agora. (disse-lhe, ainda acariciando seus pesinhos fofos) — Tô com medo… não vai cair?… (perguntou ela aindainsegura)
— Não… tá tudo bem agora… Você se machucou? (perguntei já massageando suavemente suas panturrilhas)
— Não… Mas não vai mesmo cair?… (questionou ela,
que deixou de tremer e agora ofegava )
— pode descer… tô te segurando… (Disse eu, amparando
levemente suas coxas e já com as pernas bambas e salivando)
Eu sentia pulsar sua adrenalina em minhas mãos e fui por ela contaminado, meu pau começou pulsar e crescer, ela afastou os pés ao máximo um do outro os colocando na extremidade
do degrau e, em vez levantar o tronco para descer, começou
a movimentar sua cintura, rebolando lentamente de um lado
para o outro e mantendo-se no ângulo de 90 graus, movimentou
rapidamente seu quadril para trás, quase esfregando aquilo tudo na minha cara… pude olhar por baixo do seu vestido e me arrepiei todo: ela estava sem calcinha…
Completamente depilada… Então voltou com tronco pra dentro do armário murmurando
—Não… Não… Não…
—Calma… Eu vou te ajudar… (disse eu enlouquecidode tesão)
Passei a acariciar o lado de fora de suas pernas, encostei
meu rosto a uma delas, o perfume da sua pele me entorpeceu, comecei a lamber desde o tornozelo, subindo e alternando
entre uma e outra perna e deixando escorrer a saliva que fluía da minha boca sedenta, subi na escada e alcancei as coxas, ela gemia e rebolava, levantei o vestidinho com
a cabeça e enfiei e esfreguei a cara toda naquelas nádegas, a fragrância ficou mais intensa… a língua se esgueirava elétrica por toda a extensão daquela suculenta e carnuda vagina, passando pelo períneo até alcançar o interior daquele cuzinho rosado, lindo… Ela gemia… Rebolava e soltava gritinhos… Enlouquecida…
Afastei minha cabeça, agarrei com vontade as duas bandas daquela bunda e arregacei-a bem, subi mais um degrau, queria encravar a pica naquela boceta carnuda, lisinha, linda, ali mesmo, quando num movimento afoito da minha parte a
escada balançou e quase caímos os dois.
O susto nos mostrou o real perigo de cair que estávamos correndo, por isso descemos a escada e ela agarrando fortemente
o meu pau por cima da bermuda. Então já fora de perigo ela ajoelhou-se a meus pés, arriou minha bermuda junto com minha cueca e abocanhou de maneira voraz meu membro que pulsava de tesão enquanto eu acariciava e aperava aqueles peitos deliciosos, aqueles mamilos grandes e rosado com um biquinho durinho e maravilhoso.
Depois de uns dois minutos de uma mamada deliciosa, levantei-a e beijamo-nos na boca um beijo selvagem, alucinado… Vi que a porta do quarto estava entreaberta e ainda beijando peguei-a no colo, entrei no quarto e joguei-a na cama. A partir daí foi barba cabelo e bigode, e fizemos por mais de duas horas quase tudo que se possa imaginar…
Enviado por Lopau2020