Saio do banheiro ainda molhada, enrolada em uma toalha pequena. As cortinas de meu quarto estão fechadas e quase não há luz no quarto neste fim de tarde. Percebo algo diferente no ar e olho em volta para confirmar que estou sozinha. Não vejo ninguém, mas logo escuto uma voz de homem dizendo “estou aqui, Luma”.

Viro a cabeça assustada na direção da voz e vejo uma figura masculina sentada em meu sofá. Não fico com medo, pois a voz é ridiculamente familiar. Além disso, não aprendi a lutar à toa. Dou alguns passos, meu olhar se acostuma com a pouca luz e reconheço meu ex-namorado olhando para meu colo nu.

– Rodrigo… Eu sabia que deveria ter trocado as fechaduras depois que eu de chutei pra fora de casa.
– Também adorei ver você, gata. – Ele me olha com luxúria e aprovação. Preciso admitir que ele está melhor do que eu me lembro… Mais musculoso, mais elegante. Reconheço o perfume e memórias começam a encher minha mente.

Nossa história começou na faculdade, cerca de quatro anos atrás. Eu era uma caloura boba e ele, o dono de uma das casas mais badalados da cidade. Com caipirinhas grátis e convites VIP para camarotes dos melhores shows, não demorou muito para eu ficar louca por ele. Namoramos um bom tempo e logo ele se mudou para meu apartamento. Tínhamos uma vida incrível e o sexo, consequentemente, era alucinante. Mas logo os problemas apareceram: Rodrigo era carinhoso e protetor, mas também era obsessivo, sempre desconfiado e ciumento. Quando terminamos, ele saiu do país e há um bom tempo eu não tinha notícias dele.

– Então, o que há de novo? Como está o Marcos? – Marcos é meu novo namorado. Não estranho que ele tenha feito a lição de casa antes da visitinha.
– Não é da sua conta. Diga-me o que quer e vá embora. Na verdade, você pode ir direto pra parte de ir embora… Não tenho o menor interesse em saber o que você tem a dizer.
– Você não mudou nada. Na verdade, mudou sim. Ficou mais gostosa. – Ele levanta e me puxa para perto dele, olhando nos meus olhos.
– Rodrigo, não me provoque… Você sabe que posso quebrar sua espinha com exatamente três movimentos. Na verdade – eu olho para baixo por um segundo – com as mãos colocadas assim, eu vou precisar de dois.
Ele ri e me libera.
– Bem, estou na cidade a trabalho, mas minha reunião desta noite foi cancelada e eu queria ver se você topa sair, em nome dos velhos tempos. Eu sei que Marcos está fora da cidade. – Acrescenta ele, indo ao bar e servindo para si um copo de uísque.

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Deixo-o falando sozinho na sala e vou ao quarto me vestir. Coloco uma calcinha preta de renda e estou fechando o sutiã quando percebo Rodrido atrás de mim. Sinto seu cheiro e um segundo depois a mão dele já desliza para minha virilha, seus dedos pressionando suavemente os lábios da minha buceta e a ponta do meu grelo, o que me faz tremer da cintura para baixo.

– Você sabe que eu também preciso de apenas alguns movimentos para te derrubar… – Ele diz, ao mesmo tempo em que me vira e me segura firme perto dele. Beija meu pescoço e aquela sensação quase esquecida me fazem fechar os olhos e relaxar para sentir o prazer daquele toque. Já não respondo por mim. Rodrigo tira meu sutiã, segura meus seios, começa a beijá-los impaciente, enquanto eu sinto aquele volume peculiar tomando forma por baixo da calça jeans. Mal posso esperar para liberá-lo.

Ele me levanta com facilidade e me leva para a cozinha, onde me coloca em cima da mesa. Passa a língua toda no meu corpo nu, suas mãos deslizando pela minha cintura, até chegarem na calcinha e arrancarem-na com pressa. Ele puxa uma cadeira, senta e abre as minhas pernas bem no meio da cara. Lambe primeiro minhas coxas e eu já gemo de prazer com seu toque. Logo, seus lábios sugam minha buceta e ele deixa a ponta da língua dura para pincelar tudo dentro de mim. Lambe meu grelo de um jeito que quase me faz enlouquecer. Rodrigo conhece bem os melhores jeitos de me dar tesão. Sinto espasmos de prazer quando ele me coloca de quatro e continua lambendo minha boceta por trás, fazendo com que eu goze loucamente. Grito, estremeço e ele para. Puxa meu corpo para si num abraço de espera, até eu recuperar o fôlego.

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Vamos para a cama. Ajudo Rodrigo a tirar a roupa e faço que ele sente na cama. Ajoelho e admiro o pinto grosso, latente, antes de cair de boca naquele mastro imponente enquanto massageio suas bolas. Ele geme e aproveita a experiência de quem conhece bem todas as nuances do corpo dele. Chupo o pau duro com prazer, fazendo círculos com a língua bem na cabecinha, do jeito que ele gosta. Engulo tudo e sinto que ele está prestes a gozar. Tomo fôlego e recebo toda a porra espessa na minha garganta, satisfeita com os gemidos e espasmos de prazer dele.

Sei que ele se recupera rápido e conheço as técnicas para acelerar o processo. Subo em cima dele e começo a me tocar com os olhos fechados. Enfio o dedo em minha buceta e me inclino para frente, conseguindo beijá-lo sem tirar as mãos de mim mesma. Bastam minutos e Rodrigo está pronto, duro feito pedra. Depois de apreciar meu exibicionismo, ele me empurra na cama, levanta a minha perna direita para cima e mete com força. De repente, tira seu pau fora e coloca-o na minha boca. Eu chupo por um tempo e ele continua me fodendo sem pena.

Um tempo depois, trocamos e é minha vez de trabalhar: monto no pau dele e cavalgo do jeito que ele gosta, deixando meus peitos balançarem. Minha buceta está muito molhada e eu consigo tirar todo o pinto para fora e sentar novamente com facilidade. Ele vira os olhos de prazer, ajudando nos movimentos ao segurar meu quadril. Ele me levanta e me solta tão rápido que gemo de prazer, quando ele dá um tapa em minha bunda e me ordena que eu fique de quatro. Ele vai para trás de mim e mete na minha buceta com força.

Eu ouço o som do seu pau batendo minha xana molhada e as bolas na minha bunda. Ele começa a acariciar meu cuzinho.
– Quero comer esse cu, sua safada…
Sinto um arrepio de prazer e ansiedade. Nunca fizemos sexo anal, mas estou tão louca de prazer que me deixo levar. Ele para de foder e tira o pau de minha xana, enquanto eu espero sem saber o que viria depois. Fico surpresa quando o vejo abaixar e meter a língua no meu cuzinho. Que sensação incrível... Ele lambe e acaricia meu buraco virgem por tanto tempo que não aguento mais.

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– Come meu cu, Rodrigo!
E não preciso pedir duas vezes. Ele se levanta e coloca primeiro a cabeça, depois todo o resto daquele pau enorme e gostoso na minha bundinha devagar.
– Ai, Luma, é tão apertado aqui atrás…
Ele mal consegue falar enquanto eu controlo a dor e sinto meu cu se abrir inteiro para receber aquele monumento latejando de prazer dentro de mim. Quando ele percebe que está tudo dentro, começa a foder de verdade, indo e voltando, cada vez mais rápido.

– Ai, ai, aaaaai, fode, isso, fode meu cu, mais, mais – eu gemo enquanto ele força a minha bunda.
– Sim, vou foder seu cu a noite inteira, minha putinha… – ele fala e agarra minha bunda, metendo sem parar.

Percebo que ele está quase lá, então coloco a mão no meu grelo e começo a esfregá-lo com força. Quase perco a consciência, de tão bom. Grito de prazer e ele me acompanha, espirrando porra dentro do meu cu, gemendo de tesão. Relaxo os braços e ele cai por cima de mim, os dois largados na minha cama. Ficamos assim por vários minutos antes de ele tirar o pinto de dentro de mim, pingando, pegar as roupas, levantar-se e sair do quarto. Escuto os barulhos de banheiro, ouço a porta da sala abrindo, depois fechando, mas estou tão cansada que durmo sem me importar. No dia seguinte, descubro a chave que era dele em cima da minha mesa com alguma tristeza, mas plenamente satisfeita.

 

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