Conto erótico: História de corno realizado

Ei, cara, deixa eu te contar essa história louca que rolou comigo, porque foi tipo o auge das minhas fantasias mais sujas. Sempre sonhei em ver minha mulher pegando outro cara bem na minha frente, tipo um cuckold daqueles bem explícitos, mas ela andava resistindo. Nossa relação é uma loucura, cheia de sacanagem – ela adora chupar meu pau, lamber minhas bolas e até me foder com um strap-on. O que ela não sabe é que eu saio de vez em quando com outros caras pra satisfazer minhas vontades, mas eu tava planejando contar tudo pra ela em breve.

Pois bem, esses dias, enquanto estávamos transando, eu pedi pra ela me chamar de corno. Ela pirou, gritando tipo “Vai, corno safado, você quer ser um corno mesmo?” Aquilo me deixou com o pau latejando de tesão, e eu gozei na boca dela rapidinho. Ela me olhou nos olhos, engoliu tudo e disse, rindo: “Você vai ser meu corno, hein?” Fomos pro banho sem falar mais nada, mas quando deitamos, ela perguntou sério: “Alex, você realmente quer ser corno?” Eu confirmei, e ela disse que tinha pensado no assunto e topava deixar rolar, desde que não fosse ninguém da nossa roda de amigos e que isso não bagunçasse a nossa vida.

Aí veio a bomba: ela fez uma cara estranha e confessou que queria sair com um cara do trabalho dela. Eu fiquei surpreso, tipo “Espere aí, você já tá a fim disso faz tempo?” Ela riu e tentou mudar de assunto, mas eu insisti. Perguntei se era só fantasia ou coisa séria, e ela soltou: “Alex, você já é corno. Eu tô saindo com um sujeito da empresa faz uns dois meses.” Meu coração disparou, misturando raiva e uma excitação selvagem. Ela contou que o cara, que tava dando em cima dela há tempos, acabou rolando, e virou coisa recorrente. Ele sabia da minha fantasia e até incentivava ela a me contar, mas ela tava com medo.

Enquanto ela falava, eu via o alívio nos olhos dela, como se estivesse liberando uma pressão. Ela me beijou, agarrou meu pau duro e disse: “Você quis, agora aguenta.” Perguntei se eu conhecia o cara, e ela balançou a cabeça confirmando. Fiquei desconfortável, imaginando quem seria, até que ela soltou: “É o Ricardo.” Puta merda, o Ricardo? Aquele amigo nosso, casado, que já viajou com a gente e tudo? Eu congelei. Ela disse que tinha acontecido do nada e que ele ia conversar comigo assim que eu soubesse.

No dia seguinte, ela foi trabalhar e eu passei o dia inteiro pilhado, querendo ligar pro Ricardo, mas segurei. À noite, ela me ligou do caminho pra casa e perguntou se ele podia passar aqui pra gente bater um papo. Eu tremia de nervosismo e tesão, mas falei que sim. Quando eles chegaram, cumprimentei o Ricardo com um aperto de mão, tentando agir normal, e fomos pra sala. O clima tava tenso, silêncio puro, até que minha esposa foi direto: “Ricardo, meu amigo, rolou um lance e aconteceu. Ele sabe da sua fantasia agora.”

Eu disse: “Olha, eu tenho essa fantasia, mas não esperava que fosse você. Mas já que tá rolando, vamos deixar isso entre a gente.” Ele topou, garantindo que não ia estragar nossa amizade. Aí, minha esposa, que é uma vadia safada, foi até ele e enfiou a língua na boca dele, dizendo: “Você não queria ser corno? Olha só agora.” Ela se esfregou no corpo dele, e eu senti uma onda de calor subindo pelo meu rabo. O Ricardo perguntou: “Posso foder ela no seu quarto?” Eu concordei na hora: “Vamos lá.”

Entramos no quarto, e eu me sentei na cama enquanto eles se agarravam. Foi espetacular ver ela chupando o pau dele, lambendo todo o comprimento grosso e olhando pra mim com um sorriso malicioso. “Esse pau é mais gostoso que o seu, corno”, ela gemeu, e aquilo me deixou louco de desejo. Eu cheguei mais perto, e ela parou de chupar, me beijou e eu senti o gosto salgado da saliva misturada com o pau dele. O Ricardo riu: “Sente o gosto do meu cacete, né, corno?” Eu balancei a cabeça, morrendo de vontade de chupar, mas não fiz.

Ele a jogou na cama e começou a foder ela forte, enfiando a rola grossa na buceta dela. Eu me masturbei assistindo, vendo os peitos balançando e os gemidos altos dela: “Olha só, corno, toma isso!” Eu gozei rapidinho, jorrando porra no chão, enquanto eles continuavam. O Ricardo gritou: “Vou gozar dentro dela, pro corno limpar!” E ele fez exatamente isso, enfiando fundo e soltando tudo na buceta dela. Ela gozou junto, tremendo e gritando, e eu fiquei ali, excitado pra caralho, realizing que minha fantasia tinha virado realidade de jeito bem sujo.

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