Conto erótico: Troca de casais na colheitadeira: história real

A história que vou contar aconteceu no início deste ano. Somos um casal na faixa dos 50 anos, casados há 30, com dois filhos já adultos. Eu sou moreno, 1,75 de altura, cabelos grisalhos, corpo ainda firme. Minha esposa é mestiça japonesa, pele branquinha, cabelos castanhos escuros naturais, corpo mediano, 1,52 de altura. Tudo começou em 2017, quando tive a ideia de criar um aplicativo para facilitar o trabalho dos operadores de tratores e colheitadeiras. Já dava cursos nessa área do agronegócio, então entrei em contato com um colega de faculdade que administrava uma fazenda próxima. Ele me deu acesso total às máquinas.

A propriedade era pequena, tinha só dois operadores, ambos por volta dos 35 anos. Um era solteiro, o outro casado. Esse casal morava na fazenda e logo viramos muito amigos, quase compadres. Nós visitávamos bastante, especialmente nos finais de semana. Depois do lançamento do app, continuamos indo lá. Nunca rolou nada além de respeito e companheirismo até o começo deste ano.

Num sábado, fomos eu, minha esposa e nosso compadre até o campo com a colheitadeira CASE IH 8250 para gravar imagens e testar outra ideia de curso. A comadre tinha viajado para visitar a mãe. A cabine tinha um banco auxiliar, onde nós dois ficamos enquanto ele operava. Depois de colher uma área boa, estávamos voltando quando ele sugeriu parar na nascente do riacho que nascia na propriedade. Adoramos a ideia, principalmente minha mulher, que queria tirar fotos.

Chegando lá, era um lugar lindo, mata fechada, pouco frequentado. O compadre tirou a camiseta e as botas na hora, entrou na água gelada e começou a se refrescar, nos chamando para entrar. Minha esposa hesitou porque não estava de roupa de banho, mas ele tirou a calça e ficou só de short, dizendo que não tinha problema. Ela era mais recatada, usava roupas fechadas, mas acabou tirando a blusa. Ficou de soutien bem fechado e uma calcinha tipo calçola, maior que a maioria dos biquínis. O lugar era isolado, ele sempre demonstrara respeito, então ela se soltou um pouco.

Ficamos ali um tempo até a fome apertar. Na volta, ele perguntou se ela queria dirigir a colheitadeira. Ensinou os comandos básicos. Ela dobrou a camiseta no banco para não molhar o tecido e sentou de calcinha e soutien. Tudo ia bem até ela apertar a parada de emergência sem querer. A máquina parou quase encostada no vidro, e o compadre caiu por cima dela. Ela ficou de bruços, ele por cima, roçando o pau duro contra a bunda dela. Minha esposa ficou vermelha de vergonha, mas ele pediu que continuasse operando. No espaço apertado, as pernas se encostavam o tempo todo com o balanço da máquina. Era impossível não notar que ele estava excitado. Dois homens de short e uma mulher gostosa só de calcinha e soutien num lugar tão pequeno… o clima ficou pesado de tesão.

Voltamos para a casa, tomamos banho e ele acendeu a churrasqueira. Almoçamos, conversamos, ouvimos música. À tarde a comadre chegou e se juntou a nós. Contamos da nascente e combinamos de ir no dia seguinte com tudo preparado.

De madrugada ouvi barulho no quarto, levantei e vi que era um gato. Coloquei ele para fora e fui à cozinha beber água. Passei pelo banheiro e entrei direto. Lá estava a comadre, sentada no vaso, mijando. Ela só usava camiseta fina sem soutien e calcinha. Os mamilos marcavam o tecido. Ela riu, disse que não tinha problema, e eu acabei vendo bastante. Deu boa noite e cada um voltou para o quarto.

No domingo fomos até a nascente de verdade. O biquíni da minha esposa era comportado, ela estava se achando um pouco acima do peso. O da comadre era médio, nada de fio dental, o que me decepcionou um pouco. Ficamos até o meio-dia. Voltamos, ele fez caipirinhas e bebemos mais do que devíamos. O papo foi esquentando: sexo, troca de casais… Meu pau já latejava só de ouvir.

Foi quando minha esposa soltou, do nada:

— Vocês já transaram na colheitadeira?

Eles confirmaram que sim. Perguntaram se ela queria experimentar. Ela hesitou, mas confessou que tinha curiosidade. O compadre entregou as chaves na hora. Eu insisti, peguei ela no colo e fomos até a máquina. Pedi que eles mostrassem as posições que mais gostavam. A comadre se ofereceu para demonstrar, ficou de quatro na cabine apertada, bunda empinada, e começou a descrever:

— Fiquei de quatro, ele chupou minha buceta, depois sentei de frente, depois de costas…

Enquanto ela falava, eu passava a mão na coxa da minha mulher. O compadre observava tudo com o pau marcando o short. Minha esposa perguntou qual posição ele mais gostou. Ele respondeu sem enrolar:

— Foi ela sentada de costas no meu colo. Conseguia apertar os peitos dela e ver o cuzinho piscando enquanto ela gritava pedindo para ser chamada de puta. A gente sempre teve tesão de ser visto, de colocar mais alguém na brincadeira.

O tesão tomou conta. Tirei a blusa e o soutien da minha esposa, deixando os seios à mostra, e comecei a apertar os mamilos enquanto descia a mão até a buceta dela, que já estava encharcada. Coloquei ela sentada de costas no meu colo, sem calça, só de calcinha. O compadre não perdeu tempo: chupou os seios dela e passou a mão entre as pernas abertas sobre mim. A comadre tirou a roupa e engoliu o pau do marido ali mesmo.

O compadre pegou a mão da minha esposa e falou grosso:

— Vem cá, sua putinha. Quero te foder gostoso enquanto seu marido come a minha.

Fomos para a casa e viramos uma putaria só. Na cama, trocamos de mulher. Eu deitei a comadre, abri as pernas dela e chupei aquela buceta gostosa, enfiando dois dedos no cuzinho apertado enquanto apertava os seios. O compadre fez o mesmo com minha esposa. Depois mandaram as duas de joelhos para chupar como putas. Chuparam nossos paus com vontade, babando tudo. Gozamos nos peitos delas e elas lamberam até a última gota.

Descansamos pouco. Fodemos de novo, cada um com a própria esposa, mas na hora de gozar elas trocaram: cada uma engoliu o leite do outro até o fim. Foi uma delícia. Tomamos banho, conversamos e dormimos. De manhã fudemos outra vez. Como era feriado, ficamos até a noite transando na colheitadeira, na nascente, na cama, em todo canto possível.

Depois combinamos que nada mudaria entre nós. Voltamos no mês seguinte, brincamos de novo e, desde então, marcamos encontros regulares. Às vezes chamamos mais um amigo para participar. Nada de cobranças, só tesão e safadeza.

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