Conto erótico: Fui dedada no cinema por estranho

Nunca imaginei que contaria essa história pra alguém. Ainda sou virgem, namoro há dois anos e sempre esperei o momento certo. Meu namorado respeita isso, mas eu não paro de imaginar coisas bem safadas, aquelas que uma garota “certinha” nem deveria pensar. Essa história é real e começou com uns amigos da faculdade que resolveram matar aula pra ir ao cinema. Eu queria fazer amigos e a turma estava querendo se conhecer melhor. Eles se olhavam o tempo todo, com aqueles olhares de quem queria tirar a roupa do outro. Eu, como namorada, fiquei um pouco de fora, me comportando. Todo mundo conhecia meu namorado, então a pressão de não estragar nada era ainda maior.

Na sala do cinema, o pessoal já começou a se separar em pares. “Luisa senta aqui”, “o Edu vai com a Gi pegar pipoca”. Eu vi o movimento e, pra não atrapalhar, fui logo me sentar na fileira de trás. A sala lotou e o filme começou. Um cara chegou atrasado, depois do trailer, e sentou do meu lado. Ele percebeu que eu trocava umas palavras baixinho com os outros e perguntou:

— Oi, por que você não está com seus amigos?

— Eles estão tudo de casal, eu namoro, então preferi não atrapalhar.

Virei pro filme, incomodada com o papo. Mas ele sussurrou:

— Quer chocolate?

— Não. Você não vai ver o filme não?

— Já vi várias vezes. Mas nunca do lado de alguém que veio com a turma e acabou sozinha.

Eu ri e olhei pra ele. Era bonito. Tive até a sensação de que já tinha visto em algum lugar. Corri, fiquei nervosa e voltei a prestar atenção na tela. Todo mundo já estava quieto. Ele encostou o braço no meu pelo encosto da cadeira e roçou de leve a mão na minha.

— Tenho namorado — avisei rápido.

— Shhh — ele sorriu.

Começou a fazer carinho na minha mão. Eu estava gostando demais. Aquela sensação proibida, de alguém poder virar e nos pegar, me deixou excitada na hora. Meu coração batia forte. Depois de um tempo, ele esticou mais o braço e encostou os dedos na minha perna. Eu não tirei. Ele me olhou e sussurrou:

— Posso?

Assenti com a cabeça. A mão subiu, tocou meus seios por cima da blusa, esfregou o dedo no mamilo que já estava duro e latejando. Desceu devagar, abriu um pouco minhas pernas. Eu estava de saia rodada de tecido leve e obedeci o movimento. Os dedos roçaram de leve entre minhas coxas, subiram pela virilha até chegar na calcinha. Ele pressionou bem no meio, bem onde estava meu clitóris. Apertei as coxas na mão dele, mas não tirei. Olhei pro lado e vi o volume enorme na calça dele, o pau marcando forte no jeans, a cabeça já molhada deixando uma manchinha. Fiquei ainda mais molhada só de ver.

Ele percebeu que eu estava olhando e sorriu safado. Pegou minha mão e colocou por cima do pau. Senti o calor, a dureza, o tecido úmido na ponta. Desenhei o contorno com os dedos, da cabeça até a base. Ele tirou minha mão logo em seguida e voltou com a dele entre minhas pernas. Dessa vez foi mais rápido: afastou a calcinha pro lado e enfiou um dedo direto na minha buceta quente e molhada. Começou a meter devagar, depois mais rápido, entrando e saindo enquanto eu tentava controlar a respiração pra não gemer. De vez em quando ele tirava o dedo, chupava e voltava a enfiar mais fundo.

— Tira a calcinha — pediu baixinho.

— Tá louco?

— Tira e me dá. Ninguém vai ver.

Tirei sentada, sem mexer muito, e guardei na bolsa. Quando abri as pernas de novo, ele enfiou dois dedos de uma vez na minha bucetinha apertada. Eu estava escorrendo. Ele circulou meu clitóris com os dedos molhados, rápido, pressionando mais e mais. Meu corpo inteiro tremeu. Apertei as mãos no braço da cadeira e gozei forte, sentindo a buceta pulsar em volta dos dedos dele. Fiquei ofegante, sem conseguir falar nada, só respirando pesado enquanto o filme acabava.

Ele me olhou e sorriu. Faltavam uns dez minutos pro filme terminar e eu ainda estava tremendo. Quando as luzes acenderam, meus amigos não perceberam nada. Saí da sala com as pernas bambas e uma sensação nova, quente, que nunca tinha sentido antes. Eu achava que já tinha visto ele em algum lugar. Depois descobri que sim… e essa história não parou por aí.

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