Conto erótico: Viúva de pastor transa com vizinho e faz anal

A alguns meses atrás, uma mulher nova se mudou pro prédio onde eu moro. Ela era quieta, quase não falava com ninguém e passava a maior parte do tempo sozinha. Dois meses depois, ela me surpreendeu puxando assunto na entrada do condomínio. Começou falando do prédio, elogiando a limpeza e a educação dos moradores, inclusive a minha, já que meu apartamento fica exatamente em cima do dela. Entramos juntos e, na porta do apartamento dela, ela se despediu com um beijo no meu rosto. Fiquei com a sensação de que aquilo podia virar uma amizade boa.

A semana passou e, no sábado, eu a encontrei de novo na padaria. Voltamos juntos pro prédio conversando sobre tudo. Foi quando ela me contou que era viúva de um pastor. Falou bastante sobre como o marido a tratava, a vida restrita que levava ao lado dele, e eu senti que tinha uma frustração enorme por trás daquelas palavras. Chegamos ao prédio ela me convidou pra tomar café. Aceitei na hora. Entramos, o cheiro de café fresco tomava a cozinha. Sentamos e ela continuou desabafando sobre o casamento. Era uma mulher jovem, atraente pra caralho, corpo bonito escondido por baixo de um vestido longo de gola alta e manga curta. Eu não tinha pressa nenhuma de ir embora, e uma hora depois a gente ainda estava ali, conversando.

Ela se levantou e chamou pra sala. No sofá a conversa continuou, mas o clima já estava diferente. Quando eu disse que precisava ir, ela se levantou depressa, parou na minha frente e pediu pra eu ficar. Falou que estava se sentindo muito sozinha, e dava pra ver nos olhos dela uma tristeza profunda. Respirou fundo, murmurou “que o falecido me perdoe” e me abraçou, me beijando na boca. O corpo dela tremia, a respiração estava ofegante. Logo em seguida abaixou a cabeça, parecendo arrependida, mas eu levantei o queixo dela devagar e beijei de novo, mostrando que eu também queria. O semblante dela mudou na hora, os olhos brilharam de excitação. “Fica”, ela repetiu.

Voltamos pro sofá e ela me beijou com fome, enfiando a mão por baixo da minha blusa, passando os dedos pelo meu peito. “Adoro homem peludo”, sussurrou. Meu pau endureceu na hora. Enquanto eu acariciava o ombro dela e descia a mão devagar até o peito, ela gemia baixinho e me beijava sem parar. Abri o zíper do vestido nas costas, puxei a manga pra baixo, deixando o sutiã à mostra. Ela não reclamou. Tirei o sutiã e chuptei os mamilos rosados, sentindo o gosto da pele dela. As mãos macias dela desceram até meu pau, apertando por cima da roupa.

“Desculpa, Luiz, mas eu tô precisando muito disso”, ela murmurou. Depois eu descobri que Luiz era o nome do ex. Abri meu zíper, tirei o pau pra fora e ela agarrou na hora, masturbando devagar. Depois curvou o corpo e enfiou na boca quente e carnuda, chupando com vontade. Enquanto ela me mamava, eu levantei o vestido dela, passei a mão pela coxa até sentir a calcinha encharcada. Afastei o pano e esfreguei o clitóris inchado. Ela gemia alto, repetindo que estava delicioso.

Depois de uns minutos ela parou e perguntou se eu queria ir pro quarto. Levantei, peguei a mão dela e fomos. Lá dentro ela tirou o vestido, ficou só de calcinha e se deitou. Eu tirei a roupa toda e ela olhou fixo pro meu pau duro. “É maior que o do falecido”, comentou. Beijei a barriga dela, desci até tirar a calcinha e comecei a chupar a buceta molhada. Nunca ninguém tinha feito isso com ela. O corpo tremeu inteiro e ela gozou na minha boca, gemendo alto.

“Eu quero sentir você dentro de mim. Vem, me faz delirar de prazer.” Encostei a cabeça do pau na entrada apertada e molhada, forcei devagar. Quando a cabeça entrou ela soltou um suspiro forte. Fui entrando centímetro por centímetro até estar completamente dentro, depois comecei a meter, devagar no começo, aumentando o ritmo. Ela gozou de novo, segurando minha cintura como se não quisesse que eu saísse. Quando avisei que ia gozar, ela pediu pra gozar na boca. Tirei o pau e enfiei na boca dela, que chupou com vontade até engolir o primeiro jato, depois o resto.

Deitados lado a lado, ela me contou que muita coisa era pecado pro ex-marido. Beijou minha boca e eu senti o gosto do meu próprio gozo. Depois de alguns minutos ela começou a me masturbar de novo até meu pau ficar duro. Fizemos um 69 gostoso e logo depois a virei de ladinho, entrei por trás. Ela gemeu alto, dizendo que nunca tinha feito assim. Enquanto eu metia forte, olhei praquela bunda lisinha e passei a mão pelas nádegas. Imaginei que ela nunca tinha feito anal e resolvi testar. Passei o dedo no cuzinho apertado. Ela respirou fundo, arrepiada, mas não reclamou.

Peguei um creme na mesinha de cabeceira, passei bastante no cuzinho dela e enfiei um dedo, depois dois. Ela só gemia. Lubrifiquei meu pau também e encostei devagar. “Você vai ser o primeiro, então vai com cuidado”, ela pediu. Forcei com calma, a cabeça entrou e ela gemeu alto. Fui entrando pouco a pouco, passando mais creme, até ficar quase todo dentro. Comecei a meter devagar, depois mais rápido. Ela reclamou quando parei um segundo. “Não para, tá ficando gostoso pra caralho.” Massagiei o clitóris dela enquanto socava o cuzinho e ela gozou de novo, o cu apertando meu pau. Logo eu gozei também, enchendo o cuzinho dela de porra quente.

Quando tirei, ela me beijou e disse que adorou, apesar de ter doído no começo. “Sempre quis experimentar, mas meu marido dizia que não era coisa de Deus.” Passamos o dia e boa parte da noite fodendo. Hoje em dia a gente dorme junto com frequência, e cada vez que ela me vê já fica molhada só de imaginar o que vamos fazer.

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