**SENHORA DO PRAZER – EPISÓDIO 1: O DESPERTAR DE IARA**
Iara era doutora em sexologia e tinha perdido o marido havia oito meses. O casamento havia sido calmo, mas nunca a fizera sentir o desejo bruto que ela sempre quisera. Com o tempo, a solidão foi dando lugar a uma fome crescente. Ela não procurava substituir ninguém. Queria apenas reencontrar a mulher que gostava de foder e ser fodida sem culpa.
Alta, morena, de cabelos e olhos negros, pernas longas e andar tranquilo, Iara chamava atenção sem esforço. Na universidade era respeitada pela inteligência. Fora dela, começava a perceber o poder que seu corpo exercia sobre os homens.
Haroldo morava no mesmo prédio. Piloto de avião, maduro, alto e daqueles que falam pouco e olham muito. Os dois começaram trocando olás no elevador, depois conversas rápidas no sagão e encontros “por acaso” na garagem. Os olhares foram ficando mais demorados, mais pesados. Até que uma noite ele a convidou para jantar num restaurante elegante, com pista de dança.
Iara aceitou. Quando Haroldo foi buscá-la, ela desceu vestindo um tom de vinho justo que marcava a cintura e realçava os seios sem mostrar demais. Durante a dança, ele a puxou pela cintura. Iara sentiu o pau dele endurecendo contra a barriga e não se afastou. Ficou ali, colada, sentindo o volume crescer.
— Está tudo bem? — perguntou ele.
Ela encostou os lábios no ouvido dele:
— Está ótimo. Faz tempo que quero ser tocada assim.
Voltaram para a mesa. Iara pediu champanhe e morangos. Depois de alguns goles, levantou-se, foi ao banheiro e voltou sem calcinha. Ao sentar, colocou a calcinha preta na mão dele, por baixo da mesa.
— Você acordou a mulher errada — sussurrou, sorrindo. — Agora vai ter que acompanhar o meu ritmo.
Haroldo fechou os dedos em volta da calcinha ainda quente e úmida. O pau latejava dentro da calça.
Eles não aguentaram terminar o jantar. Foram direto para uma suíte. No estacionamento, Iara pediu que ele ficasse no carro com os faróis acesos. Parou na frente do veículo e fez um strip-tease lento, tirando o vestido, o sutiã, até ficar completamente nua sob a luz branca dos faróis. Depois se vestiu de novo e subiu.
Na suíte, ela mandou Haroldo tirar a roupa e esperar só de cueca. Quando voltou do banheiro, vestia uma camisola transparente, sutiã e uma calcinha mínima. Dançou devagar, passando as mãos pelos seios, pela barriga, descendo até a buceta por cima do tecido fino. Haroldo estava com o pau duro, marcando a cueca.
Iara tirou um par de algemas da bolsa.
— Você aceita brincar do meu jeito?
Ele concordou. Ela o prendeu à cabeceira da cama, testou se estava confortável e combinou a palavra de segurança. Só então continuou.
Dançou mais um pouco, tirando uma peça de cada vez. Quando ficou nua, pegou os morangos, passou um deles pela buceta molhada e ofereceu para ele morder. Haroldo chupou o morango com o gosto dela junto. Depois ela desceu, tirou a cueca dele com os dentes e soprou de leve no pau grosso e latejando, sem encostar.
— Ainda não — disse, rindo baixo. — Primeiro você vai aprender a esperar.
Subiu no rosto dele, abriu as pernas e desceu devagar até encostar a buceta quente e melada na boca de Haroldo. Esfregou devagar, sentindo a língua dele procurando o grelo. Quando ele encontrou, Iara gemeu e rebolou mais forte, molhando o queixo e os lábios dele. Haroldo chupava com vontade, bebendo tudo, até ela se afastar antes de gozar.
Então ela desceu pelo corpo dele, deixando a buceta escorregar pelo peito peludo, pela barriga, pelas coxas. Finalmente se ajoelhou entre as pernas dele, segurou o pau pela base e esfregou a cabeça grossa na entrada da buceta, molhando ela mesma com o próprio tesão. Desceu devagar, sentindo o pau abrir ela por dentro, centímetro por centímetro. Quando encaixou tudo, ficou parada, apertando o pau com os músculos da buceta.
— Não se mexe — ordenou.
Começou a subir e descer devagar, quase tirando o pau todo, depois engolindo até o fundo. Haroldo gemia, puxando as algemas. Iara cavalgava do jeito que queria, rebolando quando estava lá embaixo, apertando quando subia. Os seios balançavam na frente do rosto dele.
— Agora pode me ajudar — liberou as mãos dele.
Haroldo agarrou a bunda dela com força e começou a puxar para baixo enquanto ela descia. Iara gemeu mais alto, cavalgando com vontade.
— Gosta da minha buceta apertando seu pau grosso? — provocou.
— Gosto de ver uma mulher saber exatamente como quer levar.
— Então segura minha bunda e me fode do jeito que eu gosto.
O pau batia fundo, molhado dos fluidos dela. Iara sentia o orgasmo chegando, apertando mais forte. Haroldo segurou o próprio tesão até ela começar a tremer.
— Goza comigo — pediu ela, ofegante. — Quero sentir sua porra quente dentro da minha buceta.
Quando Iara gozou, o corpo inteiro dela contraiu em volta do pau. Haroldo não aguentou e gozou junto, jorrando quente lá no fundo. Os dois ficaram colados, ofegantes, o pau ainda pulsando dentro dela.
Depois ela se deitou no peito dele. Haroldo passou a mão nos cabelos dela, ainda sentindo as contrações da buceta ao redor do pau.
Iara ergueu o rosto, sorrindo.
— Achou que a doutora em sexologia era só teoria?
Haroldo riu, rouco.
— Acho que ainda tenho muita coisa para aprender.
Ela passou as unhas pelo peito dele.
— Então descansa. Na próxima vez, o troco é seu.
**CONTINUA NO EPISÓDIO 2 — O TROCO DE HAROLDO**