Conto erótico: A surpresa quente do trio

Joaquim chegou em casa bem antes do esperado. O trânsito na marginal tinha fluído que era uma beleza, e ele estava louco para surpreender o namorado. Abriu a porta do apartamento na ponta dos pés, imaginando a cara de espanto de Felipe. Mas a surpresa foi toda dele. Do corredor, ouviu gemidos baixos e úmidos vindo do quarto, e a porta estava entreaberta. O coração de Joaquim disparou. Ele se aproximou devagar e espiou pela fresta.

Lá estava Felipe, nu da cabeça aos pés, de quatro na cama, o corpo todo suado e brilhando sob a luz fraca do abajur. Atrás dele, um cara alto e sarado, que Joaquim nunca tinha visto na vida, enfiava com tudo. O pau grosso e inchado entrava e saía do cu de Felipe num ritmo firme, fazendo as bolas baterem contra a bunda durinha e arrebitada. Felipe gemia alto, empinando mais o rabo, implorando: “Vai mais fundo, porra… Me enfia direito!”

O desconhecido, que mais tarde Joaquim descobriu se chamar André, agarrou a cintura de Felipe com força e socou sem misericórdia. O pau dele brilhava de lubrificante e suor a cada movimento. Cada empurrão fazia o corpo de Felipe tremer inteiro. Joaquim sentiu um turbilhão dentro de si: ciúme queimando no peito, mas uma excitação selvagem que endureceu seu próprio pau num instante. Ele não conseguia parar de olhar. Ver o namorado sendo esticado daquele jeito, gemendo como uma vagabunda, era o tipo de cena safada que deixava qualquer um louco.

Felipe virou o rosto de repente e abriu os olhos. Ficou parado por um segundo, mas em vez de parar ou se explicar, ele sorriu de um jeito safado e gemeu ainda mais alto, rebolando contra o pau que o invadia. “Vem cá…”, disse ele, a voz rouca de desejo. “Entra nessa, não fica aí só babando.” André olhou para trás, surpreso, mas não diminuiu o ritmo.

Joaquim hesitou só um momento, depois entrou no quarto, tirando a camisa e soltando o cinto. “Então é assim que você curte, hein?” murmurou ele, chutando a calça para o lado. Seu pau saltou para fora, duro como pedra, a cabeça já pingando. Felipe lambeu os lábios, todo excitado. “Eu adoro dar o cu… mas hoje eu quero vocês dois me enchendo.”

André se moveu um pouco para dar espaço, ainda enterrado fundo. Joaquim subiu na cama e se ajoelhou na frente de Felipe. Sem perder tempo, Felipe engoliu o pau dele até o talo, babando e chupando com voracidade enquanto era fodido por trás. Os gemidos de Felipe ficaram abafados pela boca cheia, e Joaquim sentiu a garganta quente e apertada em volta do seu pau.

Os dois homens se encararam por cima do corpo de Felipe. André sorriu e acelerou as estocadas, fazendo Felipe engasgar. “Ele aperta que nem uma garra quando tá levando uma boa gozada”, grunhiu André. Joaquim agarrou o cabelo de Felipe e começou a foder sua boca com força. “Então vamos mostrar pra ele o que é bom.”

Eles trocaram de posição. André deitou na cama, e Felipe se sentou no pau dele, descendo devagar até engolir tudo. A cara de prazer de Felipe deixou Joaquim ainda mais louco. Ele se posicionou atrás, abrindo as nádegas já vermelhas e inchadas. Cuspiu na mão, untou o próprio pau e pressionou a cabeça contra o cu já ocupado. Felipe soltou um gemido longo e gutural quando sentiu os dois paus tentando entrar juntos. “Vai com calma… Caralho, tá apertado pra burro…”, gemeu ele, mas empinou o rabo, convidando mais.

Joaquim forçou devagar, centímetro por centímetro, até o cu de Felipe ceder para os dois. O buraco se abriu, tremendo e suado, enquanto Felipe gemia sem parar. Quando os paus finalmente entraram até a metade, ele gritou de puro êxtase. “Porra, tô tão cheio… Não para!”

André e Joaquim começaram a se mover em sincronia, um entrando enquanto o outro saía, depois os dois atacando ao mesmo tempo. O cu de Felipe estava vermelho e brilhante, esticado ao máximo, lubrificado e escorregadio. Ele babava, os olhos revirados, murmurando obscenidades. Joaquim segurou o pescoço dele por trás e sussurrou: “Da próxima vez que quiser abrir o cu pra outro, me avisa. Eu quero ver… e foder junto.”

Felipe só conseguiu gemer em resposta, o corpo sacudindo com cada estocada dupla. O orgasmo explodiu violento. Felipe gozou primeiro, jatos grossos de porra voando sem que ele tocasse no próprio pau, o cu apertando loucamente em volta dos dois. André grunhiu e encheu o buraco com sua gozada quente. Joaquim puxou para fora e explodiu por cima da bunda aberta de Felipe, cobrindo as nádegas e o anel esticado com sua porra.

Eles desabaram na cama, ofegantes e suados, corpos grudados. Felipe virou o rosto para Joaquim, sorrindo exausto e satisfeito. “Bem-vindo de volta, baby.” Joaquim riu baixinho e beijou sua boca, ainda sentindo o gosto salgado. “Da próxima, eu chego ainda mais cedo.”

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