Marcos chegou do trabalho mais cedo, puto da vida porque o dia tinha sido uma porcaria total. Assim que abriu a porta do apartamento, ouviu gemidos safados vindo do quarto, ecoando pelo corredor. “Ahhh, caralho… mete mais fundo!” Era a voz do Felipe, namorado dele há quase dois anos, gemendo como um puto louco.
Marcos empurrou a porta do quarto devagar e ficou paralisado, o pau endurecendo na hora só de ver a cena. Felipe estava de joelhos na cama, o rabo empinado e vermelho, levando uma surra de rola de um cara que Marcos nunca tinha visto antes. O desconhecido era um grandão tatuado, com um pau enorme e grosso, enfiando sem parar no buraco do Felipe, fazendo a bunda dele bater forte contra a virilha do cara. O barulho era sujo e molhado, como se o rabo estivesse sendo esticado ao máximo.
“Isso, porra! Me fode como uma puta!” gritava Felipe, rebolando e babando no lençol, completamente entregue. Marcos sentiu uma mistura de raiva e tesão incontrolável, o sangue fervendo enquanto o volume na calça crescia. O cara, que Marcos depois soube se chamar Rafael, virou o rosto, viu ele na porta e sorriu de forma safada, sem diminuir o ritmo. “Chegou cedo, hein? Quer ver seu namorado levando uma rola grossa?”
Felipe olhou para o lado, congelou por um segundo, mas logo exibiu um sorriso malicioso e empinou o rabo ainda mais. “Vem cá, amor… não fica aí só olhando. Entra nessa diversão.” Marcos não hesitou. Tirou a roupa rapidinho, o pau já pingando pre-cú, e subiu na cama num pulo. “Então é assim que você curte, seu safado?” rosnou ele, agarrando o cabelo do Felipe e enfiando o pau fundo na boca dele. “Chupa isso enquanto toma no rabo!”
Felipe gemeu alto, engasgando com a rola do namorado enquanto Rafael continuava a socar o buraco dele sem misericórdia. O quarto encheu de sons obscenos: o glub-glub da boca sugando e o ploc-ploc da pica entrando e saindo do cu lubrificado. “Porra, o buraco desse cara aperta que nem uma morsa”, grunhiu Rafael, dando um tapa forte na bunda do Felipe, deixando a marca vermelha na pele.
Marcos puxou o pau da boca do namorado e cuspiu na cara dele. “Abre bem esse rabo, vadia. Hoje você vai levar dos dois.” Eles viraram Felipe de lado na cama. Rafael deitou atrás e enfiou a rola de volta no cu, enquanto Marcos se posicionou na frente, erguendo uma perna do Felipe para forçar a entrada. “Relaxa esse buraco, sua putinha”, ordenou Marcos. Felipe gritou de prazer quando os dois paus grossos esticaram ele ao mesmo tempo, o cu ficando vermelho e brilhando de lubrificante e suor.
Eles começaram a meter juntos, sem piedade. Um entrava enquanto o outro saía, depois os dois afundavam fundo ao mesmo tempo, estourando o limite. “Ai, caralho… tô sendo arrombado… que delícia!” berrava Felipe, os olhos revirados e o pau dele duro, gotejando pre-cú no peito. Marcos apertou o pescoço dele e cuspiu na boca aberta: “Você é nossa vadia agora. Vai oferecer esse rabo pra gente sempre que pedirmos.”
Rafael ria, metendo com força e apertando as bolas do Felipe. “Olha só como ele goza sem nem tocar no próprio pau…” Felipe tremeu inteiro e explodiu, jatos grossos de porra acertando o peito e o queixo dele, enquanto o cu se contraía loucamente nos dois paus. Mas os caras não pararam. Continuaram fodendo o buraco dilatado sem dó, até Marcos gozar primeiro, enchendo o interior com uma carga quente e pegajosa. Rafael veio logo depois, misturando a porra dele com a do Marcos, que escorria pelo cu aberto de Felipe.
Eles desabaram na cama, suados e cobertos de gozo, respirando pesado. Felipe, com o rabo ainda piscando e vazando, olhou para os dois com um sorriso safado: “Na próxima, eu quero os dois paus na boca primeiro… depois no cu. E quem gozar primeiro vira a puta da vez.” Marcos riu e deu um tapa na bunda vermelha dele. “Combinado, seu tarado.” Rafael só sorriu, passando a mão nas coxas dos dois: “Bem-vindo ao nosso triângulo, porra. Aqui não tem espaço pra ciúme… só pra muito rabo e muita rola.”