Recapitulado rapidinho: Eu disse pra ela, “Oi, amor, vim no apartamento dele ver o cachorrinho”, e aí ela me responde que está no carro, preocupado porque eu não mandei mensagem. Perguntei se ela não tinha chegado em casa ainda, e ela confirmou que sim, mas estava na garagem, dentro do carro. Aí ela mandou eu deixar o celular ligado pra eu acompanhar tudo. E quando ela me chamou de “chifrudo”, caralho, meu pau quase rasgou a calça. Eu tirei ele pra fora na hora e comecei a massagear aquela verga dura como pedra.
Estava escuro lá na varanda do apartamento dele, e eu via tudo pelo celular, com o coração acelerado e uma mistura louca de ciúmes e tesão puro. Eles se beijavam como se fossem um casal apaixonado, as línguas se enroscando, e as mãos dele explorando o corpo da minha Loira. No bar, ele nem tocava na mão dela, mas ali, ele passava os dedos pelas costas dela, apertava aqueles peitos firmes e agarrava a bunda redonda com força, cheio de desejo. Eu só ficava olhando, sem poder fazer nada, o pau latejando nas minhas mãos enquanto eu estava no carro, estacionado na rua do prédio.
Eles continuaram se pegando feito animais, as bocas coladas, as mãos dele devorando cada curva do corpo gostoso dela. Aquilo era insano pra mim – ver o cara tocando em tudo que era meu, mas eu não conseguia parar de assistir. Meu pau estava rocha, e eu massageava devagar, com medo de gozar cedo demais. De repente, ele encostou ela na grade da sacada, virada pra rua, e levantou a saia dela. Aquela calcinha fio dental vermelha de renda, enfiada no rabo perfeito dela, era um convite. Ele usou uma mão pra bater punheta na própria rola dura e a outra pra afastar a calcinha de lado, expondo a buceta molhada. Ela não resistiu nem um segundo; ficou ali, quieta, enquanto ele enfiava a verga grossa dentro dela, dando bombadas fortes e ritmadas.
Depois de uns minutos fodendo assim, ele parou e trocou de lado, ficando de costas pra sacada. Ela se debruçou em algo, o rosto colado na tela do celular, e eu via tudo: ele socou de novo, enfiando fundo, os quadris batendo contra a bunda dela. Puta merda, era demais. Aí ele virou ela de frente, e eu ouvi ele mandar: “Vem!” Ela caiu de joelhos na hora e engoliu a rola dele toda, que era grande e grossa, exatamente como ela adora. Eu sabia que ela já tinha visto fotos, mas ver ao vivo, chupando com vontade, era outro nível. Ela lambia, sugava e engasgava um pouco, saboreando cada centímetro, enquanto eu apertava meu pau aqui no carro, tentando não explodir.
Quando ela parou de chupar, ofegante, ele levantou a saia dela de novo e posicionou ela de quatro. O rosto dela estava virado pro celular, me encarando, com uma expressão de puro delírio – gemendo alto, os olhos semicerrados de prazer. Os cabelos longos e loiros caíam no rosto dela a cada estocada forte que ele dava, e ela usava uma mão pra se apoiar em algum móvel e a outra pra afastar os fios, mostrando aquele êxtase total. A bunda grande e empinada dela balançava com cada movimento, e eu via a rola dele entrando e saindo da buceta apertada. Estava foda, o som dos gemidos ecoando no meu celular, e eu me masturbava mais rápido, o pré-gozo escorrendo pelos dedos.
Eles ficaram assim por uns minutos, depois mudaram de posição. Ele sentou no sofá da varanda – acho que era um sofá, pelo jeito – e ela subiu em cima, sentando devagar na verga enorme dele. Pude ver tudo: ela rebolando, a boceta dela engolindo ele inteiro, os peitos balançando com o movimento. Eu daria qualquer coisa pra estar ali, perto da minha Loira, acariciando aquela pele macia, beijando o pescoço dela enquanto ela fodia com ele. Meu pau estava todo melado de tanto líquido, e eu mal conseguia me controlar no carro.
Eles deram uma pausa, mas ela não desligou o celular nem por um segundo – sorte a minha, o sinal não caiu. Foram pra sala, sentaram no sofá, e ela posicionou o celular num lugar perfeito pra eu ver tudo. Beberam mais um drink e conversaram um pouco, mas eu estava ali, no carro, doido de tesão, imaginando rasgar a buceta dela de todas as formas possíveis. Aí, ela largou a bebida e começou a fazer carinho no cabelo dele. Em segundos, ele tirou a rola grossa da cueca de novo, e ela caiu de boca, de quatro no sofá, chupando com tudo. Ele estava sentado, gemendo, e ela lambia como se fosse o melhor sorvete do mundo.
Aquilo era uma delícia torturante – ver ela se entregando assim, enquanto eu ficava de fora, com o pau pulsando e a mente cheia de fantasias sujas. Mas, caralho, eu não trocaria aquilo por nada.