Morei em Curitibanos, uma cidadezinha pobre no interior de Santa Catarina, onde a economia girava toda em torno da madeira. Era um lugar simples, mas cheio de aventuras que eu nunca esqueci. Aluguei uma casinha de madeira bem ao lado de um casal: o marido era um cara ciumento que eu vou chamar de Roberto, e a mulher, Juliana, era uma delícia de se ver – jovem, cheia de curvas e com um tesão que transbordava a qualquer hora do dia.
Roberto me odiava, mas era um ódio quieto, daqueles que gelam a espinha. Sempre que ele passava na frente da minha casa, diminuía o passo e fingia estar mexendo no celular, mas eu sabia que ele estava me vigiando. Me deixava paranoico, pensando se ele já tinha certeza ou só desconfiava. Se soubesse de verdade, teria vindo brigar na hora, mas ele segurava tudo dentro, o que tornava a situação ainda mais arriscada. Um dia, nos esbarramos na rua por acaso. Eu saía de casa e ele vinha vindo. Parou bem na minha frente, encarando meus olhos por segundos que pareciam horas. “Você mora aqui faz tempo?” ele perguntou, como se fosse conversa fiada. “Não”, respondi curto e grosso. Ele assentiu devagar, lançou um último olhar para a minha casa e depois para mim, sem dizer mais nada. Naquele momento, eu soube que ele não tinha provas, mas as dúvidas dele estavam acabando. O risco estava crescendo.
Enquanto isso, Juliana não parava de vir. Toda vez que Roberto saía, ela escapulia da casa ao lado e vinha pra minha. Era uma vadia insaciável, louca por sexo a qualquer hora – de dia, de noite, até na madrugada. Adorava chupar meu pau duro, lambendo a cabeça inteira com a língua e roçando os dentes de leve, me deixando na beira do limite, como se fosse me machucar, mas só aumentando o prazer. Transávamos como animais: eu a jogava na cama, abria suas pernas e enfiava meu pau fundo na buceta dela, que ficava toda molhada e apertada, gemendo alto enquanto eu bombava sem parar. Ela era uma mãe casada, mas isso só me excitava mais – pensar que eu estava fodendo a mulher do vizinho, sentindo seu cuzinho tremendo de tanto tesão. Às vezes, eu a tomava de quatro, segurando seus quadris e metendo com força, enquanto ela sussurrava safadezas no meu ouvido, tipo “Você é tão gostoso, eu adoro essa rola enchendo minha boceta”. Eu ficava com o pau sempre duro, pronto pra comer aquela putinha a qualquer momento, e o perigo de sermos pegos só deixava tudo mais quente.
Com o tempo, comecei a achar que não era questão de se ia dar merda, mas de quando. Aquele olhar de Roberto me perseguia, mas eu não parava. Juliana dizia que eu era bom demais pra ser de uma mulher só, e combinamos uma coisa maluca: se nos encontrássemos de novo no futuro, não importava se estivéssemos solteiros ou casados, íamos transar só pra relembrar os velhos tempos. Mas a vida seguiu, e eu mudei de cidade. Tudo acabou do jeito que começou: sem aviso, sem despedida chata. No nosso último encontro, antes de eu ir embora, transamos como nunca – eu a fodi contra a parede, sentindo sua boceta pulsar em volta do meu pau, e ela gemeu que eu era o melhor que já tinha tido. Depois, ela disse sério: “Se a gente se encontrar de novo, não importa como a vida esteja, vamos transar outra vez. Só pra lembrar”. Eu ri, achando graça, mas ela não estava brincando.
Vinte anos se passaram, e eu nunca mais vi Juliana. A vida mudou, trouxe outras mulheres, outras fodas, mas Curitibanos ficou guardado na memória como uma lembrança safada. Às vezes, eu penso: se por acaso nos cruzássemos agora, será que ainda rolaria? Será que eu lembraria o gosto da sua boceta e ela o tamanho da minha rola? Ou fingiríamos que nada aconteceu? Não sei, mas essa ideia ainda me deixa com tesão, me fazendo reviver cada porra de detalhe na cabeça.