Eu e minha esposa, vamos chamar ela de Ana, tava a fim de experimentar algo diferente aqui em Roraima, onde as coisas liberais são raras como ouro. A gente mora nessa região isolada, mas decidimos arriscar e alugar uma casa luxuosa, com quartos enormes, uma piscina iluminada e um bar todo equipado, só pra nós dois e um amigo dela, que eu vou batizar de Bruno. Ana é uma gata safada, com peitos firmes e uma bunda que balança hipnotizando qualquer um, e ela tava louca pra me ver compartilhando ela com outro cara.
Chegamos naquela casa chique no final da tarde, o sol se pondo sobre as florestas de Roraima, e o clima já estava quente só de imaginar o que viria. Ana vestia um vestido curto que mal cobria sua calcinha vermelha, e eu, puto de tesão, já sentia meu pau endurecendo só de olhar pra ela. Bruno chegou logo depois, um cara alto e sarado, com um sorriso safado que deixava claro que ele tava dentro do plano. “Então, vamos começar a diversão?”, ele disse, e Ana riu, puxando ele pra dentro.
A gente começou com drinks no sofá, mas não demorou muito pra as mãos começarem a explorar. Ana se sentou no colo de Bruno, rebolando aquela bunda gostosa contra a calça dele, enquanto eu assistia de perto, me masturbando devagar por cima da minha roupa. “Quero sentir vocês dois me enchendo”, ela sussurrou, com a voz rouca de desejo. Em minutos, estávamos todos pelados no quarto principal, a luz baixa destacando os corpos suados.
Ana se ajoelhou no tapete macio e chupou o pau do Bruno primeiro, lambendo a cabeça inchada e engolindo ele até o fundo da garganta, fazendo barulhinhos molhados que me deixavam louco. Eu me aproximei por trás, agarrei os peitos dela e apertei, sentindo os mamilos duros contra minhas palmas. “Sua putinha safada”, eu murmurei, e ela gemeu, virando a cabeça pra chupar meu pau em seguida. A boca dela era um paraíso úmido, sugando com força enquanto Bruno massageava a buceta dela, enfiando dois dedos e mexendo rápido.
Depois, deitamos na cama king-size, e Ana montou no Bruno, enfimdo sua boceta molhada na rola dele. “Ah, porra, isso é bom demais”, ela gritou, subindo e descendo como uma louca, o som de carne batendo ecoando no quarto. Eu me posicionei atrás, lambendo o cuzinho dela enquanto ela fodia com ele, e em seguida, lubrifiquei meu pau e entrei devagar no seu rabinho apertado. Sentir a barreira fina entre nós dois, com o pau do Bruno enchendo a boceta dela e o meu no cu, foi algo que me fez perder a cabeça. “Fode mais forte, enche essa puta!”, eu gritei, e Bruno obedeceu, arremetendo com tudo.
Ana gozou primeiro, tremendo inteira, sua boceta e o cu pulsando em volta dos nossos paus, e aquilo nos levou ao limite. Eu saí e gozei na bunda dela, jorrando porra quente, enquanto Bruno enchia a boceta com a dele. Ficamos ali, ofegantes e suados, rindo e se recuperando, prontos pra uma segunda rodada na piscina. Foi a noite mais selvagem da nossa vida em Roraima, e mal podemos esperar pra repetir.