Eu mal podia acreditar no que estava rolando. Lá estava eu, Alex, sentado no trabalho em São Paulo, com o coração acelerado, planejando tudo para que o Bruno, esse cara que eu convidei, finalmente conhecesse minha mulher, Sofia, no salão dela. Ela era uma loira gostosa, com peitos firmes e uma buceta que sempre me deixava louco de tesão. Eu tinha arrumado tudo escondido: mandei o Bruno marcar um serviço de sobrancelha, fingindo ser um cliente normal. Ele foi, ficou na sala com ela, e eu fiquei aqui pirando, imaginando o que diabos estava acontecendo.
Depois de duas horas de agonia, o Bruno me manda uma mensagem no WhatsApp: “Opa, beleza? Sua mulher é uma delícia, cara. Linda pra caralho.” Eu respondi rápido, o coração batendo forte: “Sim, ela é. Como foi o serviço?” Ele riu nas mensagens: “Fiz como você pediu, agi como um cliente normal. Só conversei um pouco, mas fiquei louco pra agarrar aquela gostosa. Peguei o contato dela, hein. Posso mandar uma mensagem?” Eu avisei: “Vai em frente, mas não conta nada sobre mim. Se ela descobrir o plano, vai ficar puta da vida.”
Dois dias se passaram, e Sofia me liga, toda animada: “Amor, aquele cliente do salão me chamou no WhatsApp. Ele é exatamente do meu tipo – alto, sarado, com um sorriso que me deixa molhada só de pensar.” Eu fingi surpresa: “Sério? Eu não sei de nada, deve ser coincidência.” Mas ela insistiu: “Vem cá, tem dedo seu nisso? Porque se tiver, fica mais fácil eu dar uma chance. Eu tô a fim dele.” Eu neguei de novo, mas por dentro, meu pau estava duro como pedra só de imaginar.
No final de semana, quando fui pra casa dela – moramos a 70 km de distância, o que torna tudo mais excitante –, ela veio com mais pressão: “Ele tá dando em cima de mim, e eu tô gostando. Me diz a verdade, Alex: você armou isso?” Eu continuei mentindo, mas ela suspirou: “Que pena, porque eu tava louca pra transar com ele.” Passamos o fim de semana bebendo e se pegando, mas minha mente estava obcecada com o que poderia acontecer.
No meio da semana, o Bruno me manda outra: “E aí, tudo bem? Estou doido por ela. Quase marquei outro serviço só pra ver essa buceta de novo.” Eu respondi: “Ela tá desconfiada, mas vai em frente. E olha, se você conseguir fodê-la, se prepara, porque Sofia é insaciável. Transa como uma puta selvagem e não cansa nunca.” Ele riu: “Pode deixar, eu tô pronto pra isso.”
No dia seguinte, Sofia me encurralou: “Alex, eu tô a fim desse cara. Se você admissionir que armou tudo, eu vou em frente. É mais fácil assim, no nosso mundo liberal.” Eu cedi, o tesão falando mais alto: “Tá bom, foi ideia minha. Eu falei com ele e mandei marcar no salão.” Ela sorriu: “Sabia! Gostei dele, vou conversar mais.” Meu pau ficou duro na hora, e eu mal podia esperar.
Eles começaram a trocar mensagens quentes. Eu lia tudo o que ela me mostrava: fotos dele seminu, com a rola grossa aparecendo, e ela respondendo com selfies daquelas tetas perfeitas e a calcinha úmida. As conversas evoluíram de inocentes para explícitas: “Quero chupar essa buceta gostosa”, ele dizia, e ela retrucava: “Vem cá e me fode direito, mas só se o Alex assistir.” Eu ficava louco de excitação, me masturbando enquanto lia.
Depois de semanas de flerte, finalmente marcaram o encontro. Eu larguei o trabalho mais cedo em São Paulo e fui correndo pra cidade dela. Sofia estava vaidosa pra caralho: fomos ao shopping, ela comprou uma lingerie preta transparente que destacava o rabo redondo e a boceta depilada. Fez unha, cabelo, tudo. No carro, voltando pra casa, eu dirigia enquanto ela flertava no celular: “Tô pronta pra você me comer inteiro, Bruno.” De repente, o rosto dela mudou, como se tivesse levado um balde de água fria. Eu perguntei: “O que foi?” Ela suspirou: “Ele cancelou, porra. Mas não importa, nós estamos só começando nisso. Eu tô molhada só de pensar no que vem depois.”
E lá estava eu, com o coração na mão e o pau pulsando, sabendo que essa aventura ia explodir de vez.