Capítulo 1: O Batismo de Tinta e Desejo
Eu fico olhando para o arquivo PDF no meu celular, e um calafrio me percorre da nuca até a boceta, que começa a pulsar de tesão molhada. Eu parei de ser só uma mulher comum e me tornei a submissa dele. Assinei esse Contrato de Consentimento, Domínio e Entrega Total, e com aquele clique, entreguei minha vontade inteira numa bandeja para o cara que sempre controlava os meus pensamentos mais sujos. Sou uma loira alta, com mais de 1,70m, olhos azuis que parecem frios por fora, mas que escondem um fogo louco por dentro. Meu corpo é o de uma mulher madura cheia de desejo, com seios médios que imploram para serem apertados pelas mãos dele, e uma boceta sempre pronta que me faz passar horas brincando com os meus vibradores.
Ele é o oposto perfeito: um moreno alto, passando de 1,80m, todo charme e autoridade. O cheiro dele já invade o corredor do escritório, e essa pegada firme… puta merda, eu só sentia isso nos meus devaneios sujos, mas agora o contrato garante que vou sentir na minha pele mesmo.
Tudo virou de cabeça para baixo no começo das férias de Natal. Eu tava com o desejo acumulado e a distância me deu coragem, então mandei uma mensagem pra ele: “Estou deitada nua agora, brincando com a minha buceta e imaginando como seria ter o seu pau dentro de mim.” Aquilo acendeu um pavio, e o que veio depois foi uma escalada de tensão que resultou no nosso JOGO. Ele não queria só transar comigo; queria minha alma, minha obediência e minha submissão completa. Agora, sou a putinha dele, a safada que ele escolheu, e eu aceito isso com um orgulho todo errado, porque significa que sou a única para satisfazer os desejos dele.
Ainda não nos tocamos de verdade desde que assinei, mas as fotos e vídeos que trocamos são o meu combustível diário. Ver o corpo do meu mestre, sabendo que ele é o dono de tudo isso, me deixa contando os minutos. O contrato é cristalino: minha vida agora segue as Regras de Ouro dele. Meus olhos e minha devoção são só para ele, e meu “Sim, Senhor” vai ser o meu hino de rendição.
Ele já me deu a primeira missão para quando voltarmos ao trabalho. Nada de bom-dia banal; assim que ele entrar, tenho que cumprir o desafio em silêncio, provando que sou uma submissa perfeita e pronta para servir. Mal posso esperar sentir as mãos dele no meu pescoço, enquanto eu uso a boca para mostrar o quanto sou grata por ele ter virado o meu mestre. O JOGO está rolando, e eu sou a peça obediente, louca para explorar desejos sujos e picantes com ele.