Eu mal conseguia acreditar no jeito que ele me deixava louca. Ali na praia, com as mãos do Alex espalhando protetor solar na minha pele, eu desejei que ele não parasse nunca. Mas ele parou, se afastando um pouco, e me deixou ali, uma mistura de alívio e uma frustração do caralho. Levantei rápido, ajeitando os óculos escuros, o coração batendo como se quisesse sair do peito. “Eu… preciso ir”, murmurei. Ele só sorriu, aquele sorriso safado que dizia que sabia exatamente o quanto eu estava molhada e perturbada. “Claro. Mas hoje à noite, passa no meu bangalô. Uma bebida, um jantar, ou só umas conversas quentes.” Virei as costas sem responder, mas lancei um olhar por cima do ombro, e nesse olhar, deixei escapar que eu ia ceder.
Passei o dia inteiro me convencendo de que não iria. Caminhei pela praia, mergulhei no mar gelado para esfriar a cabeça, e tentei ler aquele livro que nunca terminava. Mas nada adiantava; a memória das mãos do Alex deslizando pela minha barriga, roçando perto das coxas, voltava como uma onda que me deixava toda arrepiada e com a buceta pulsando. Quando o sol finalmente se pôs, o silêncio do bangalô ao lado me chamou como um convite sujo. Escolhi um vestido leve e branco, que mal cobria minhas curvas e deixava transparecer o quanto eu estava ansiosa. Respirei fundo antes de bater na porta.
Ele abriu na hora, como se estivesse me esperando pelado e pronto. “Achei que você não viria”, disse, com um sorriso malicioso. “Eu quase não vim”, respondi, forçando um sorriso tímido. A mesa estava simples, mas convidativa: uma garrafa de vinho aberta, velas tremeliquando com a brisa do mar. Sentamos, e entre goles e risadas, a tensão começou a evaporar. O Alex falava com uma calma que me prendia, tocando minha mão de vez em quando, e cada roçar daqueles dedos me fazia sentir um calor subindo direto para a entreperna. O vinho ajudava, mas era ele, com aquele cheiro de sal e suor, que me deixava toda molhada.
Depois do jantar, ele se levantou, pegou uma caixa de som e colocou uma música baixa e sensual. Estendeu a mão: “Dança comigo.” “Aqui?”, perguntei, surpresa. “Onde mais?”, ele rebateu, puxando meu corpo contra o dele. O calor da pele dele, o cheiro de mar, e logo estávamos colados, nossos quadris se movimentando juntos. Não demorou nada para o beijo explodir. Foi inevitável, faminto; nossas línguas se enroscando como se quisessem foder ali mesmo. As mãos dele apertaram minha cintura, me encostando na parede do bangalô, o vestido amassado e subindo pelas coxas.
Ele me guiou para o sofá sem pressa, mas com uma fome que não dava espaço para eu recuar. Eu me joguei nessa merda. Começou com beijos no pescoço, depois na clavícula, e quando ele puxou o vestido para cima, expondo minhas tetas duras, eu gemi alto. “Você é uma putinha safada, hein?”, ele sussurrou, lambendo um mamilo enquanto sua mão descia para minha buceta encharcada. Eu abri as pernas, sentindo os dedos dele cutucando meu clitóris, me fodendo devagar com um deles. “Isso, assim… mete mais fundo”, implorei, enquanto ele chupava meus peitos como se quisesse devorar tudo.
Em minutos, estávamos pelados no sofá, o som da respiração pesada misturado com o barulho do mar lá fora. Ele me deitou, espalhando minhas pernas, e enterrou a rola grossa na minha boceta escorregadia. Cada estocada era como uma porrada de prazer, batendo fundo, fazendo meu corpo tremer inteiro. “Toma essa porra toda”, ele grunhiu, segurando meus quadris e fodendo com força. Eu me contorcia, gemendo como uma vadia, sentindo o suor escorrer enquanto ele acelerava, o pau enchendo meu cuzinho depois de virar minha boceta do avesso. Várias vezes ele me fez gozar, e quando finalmente encheu meu interior de porra quente, eu estava exausta, o corpo todo latejando.
Saí de lá já de madrugada, as pernas bambas e a boceta ainda latejando, voltando ao meu bangalô como se tivesse sido arrombada por um touro. Fechei a porta, me encostei nela e respirei fundo, o cheiro de sexo ainda grudado na pele. Que noite do caralho.