Ontem, postei aquela foto do rolê com Lucas no Instagram com a hashtag #tbt, tipo uma dica malandra de que eu tava a fim de reviver aquele dia quente. Funcionou que foi uma beleza – o convite veio rapidinho, e eu já estava louca pra matar a saudade daquela foda selvagem. Chegamos lá às 18h e só saímos às 22h, com o corpo todo dolorido de tanto prazer. Ele me comeu pra caralho, em duas rodadas intensas, a segunda arrastando bem mais que a primeira. Eu perdi a conta dos orgasmos, mas foram um monte, um atrás do outro.
A coisa começou com beijos cheios de tesão, daqueles que deixam a gente sem fôlego. A mão dele veio direto pro meu pescoço, me derretendo toda enquanto eu sentia a rola dele endurecendo e roçando no meu corpo. Não aguentei esperar mais – em segundos, a gente tirou a roupa, e eu fiquei só com aquele body preto rendado, o preferido dele, que me faz sentir uma putinha safada. Caí de boca no pau dele, mamando com tudo: chupei forte, lambi a haste inteira, engasguei quando ele bateu no fundo da garganta, lambuzei com saliva e cuspi por cima, depois bati ele na minha cara, sentindo o calor e o cheiro pervertido.
Ele retribuiu na mesma moeda, dobrando a atenção. Deslizou a boca pelas minhas pernas, chupando a buceta com vontade enquanto massageava meu cuzinho com lubrificante e encaixava um plug anal. Aquilo me deixou louca, gemendo e implorando por mais. Ele sugou o grelo como se estivesse faminto, me deixando encharcada e tremendo de desejo. Depois daquela sessão oral deliciosa, ele me montou. Nós revezamos posições: ele por cima no papai e mamãe, depois eu de costas no estilo frango assado. Metia fundo, e o plug acabou saindo com o impacto, mas eu nem liguei – o que importava era a rola dele invadindo minha cona, entrando e saindo num ritmo perfeito. Eu gemia alto no ouvido dele, sentindo cada centímetro preenchendo meu interior. Ele tirava o pau de vez em quando, batia no meu grelo todo melado de gozo e enfiava tudo de novo, me deixando ainda mais louca de tesão.
Finalmente, ele não aguentou e gozou forte, jogando o leitinho quente lá dentro. Eu já tinha explodido várias vezes antes disso, o corpo todo sacudindo. Depois, relaxamos um pouco de conchinha, rindo e trocando uns carinhos leves, mas o tesão não demorou a voltar. De repente, eu já tava com a boca no pau dele outra vez, e a segunda rodada explodiu num 69 perfeito. Era uma delícia chupar aquela verga dura enquanto a língua dele trabalhava no meu grelo, nos deixando os dois gemendo e suados.
Quando a rola dele estava no ponto certo, eu sentei em cima, quicando com força. Gozei montando, rebolando e sentindo cada movimento daquele mastro grosso. Lucas estava enlouquecido, batendo na minha bunda, apertando os seios e me beijando com fome. Eu tava tão molhada que ele deslizava fácil, uns 20 centímetros de puro prazer sem doer nada. Era como se encaixasse perfeitamente, me deixando mole e dengosa, pedindo por mais. Aí, mudei pro meu estilo favorito: de quatro. Ele colocou o plug de volta no cuzinho e meteu na buceta, me fazendo ver estrelas. Cada estocada movia o plug junto, criando uma pressão incrível – quando ele empurrava, o plug entrava mais fundo; quando saía, parecia puxar tudo. Eu gozei como uma cadela no cio, gemendo alto, empurrando o quadril pra trás e gritando por mais. Foram orgasmos seguidos, não parei de contar depois do terceiro.
Nessa hora, eu tava pronta pra ele tirar o plug e me foder no cuzinho, mas a buceta estava tão boa que não quis parar. Rebolava contra ele, sentindo as bolas baterem na minha pele, revirando os olhos e gritando obscenidades. Ele puxava meu cabelo, me chamava de puta e não soltava o ritmo. Uma imagem que gruda na minha mente foi quando eu me levantei, encostei as costas no peito dele e vi no espelho: ele atrás de mim, a rola enterrada fundo, as mãos nos meus seios, indo e vindo com tudo. Ele gozou gemendo no meu ouvido, tirou a camisinha depressa e jogou o leitinho quente na minha bunda, quente e pegajoso.
A gente riu, se beijou e ficou ali grudados, suados e satisfeitos por um tempinho. Antes de ir pro banho e se despedir, Lucas sussurrou: “TBT realizado com sucesso”. E cara, ele não tava errado.