Ana estava no quarto, o coração acelerando como se estivesse prestes a explodir. O cara na sua frente, que ela chamava de Max para guardar segredos, tinha um sorriso safado que prometia encrenca boa. “Vamos testar isso direito”, ela disse, puxando a calça dele para baixo e revelando a rola grossa e pulsante que já pingava pré-gozo.
Ela se ajoelhou, lambendo a ponta inchada como se fosse um doce proibido, sentindo o sabor salgado na língua. “Caralho, isso é bom”, pensou, enquanto enfiava mais fundo na boca, chupando com força até ouvir os gemidos roucos dele. Max agarrou seu cabelo, guiando o movimento, fodendo sua boca como se não houvesse amanhã.
Mas Ana queria mais. Ela se levantou, jogou a calcinha no chão e se deitou na cama, abrindo as pernas para mostrar a buceta molhada e inchada. “Vem testar essa aqui”, provocou, passando os dedos no clitóris sensível. Max não perdeu tempo; ele se posicionou entre suas coxas, alinhando a rola e empurrando tudo de uma vez, enchendo ela porra adentro.
A sensação era intensa – a porra dele batendo fundo, esticando cada centímetro da sua entrada. Ana gritou, “Fode mais forte, porra!”, enquanto ele obedecia, bombeando com força, o suor escorrendo pelos corpos. Seus peitos balançavam a cada estocada, e ela sentia o cuzinho apertado roçando na cama, aumentando a excitação.
Eles transaram como animais, sem parar, até que Max não aguentou mais. “Vou gozar, sua putinha”, avisou, e Ana apertou as paredes da buceta em volta dele, milking every drop. Quando ele finalmente explodiu, enchendo ela de porra quente, Ana tremeu no orgasmo, o corpo inteiro sacudindo de prazer brutno.
Depois, exaustos, eles se deitaram ali, rindo do “teste” que tinha sido mais do que perfeito.