Cara, eu acordei um dia com uma vontade louca de foder no cuzinho, tipo, morrendo de tesão pra sentir uma rola grossa escorregando lá dentro e me deixando louco. Como tava solteiro e cheio de fogo, entrei num chat online pra ver se achava alguém. Passei um tempão ali, quase desistindo e saindo da merda, quando de repente entra esse cara, um PM40, que eu imaginei ser algum policial gostoso. Mandei um “oi” na hora, ainda mais excitado porque uniformizados me deixam babando, com a boca cheia d’água e o rabo latejando.
Ele respondeu rápido, e começamos a bater papo. O cara se descreveu: branco, 1,72m, meio fortinho e parrudo, com uma pica de 17 cm grossa pra caralho, dizendo que tava no trabalho só de cueca branca e louco pra jorrar uma porra quente numa putinha safada como eu. Fiquei instantaneamente mais tarado e respondi: “Só depende de você, safado”. Ele contou que era da Polícia Militar, num batalhão ali perto, mas avisou que eu teria que ir até lá se quisesse. Estava tão desesperado por uma foda que resolvi arriscar.
Quando cheguei na frente do batalhão, mandei uma mensagem pra ele. Na recepção, falei que queria ver o Sargento Oliveira – ele tinha me dito o nome antes. Eles interfonaram, e ele pediu pra eu ir direto pra sala dele. Ao entrar, ele me recebeu na porta, vestido com camisa branca, calça e botas pretas. Não era o tipo mais bonito do mundo, mas o volume na calça dele era impressionante, me fazendo salivar e sentir o cuzinho pulsar de expectativa.
Assim que entrei, ele fechou a porta e eu fui direto ao ponto, baixando a calça e mostrando minha bundinha com o fio dental enfiado no rego. Ele veio pra cima de mim na hora, me curvando sobre a mesa da sala e começando a morder e lamber minha bunda com força. As mordidas eram quentes e picantes, seguidas de lambidas molhadas que me deixavam gemendo baixinho. Ele puxava o fio dental de leve, passando a língua pelo meu rego todo, daqueles movimentos de baixo pra cima que chegavam na entrada do cuzinho. Contornava o buraco com a ponta rígida, enfiando ela pra dentro e chupando forte em seguida – uma sucessão de lambidas e chupadas que me enlouqueciam, me fazendo soltar gemidos abafados e pensar só em quão bom era sentir aquela umidade escorrendo.
Depois de me deixar todo babado e pronto, ele se levantou, me mantendo curvado sobre a mesa. Abriu o cinto e o zíper da calça num segundo e, sem perder tempo, meteu a rola inteira no meu cuzinho com uma estocada profunda. Eu tava mole de tanto tesão, sentindo aquela pica grossa e dura deslizar perfeito lá dentro, lubrificada pela saliva das lambidas que ele tinha acabado de me dar. Ele começou a foder com movimentos rápidos e contínuos, a rola percorrendo todo o meu canal, indo e vindo como se fosse feita pra mim. Enquanto isso, ele pressionava meu tronco contra a mesa, aumentando a adrenalina porque eu sabia que alguém podia bater na porta a qualquer momento.
As socadas ficavam mais intensas, e meus gemidos saíam mais altos, mas ele mandava eu calar a boca, falando: “Toma o que você veio buscar, putinha”. E ele tava certo – cada enfiada me deixava mais viciado, sentindo o pau dele batendo fundo e me enchendo de prazer. Depois de uma sequência feroz de vai-e-vem, eu senti o jorro quente da porra dele inundando meu interior. Ele segurou meu quadril firme, pressionando contra mim enquanto esvaziava tudo, e eu podia ouvir sua respiração ofegante misturada com a minha.
Quando tudo parou, ele me virou e me fez limpar a rola dele, que tava suada e coberta de fluidos. Eu me ajoelhei e chupei tudo, saboreando o gosto salgado e deixando ele limpinho. Depois, ele ajeitou a calça, me ajudou a vestir e me levou até a porta, dizendo apenas: “Bom dia, safado”. Saí de lá com o corpo tremendo e o cuzinho ainda pulsando, satisfeito pra caralho.