Me chamo Alex, e vou contar pra vocês o dia em que minha esposa, Sofia, me abriu o jogo sobre sua primeira vez com o ex-namorado. Tudo começou numa tarde quente, eu estava em casa, deitado no sofá, assistindo a um filme pornô bem safado e me masturbando devagar, curtindo cada segundo. Não lembro o nome do filme, mas eu sempre fui louco por histórias de cornos – aquelas onde o marido fica lá, vendo a mulher ser comida por outro cara.
Minha esposa chegou do trabalho sem eu notar. Eu estava tão focado na tela, com a mão apertando meu pau duro, que nem ouvi a porta. Ela parou na entrada do quarto e ficou observando tudo. Provavelmente ouviu os gemidos altos vindo do computador. Na cena, uma esposa safada estava levando uma surra de um moreno musculoso, o cara metendo forte e maltratando a buceta dela enquanto o marido assistia do sofá, todo babão.
Sofia se aproximou devagar, colocou as mãos nos meus ombros e perguntou baixinho: “O que é isso aqui?” Eu levei um baita choque, gaguejei feito idiota e não sabia o que dizer. Ela riu e comentou que sempre assistimos filmes juntos, mas nunca imaginou me pegar me batendo uma punheta sozinho. Em vez de brigar, ela se sentou ao meu lado e resolveu terminar de assistir comigo. Ficou vidrada na tela, especialmente nas partes em que o moreno enfiava a rola grossa na casada, fodendo ela em todas as posições possíveis. Aquilo só aumentou meu tesão.
Deixa eu descrever Sofia rapidinho: ela é magra, com peitos firmes e uma bundinha durinha que balança a cada passo, cabelos lisos caindo até a cintura. Na cama, é uma tremenda putinha, adora ser tratada como uma cadela e copiar cenas de filmes pornôs, mas até então, ela nunca tinha admitido fantasias assim.
Enquanto o filme rolava, com um cara diferente aparecendo a cada cena – sempre morenos sarados e bem dotados –, eu sentia o corpo dela esquentando. Ela massageava meus ombros, apertando igual faz quando estamos transando, e eu percebi que estava excitada pra caralho. Perguntei se ela estava gostando, já que nós dois somos viciados nisso, e ela respondeu: “Sim, nosso, parece que ele vai rasgar a buceta dela toda!” Eu ri e comentei que era só efeito do vídeo, que aumentava o tamanho da rola dos atores.
Aí ela soltou: “Sabe que não? Meu primeiro namorado era um moreno assim, e ele tinha uma pica enorme, talvez até maior que essa.” Meu queixo caiu, porque nunca tínhamos falado sobre isso. Eu provoquei: “Se não te rasgou, não vai rasgar ninguém.” Nós caímos na risada, mas eu vi nos olhos dela que o filme estava acendendo memórias. Ela se ajeitou entre minhas pernas para continuar assistindo, e eu comecei a passar a mão por baixo do vestido dela, sentindo a calcinha encharcada de tanto tesão.
Enquanto eu esfregava os dedos na boceta molhada, ela gemeu baixinho e começou a contar detalhes. “Ele me fazia chupar a rola dele primeiro, bem devagar, até eu engolir tudo. Depois, ele retribuía, chupando minha buceta até eu gozar forte, sempre assim antes de enfiar.” Eu pressionei: “Como você aguentava um pau daquele tamanho?” Ela suspirou, com a voz entrecortada: “Nas primeiras vezes, mal entrava a cabecinha, doía que nem o caralho, mas ele foi me arrombando aos poucos. Ensinaou todas as posições, e agora minha favorita é quando eu fico por cima, controlando tudo.”
Ela descreveu como ele ia pra casa dela e fodia por horas, deixando a boceta dela toda inchada e assada, mas valia cada segundo de prazer. Eu imaginei a cena e apertei o clitóris dela, sentindo ela se contorcer. Aí veio a parte do sexo anal no filme, e eu pensei que ela ia confessar algo, já que nunca topou comigo. Mas ela disse: “Nunca tive coragem de dar o cuzinho pra ele, só deixei chupar e meter os dedos com lubrificante. Gostei, mas fiquei com medo de doer demais.”
O filme terminou com o ator gozando na boca da atriz, e Sofia murmurou: “Que delícia de leite, tanto porra!” Enquanto ela lambuzava os lábios imaginando, eu continuei masturbando a boceta dela até ela tremer e gozar na minha mão, encharcando tudo. Ela se virou, me deu um beijo quente e perguntou: “Você teria coragem de me beijar com a boca cheia de porra?” Não perguntei se era a minha ou de outro, mas juro que a ideia me deixou louco de tesão.
Foi um dia inesquecível, gente. Talvez eu conte mais sobre o que rolou depois.