Era uma quarta-feira à noite, e meu marido estava na sala assistindo futebol com o amigo Gustavo. Eu vesti um daqueles vestidos curtos e colados que marcam cada curva do meu corpo, sem calcinha nem sutiã por baixo, só pra provocar. Fui servindo petiscos e cerejas pros dois, me inclinando de um jeito que deixava minha raba à mostra e meus peitos balançando. Eles não paravam de me olhar, e o marido soltou um “Ela tá gostosa pra caralho” enquanto eu ia e voltava da cozinha. Gustavo concordava, com os olhos fixos em mim, e eu sentia o tesão crescendo.
Tudo já tava combinado com o meu homem, então resolvi limpar o painel da TV, me abaixando devagar pra exibir minha raba redondinha e úmida. Foi aí que o marido me puxou pelo braço, levantou meu vestido num instante e enfiou o dedo na minha buceta escorregadia. “Olha só, Gustavo, ela tá toda molhadinha. Vai lá, sente isso”, ele disse, com um sorriso safado. Gustavo não perdeu tempo: meteu o dedo inteiro dentro de mim, girando e sentindo o calor, e murmurou: “Puta merda, realmente tá encharcada e quentinha.”
O marido riu e completou: “Ela quer que a gente foda ela direito.” Ele me posicionou de quatro no sofá, com a bunda empinada, e Gustavo veio por trás, enfiando seu pau duro e grosso na minha boceta. Enquanto isso, eu me virei pro marido e comecei a chupar seu caralho, lambendo a cabeça inchada e engolindo ele até o fundo da garganta. Gustavo me bombardeava por trás, cada estocada fazendo meu corpo tremer, e eu sentia o pau do marido batendo no meu palato, me deixando louca de prazer.
De repente, o marido agarrou meu cabelo e gozou uma porra quente e grossa bem na minha boca, ordenando: “Engole tudo, sua putinha safada.” Eu obedeci, sentindo o gosto salgado escorrendo pela minha garganta enquanto Gustavo acelerava, me fodendo com força. Meu marido segurou minha cintura, gritando: “Vai, Gustavo! Mete fundo que ela adora apanhar!” Não demorou muito: Gustavo tremeu e encheu minha boceta de porra, gemendo alto.
Depois, os dois me encararam, passando as mãos na minha raba e nos meus peitos, vendo a gozada escorrendo pelas minhas coxas. “Você é uma delícia, puta”, disse o marido, e Gustavo acrescentou: “Nunca vi uma buceta tão gulosa.” Foi tão fodidamente excitante que eu mal conseguia me mexer, querendo mais daquilo.