Eu sou Alex, 34 anos, casado com uma mulher que sabe que sou bi, mas nosso lance é monogâmico na cara do mundo. Na rua, passo por hétero 100%, mas no sigilo, sou louco por homem. Sempre me senti diferente com minha sexualidade, mas passei anos trancado no armário, só me aventurando no virtual ou fuçando sites de porno. Depois de uns eventos que me tiraram dali, eu me joguei nesse mundo novo, aprendendo a me virar sozinho.
Foi por um app que comecei a explorar isso direito. Coloquei uma foto legal no perfil, escondendo o rosto porque sou conhecido na cidade e não quero encrenca. Eu sou um cara bem feito, não tão alto – 1,77m, uns 70kg, pele clara, olhos castanhos que mudam de cor com a luz. Tenho coxas grossas, uma bunda que chama atenção de todo mundo, e um corpo bonito sem ser de academia. Dizem que tenho cara de safado, e isso me ajuda.
Logo veio uma avalanche de mensagens: uns querendo transa na hora, outros preferindo conversar primeiro, sem frescuras sentimentais, só pra se conhecer antes de cair na cama. Foi assim que conheci Ryan no app. Ele tinha um sorriso matador, pele negra que me deixava louco – eu tenho uma quedinha por caras assim –, 1,80m, uns 85kg, ombros largos, mãos grossas e uma barba que dava vontade de arrancar a roupa só de olhar. Tinha um rabo grande e era um docinho de pessoa. Mais novo que eu, universitário, solteiro, gay e versátil.
Eu sempre me via como ativo, especialmente com mulheres, mas a curiosidade de apanhar me rondava. Conversamos um monte: família, infância, como descobrimos nossa sexualidade, religião, experiências loucas, anseios e até situações tensas. O papo fluiu fácil, mesmo eu tendo que dar uma pausa no app por causa de uma cirurgia – fiz circuncisão e passei semanas sem sexo, ficando louco de tesão acumulada. Ryan foi um gentleman, esperou eu me recuperar antes de marcar algo.
Finalmente, rolou o encontro no meu escritório, onde eu trabalho sozinho vendendo equipamentos médicos. O lugar é isolado, perfeito pra não ter bisbilhoteiros. Ryan era ainda mais gostoso pessoalmente, e passamos a tarde conversando até o sol baixar. Aí, fomos pro lavabo, onde ninguém podia espiar pelas janelas.
Seus braços fortes me envolveram, e nós nos beijamos com fome, a língua dele explorando minha boca enquanto nossos paus endureciam dentro da calça, latejando e marcando a roupa. Ele levantou minha camisa, passando as mãos no meu peitoral, e esfregou aquela barba grossa no meu pescoço, me arrepiando todo com um formigamento delicioso. Nós baixamos as calças rapidinho, e lá estavam nossas rolas, pingando prego e inchadas de desejo.
A dele era impressionante, com uma cabeça enorme que me deixou com um medinho, já que eu era iniciante nisso. Mas o fogo entre a gente era tanto que eu não resisti – caí de joelhos e enfiei a boca naquilo, sentindo a pulsação forte na minha língua. Tentei engolir tudo, mas era um colosso, e eu me esforcei pra mamar gostoso, chupando e lambendo como um puto faminto. Ele tremia inteiro, revirando os olhos, enquanto eu massageava aquela bunda redondinha dele, enfiando os dedos no cuzinho apertado pra deixá-lo louco.
O safado retribuiu com sua mão enorme, abrindo meu rabo com força, o que me fez gemer e sentir meu cu piscando de vontade de ser arrombado. Eu queria sentar naquela rola negra na hora, mas o medo de machucar meu cuzinho virgem era grande. Ele gozou forte, jorrando uma porra farta no chão, e eu quase lambi tudo, mas segurei o impulso. Em troca, ele me fez explodir com as mãos, me masturbando enquanto roçava a barba na minha pele e me beijava fundo. Eu tremei de prazer, gozando uma barbaridade.
Ficamos ali, ofegantes, e combinamos o próximo rolê no apartamento dele, onde eu finalmente ia perder a virgindade no cu com essa rola deliciosa. Ele estava visivelmente ansioso pra me foder com tudo, mas dessa vez, foi só o começo. Mal posso esperar pra contar o resto.