Desde pequeno, eu sempre me senti diferente dos outros garotos, sabe? Como se houvesse algo dentro de mim que eu não entendia direito. Mas foi só aos 18 anos que tudo veio à tona de um jeito que me deixou louco de desejo. Estava na casa da família, e meu primo – vamos chamar ele de Lucas, pra não complicar – veio me abraçar por trás num daqueles momentos bobos. Ele é quatro anos mais velho, então com 22, já tinha mais experiência que eu. Não sei explicar, mas quando senti o corpo dele colado no meu, uma onda de calor subiu pela minha espinha. Meu corpo reagiu sozinho: comecei a mover a cintura, esfregando minha bunda no volume da calça dele. Foi instantâneo, tipo um fogo que acende e não para mais.
Aquele atrito me deu um prazer absurdo, algo que eu nem imaginava que existia. Meu coração acelerou, e eu senti meu cu se contraindo de vontade. Lucas percebeu na hora e começou a se pressionar com mais força, seu pau endurecendo rápido contra mim. Putamente delicioso. Ele inclinou a cabeça e beijou meu cangote, a respiração quente roçando minha pele. “Tá louco pra dar esse rabo, né, safado?” ele sussurrou, com uma voz rouca que me deixou ainda mais excitado. Eu não respondi, estava em transe, o corpo todo formigando de tesão, mesmo sem nunca ter experimentado nada parecido antes.
Ele me guiou para os fundos do quintal, onde tinha um monte de plantas e árvores nos escondendo da vista. O ar cheirava a terra úmida, e meu coração batia forte, misturando nervosismo com uma curiosidade doida. Chegando lá, no meio daquela folhagem densa, Lucas soltou a calça e puxou o pau pra fora. Era grosso e comprido, com a cabeça inchada e brilhando um pouco. “Vem, chupa isso aqui”, ele ordenou, e eu não pensei duas vezes. Caí de joelhos e enfiei a boca naquilo, lambendo a ponta com avidez. O gosto salgado e quente me enlouqueceu, e eu tentei engolir o máximo possível, mas era grande demais, batendo no fundo da garganta e me fazendo babar.
Enquanto eu chupava com tudo, sentindo as veias pulsarem contra minha língua, ele acariciava minha bunda por cima da roupa, depois arriou meu short num movimento rápido. Seus dedos exploraram meu cu, roçando a entrada sensível e me deixando gemendo em volta do seu pau. Aquele toque me deu um prazer incontrolável, como choques elétricos subindo pelas minhas pernas. Ele cuspiu na mão, umedecendo o dedo, e enfiou devagar no meu cuzinho. Meu corpo tremeu inteiro, as pernas bambas, uma mistura de dor aguda e um êxtase que me fez ver estrelas. Nunca imaginei que algo pudesse ser tão intenso – meu pau estava duro como pedra, latejando dentro da cueca.
Depois de uns minutos me fodendo com o dedo, Lucas me fez ficar de quatro no chão macio. Ele passou mais saliva no meu rabo, lubrificando tudo, e encostou a cabeça do seu pau na minha entrada. Meu coração parecia que ia explodir, e eu senti meu cu se contraindo involuntariamente, como se estivesse implorando por mais. Ele forçou com cuidado, mas a dor veio forte quando a cabeça entrou, esticando meu orifício ao máximo. “Relaxa, vai ser bom”, ele murmurou, e eu tentei, mesmo com lágrimas nos olhos. A dor era foda, mas o prazer era maior, uma sensação de preenchimento que me deixava viciado.
Enquanto ele começava o vai e vem, eu me ajeitei melhor, sentindo cada centímetro da sua rola invadir meu interior. Meu próprio pau doía de tanto endurecer, então comecei a me masturbar, apertando com força enquanto ele arrombava meu cu. Os gemidos saíam altos, e eu não aguentei por muito tempo – gozei feito um animal, jatos quentes espirrando no chão, o corpo sacudindo com espasmos. Logo em seguida, senti o pau dele pulsar lá dentro, enchendo meu rabo de porra quente e cremosa. Quando ele saiu, um filete escorreu por mim, misturando alívio com uma saudade imediata, como se eu já quisesse outra rodada.
Essa foi minha primeira vez, e cara, foi viciante. Deixou meu corpo inteiro pulsando, com uma fome que eu sabia que não ia parar tão cedo.