Eu tava louca pra apimentar as coisas no meu casamento, sabe? Depois de 26 anos com o mesmo cara – nos conhecemos quando eu tinha 17 e ele foi meu primeiro e único pau na minha vida – eu comecei a pirar com a ideia de experimentar outros corpos. O sexo com ele é bom pra caralho, daqueles que me deixam toda molhada e gemendo, mas foda-se, eu precisava de mais. Questionar tudo é minha praia, e ele já tá acostumado com minhas ideias malucas. Foi aí que eu mergulhei no mundo da não-monogamia, lendo um monte de merda que me abriu a cabeça feito uma boceta se abrindo no parto – só que em vez de dor, veio um tesão kilométrico.
Convincentemente, eu plantei a ideia no meu marido. No início, ele fez cara de quem tava levando uma rola no cu, mas com paciência, mostrei que ficar só no nosso casal era uma perda gigante. A gente quer envelhecer juntos, claro, mas porra, tem tanta putaria boa pra experimentar antes! Estamos na melhor fase do nosso lance, depois de superar um monte de merda, e agora tava na hora de dar start nessa brincadeira safada. A ideia era encontrar alguém pra ser nossa “marmita” ou até um casal pra trocar fluidos, mas começamos devagar, só pra ver como a buceta e o pau reagiriam.
De repente, pareceu que as portas do paraíso safado se abriram. Eu saía por aí, no mercado, na academia, e já imaginava cada cara me fodendo com força, sentindo suas mãos grosseiras apertando meus peitos e enfiando o dedo na minha racha. Mas e a coragem, né? Meu marido tentou com uma colega que nem deu bola, depois com uma garota de programa do Insta, mas eu botei um freio: “Porra, eu quero alguém excitado de verdade, não por grana. E tem aquela ética, saca? Não tô a fim de bancar a exploradora enquanto outras mulheres são tratadas como putas.”
Aí me lembrei do Rafael, um ex-colega de trabalho que sempre jogava indiretas safadas pra mim. Ele é bem mais novo, mas na época eu dei um fora e ficamos só amigos, almoçando e trocando conselhos sobre transas. Sabia que ele era casado, mas pensei: “Vai que ele topa uma troca?” Mostrei a foto dele e da esposa pro meu marido, e ele achou os dois uma delícia – imaginei já a esposa chupando ele enquanto eu cavalgava no pau do Rafael. Reuni toda minha cara de pau e chamei o Rafael pra um café, fingindo que era pra assessoria de investimento.
No dia, eu e meu marido estávamos tensos pra caralho. Me arrumei toda, fiz a unha, vesti uma calcinha que mal cobria minha boceta e um top que destacava os mamilos durinhos. “Relaxa, amor”, eu disse pra ele, “tenho que ser uma isca gostosa pra gente se divertir.” Cheguei no café e o Rafael apareceu suando, nervoso como se fosse levar uma gozada na cara. Começamos a conversar sobre a vida, faziam uns cinco anos que não nos víamos. Ele contou que tava no segundo casamento, só por causa do filho de três anos, e que a mulher era ciumenta pra caralho, sem nenhuma química na cama. Eu via nos olhos dele: o desgraçado tava louco pra me foder ali mesmo.
Puxei o papo: “E aí, você sente atração por outras pessoas?” Ele olhou fundo nos meus olhos, e eu senti um calor subindo pela minha racha. “Sim, muita”, ele disse, e eu respondi: “Eu também, cara. A monogamia é uma prisão, e eu e meu marido estamos a fim de experimentar. Tipo, você me come enquanto eu chupo ele, e sua esposa pode entrar na dança.” O coitado empalideceu, todo o macho alfa sumiu. Quis me convencer de que a esposa não precisava saber, mas eu soltei: “Não, porra, eu não furo o olho de outra mulher. Isso é irmandade, e meu marido quer participar – imagine ele te vendo enfiar a rola na minha buceta!”
O Rafael gaguejou que a esposa jamais toparia, provavelmente porque ele é um egoísta do caralho. “Paciência”, eu disse, pagando a conta e saindo. Me senti a rainha da putaria, com o poder todo nas minhas mãos – eu podia escolher, e ele não. Entrei no carro rindo que nem uma louca, liguei a música alta e cantei com o vidro aberto, sentindo meu corpo formigando de desejo. Aquele encontro virou combustível pra noites quentes: eu e meu marido reencenando tudo, eu gemendo enquanto ele me fodia, imaginando o pau do Rafael me enchendo de porra.
No sábado passado, completei 19 anos de casada e fomos comemorar numa casa de swing em SP pela primeira vez. Ah, essa história é pra outro dia… Mas juro, meu cu e minha boceta tão ansiosos pelo que vem por aí.