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As Fantasias Realizadas nas Férias da Safada – Dia 01, Março de 2026

Eu estava ali, completamente entregue ao êxtase, com meu corpo tremendo de prazer. Meu marido, Ricardo, deitado no chão ao meu lado, assistindo tudo com os olhos vidrados de desejo, enquanto o meu amigo, Lucas, se posicionava na beirada da cama e me tomava exatamente como eu tinha implorado. Minhas pernas estavam erguidas e bem abertas, expondo tudo, sentindo o pau grosso dele afundar fundo na minha boceta, acertando o ponto certo que me deixava louca. Eu já tinha gozado de mil jeitos naquela noite, mas o fogo dentro de mim não apagava; eu ainda queimava, precisando de mais, muito mais.

Desde antes de sairmos de casa, eu tinha planejado tudo. Sabia que não voltaria sem sentir aquela rola enorme no meu rabo, aquela mistura insana de dor e prazer que me faz perder a porra toda do controle. Estava ansiosa, é claro – Lucas era bem mais novo, todo musculoso e dominante, com um tesão bruto que me deixava molhada só de pensar. Mas no momento, eu só queria ser devorada, meu corpo gritando por cada centímetro dele. Nós três estávamos excitados pra caralho, e Ricardo sabia exatamente do que eu era capaz, o que só deixava a cena ainda mais intensa pra ele.

Com um olhar rápido e uma autorização silenciosa do meu marido, Lucas mudou de posição e veio pra cima de mim. Ele entrou devagar no meu rabo, do jeito que eu adoro, me fazendo sentir cada milímetro daquela vara grossa abrindo caminho. Quando a cabeça dele passou pela entrada, eu soltei um gemido alto, o corpo todo desabando de tanto prazer misturado com uma ardência deliciosa. Eu estava encharcada, escorrendo por toda parte, e ele avançava firme, esticando tudo, me preenchindo por completo.

Minhas pernas pesavam como chumbo, a cabeça girando com as ondas de sensações que me deixavam tonta. Cada estocada dele era mais forte, mais profunda, empurrando com força bruta enquanto eu gemia sem parar, o rabo se contraindo em volta do pau dele. Não havia espaço pra mais nada, só puro êxtase, o limite entre dor e gozo se fundindo num caos perfeito. Meu corpo se rendeu rápido, se acostumando ao tamanho dele, e eu implorei por mais, querendo que ele me fodesse até eu explodir.

Lucas sabia exatamente como me provocar – ele diminuía o ritmo de repente, segurava firme, me deixando à beira do abismo. “Fode!”, eu gritei, e ele obedeceu na hora, metendo com tudo, cada impulso me jogando mais fundo no delírio. Ricardo estava enlouquecido ali do lado, devorando cada detalhe com os olhos, vendo meu corpo se desfazer com Lucas enterrado inteiro no meu rabo. Eu explodi de prazer, um gozo forte e profundo que me dominou por completo, ondas quentes percorrendo cada nervo.

Pouco depois, Lucas não aguentou mais e se entregou também, jorrando uma porra quente lá dentro, sem freio, tão selvagem quanto eu. Nós dois ficamos ali, exaustos e satisfeitos, o ar cheio do cheiro de sexo e suor.

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