Conto erótico: Fodi esposa do corno e o cu dele no motel

Conheci um casal pelo chat, em uma cidade perto da casa dos meus pais, no interior. O marido era cuckold assumido e a mulher, Laura, tinha uns 45 anos, morena, baixinha, cintura fina, bundinha empinada e cabelos cacheados. Marcamos de nos encontrar em Santa Helena de Goiás. Chegamos a um barzinho e conversamos uns trinta minutos. De repente ela me olhou nos olhos, apertou meu pau que já estava duro pra caralho e falou:

— Vamos pro motel. Quero sentar nessa pica agora.

Entramos no quarto e ela veio voraz, me agarrando, me beijando e mordendo de leve meus mamilos. Deitei ela na cama e comecei a passar a boca pelo corpo dela, chupando aqueles seios médios e naturais, até descer até a bucetinha lisinha e já babando. Lambi devagar, depois rápido, alternando, enfiando a língua fundo na boceta quente e molhada. Quando passei a língua no cuzinho apertado, ela contraiu forte, prendendo minha língua ali. Gozou gemendo alto enquanto eu chupava buceta e cu ao mesmo tempo. O marido, Pedro, beijava os seios dela e a acariciava. Quando ela gozou de novo, gritou ofegante:

— Te amo, meu corno. Você é o homem da minha vida.

Depois, ela se inclinou no meu ouvido e sussurrou:

— Deixa meu corno colocar a camisinha em você pra eu foder?

Respondi na hora:

— Claro.

A safada mandou o marido chupar meu pau. Ele parecia que nunca tinha feito aquilo, porque chupou com vontade, engolindo a rola e as bolas por uns dez minutos seguidos. Depois colocou a camisinha e eu comecei a meter na buceta dela de quatro, devagar no começo, sentindo ela apertar em volta do meu pau. Depois de alguns minutos, ela mandou o corno deitar por baixo. Enquanto eu fodia a boceta molhada, ele chupava minha rola, minhas bolas e a buceta dela ao mesmo tempo, sufocado entre as duas coisas. Ela não parava de gritar chamando ele de corno safado.

A putinha pediu que ele lubrificasse o cu dela e meu pau. O marido obedeceu, passou bastante lubrificante e ainda guiou minha pica até o cuzinho apertado da esposa. Eu fodi aquele rabo com força, estocando fundo enquanto ela urrava de tesão. O corno gozou na nuca dela, e ela virou o rosto pra lamber tudo, bebendo a porra dele com uma gula que eu nunca tinha visto.

Quando Pedro se recuperou, ela mandou ele ficar de quatro na cama. Olhou pra mim e disse:

— Um marido que entrega a mulher assim merece ser fodido também.

Eu alternei entre o cu dela e o cu dele, metendo sem parar. Gozei na boca da putinha, que engoliu até a última gota enquanto o corno beijava a boca dela. Adoro casais que são cúmplices de verdade.

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